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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

terça-feira, 4 de junho de 2019

Desenvolvimento da mente impessoal e da visão simbólica


"Os Nearing e Sogyal Rinpoche entraram em contacto com o poder da mente impessoal. Descrever a consciência no papel, contudo, tem suas limitações, devido às qualidades inefáveis da espiritualidade. Como diz o koan zen: "Se você pode dizer o que é, então não é isso."

Lembro-me claramente da professora que me apresentou ao pensamento budista e hindu. No exame final, ela levou seus cinco estudantes para um remoto local de retiro de fim de semana e disse as regras: não era permitido falar, nem usar relógios. Durante a noite ela acordava um estudante, e à medida que o estudante assumia uma posição da ioga, ela fazia perguntas: como um cristão fala sobre a natureza de Deus? Como um budista fala sobre a natureza da realidade? Qual é a verdade da vida eterna? Como um budista fala sobre a natureza da realidade? Qual é a verdade da vida eterna? Qual é a finalidade desta vida? As questões eram profundas e penetrantes. Não era a qualidade de nossas respostas que ela estava avaliando; em vez disso, era o nosso apego a qualquer sistema particular de pensamento. Caso ela sentisse que estávamos mais apegados a um sistema de pensamento do que outro, não teríamos aprendido a lição da sua aula: todas as verdades são iguais no nível da própria verdade. O que se torna "enculturado" é uma ilusão. Para ela, esta era a essência de tornar-se consciente: procurar a verdade que está além da sua forma social ou cultural. Ao rever a sua influência sobre mim, dou a ela o crédito por estabelecer o fundamento para minhas próprias habilidades com a visão simbólica.

Como podemos trabalhar com nossas próprias mentes para refinar nosso sistema mental perceptivo e nos tornarmos hábeis na descoberta das ilusões? Como todas as metas dignas, alguma forma de disciplina é necessária para fazer qualquer progresso substancial. O caso seguinte representa a maneira errada de procurar tornar-se mais consciente.

Oliver era um homem de negócios bem sucedido, mas ele chegara a um ponto da sua vida em que queria fazer algo que tivesse mais significado. Assim, ele tentou trabalhar em vários projectos que representavam actividades sociais significativas, mas nenhum deles pareceu-lhe apropriado. Ele rezou pedindo orientação para o que deveria fazer com sua vida. Finalmente, ele marcou uma visita a um mestre espiritual internacionalmente famoso. A visita durou dez minutos, durante os quais esse mestre espiritual disse a Oliver que a sua tarefa era "esperar e se preparar". Assim, ele "esperou" - esperou em Paris, em Roma, no Oriente. Ele esperou em hotéis de primeira classe e tomando cappuccinos na Riviera. Finalmente, ele decidiu que sua instrução de "esperar" era inútil. Ele voltou a visitar projectos e a assinar cheques para apoiá-los, mas o seu coração permanecia vazio. Na minha opinião, o mestre espiritual deu a ele a única instrução que ele não poderia realizar comprando alguma coisa. Se ele fosse capaz de "esperar" num sentido espiritual, de "voltar-se para dentro" e aceitar qualquer trabalho humilde que lhe fosse pedido, teria começado a receber sua resposta.
De muitas maneiras, o desafio espiritual de "esperar" e tornar-se uma pessoa de uma qualidade diferente dá uma contribuição maior ao mundo do que financiar um novo hospital. Isso pode ser difícil de compreender. Estamos acostumados a dar valor àquilo que podemos ver, e não podemos ver o poder emitido por uma psique saudável. Assim, aqueles cujo trabalho é "esperar e ser" podem muitas vezes parecer inúteis.

Mas "esperar e ser" é o significado simbólico de ser "chamado para a ordenação" - isto é, permitir que a divindade desperte a parte do seu espírito que contém a essência do que você pode contribuir para os outros assim como para si mesmo. A mulher que veio a ser conhecida como Peace Pilgrim encarna esse processo espiritual de permitir que a divindade abra uma porta.
Peace Pilgrim, que é o único nome que esta mulher usou durante os últimos vinte e cinco anos de sua vida, viveu uma vida de humildade e profunda espiritualidade, durante a qual ela rezou para que o caminho do serviço lhe fosse mostrado. Aos 52 anos ela escutou a sua orientação interior, que a fez caminhar continuamente pelo país em prol da paz. Essas foram as instruções da sua "ordenação". E assim, só possuindo "as roupas do corpo", ela começou a caminhar, e "caminhava até que fosse oferecido um lugar para descansar e só comia o que era oferecido". A sua vida tornou-se uma declaração do poder de confiar completamente em Deus para cuidar das necessidades do indivíduo.

Durante sua peregrinação de vinte e cinco anos, Peace Pilgrim tocou as vidas de centenas de milhares de pessoas, que ficaram impressionadas com o seu notável contacto com a intervenção divina. Ela contou duas histórias que me emocionaram profundamente. Certa vez, enquanto estava caminhando por uma estrada do campo, a temperatura caiu rapidamente. Ela estava despreparada para esta súbita alteração, e ficou gelada até os ossos. Ela não estava perto de nenhum lugar onde poderia encontrar abrigo. Então escutou uma voz que lhe disse: "Vá até a parte de baixo da próxima ponte." Ela seguiu essa instrução, e encontrou uma caixa grande o bastante para que ela pudesse descansar dentro dela. Dentro da caixa estavam um travesseiro e um cobertor. Ao contar essa história, ela esperava que eu entendesse que esses itens haviam sido colocados ali por Deus.
Peace Pilgrim comentou que, na sua vida, atravessara ciclos de aprendizado sobre o conflito. Ela precisara experimentar o conflito externo primeiro, e depois o conflito interior. Quando ela finalmente entregou sua vida para Deus, foi abençoada com o dom de aprender sem conflito. Peace Pilgrim tornou-se uma fonte de infinita sabedoria, que é a essência da sefirah Hokhmah, e da compreensão e entendimento divinos, que é a essência de Binah. Ela tornou-se o epítome do espírito ordenado, fluente na visão simbólica e vivendo em completa harmonia e confiança com o divino. As suas instruções para os outros eram, para manter a natureza da verdade, muito simples: "Eu não como comida ruim, e não penso pensamentos ruins." Tradução: respeite o corpo, respeite a mente, respeite o espírito.

Desenvolver a mente impessoal é uma tarefa para a vida inteira, parcialmente porque é um desafio tão substancial, e em parte porque nos leva até as profundezas das nossas ilusões e medos. Precisamos nos reconstruir de dentro para fora, um processo que sempre nos traz inúmeras mudanças nas nossas vidas. Eu ainda não encontrei uma pessoa que seguisse um caminho de despertar consciente que não tivesse experimentado um período de "espera", durante o qual o seu interior era reconstruído. E como acontece com todas as questões do espírito, uma vez que tenhamos começado a seguir o caminho, não existe retorno.

As instruções seguintes oferecem um ponto de partida para o desenvolvimento da mente impessoal e para alcançar a visão simbólica, a habilidade de ver através da ilusão e captar o poder energético por trás dos cenários. Enquanto escrevia essas instruções, mantinha em mente as sefirot que reverberam com o sexto chakra, Hokhmah e Bi-nah. Seguir esses passos podem ajudar você a alcançar a visão simbólica e aumentar a sua capacidade para chegar até a dimensão do raciocínio divino.

• Desenvolva uma prática de introspecção, e trabalhe para tornar-se consciente daquilo em que você acredita e por quê.

• Mantenha a mente aberta, e aprenda a perceber quando a sua mente está "se fechando".

• Reconheça o comportamento defensivo como uma tentativa de impedir que as novas percepções entrem no seu campo mental.

• Interprete todas as situações e relacionamentos como se tivessem importância simbólica, mesmo que você não possa compreendê-la de imediato.

• Fique aberto para receber a orientação e inspiração através dos seus sonhos.

• Trabalhe para livrar-se de quaisquer pensamentos que promovam a auto-piedade ou a raiva, ou que culpem outra pessoa por qualquer coisa que tenha acontecido com você.

• Pratique o desapego. Tome decisões baseadas na avaliação mais sábia que você pode fazer no momento imediato, em vez de trabalhar para criar um resultado específico.

• Evite todos os julgamentos - não só aqueles feitos contra pessoas e situações, mas também aqueles ligados com o tamanho ou importância das tarefas. Em vez disso, lembre-se continuamente da verdade superior de que você não pode ver todos os fatos e detalhes de uma situação, nem visualizar as consequências a longo prazo das suas acções.

• Aprenda a reconhecer quando está sendo influenciado por um padrão ligado ao medo. Imediatamente separe-se desse medo, observando a sua influência na sua mente e emoções; então faça as escolhas que enfraquecem a influência desses medos.

• Desligue-se de todos os valores que apoiam a crença de que a vida bem-sucedida significa alcançar certas metas. Em vez disso, veja a vida de sucesso como um processo de alcançar o autocontrole e a capacidade de trabalhar nos desafios que a vida oferece. Visualize o sucesso como uma força energética em vez de uma força física. Siga sua orientação interior, e desista da sua necessidade de "provar" que a sua orientação interior é autêntica. Quanto mais você pede provas, menos provável será que você consiga alguma.

• Mantenha toda a sua atenção no momento presente - evite viver no passado ou se preocupar com o futuro. Aprenda a confiar no que você não pode ver mais do que naquilo que você pode ver."

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Ter ou não ter


Tenho grande admiração por Shakespeare e o célebre "Ser ou não ser, eis a questão."

Mimetizando - e tendo a noção que esta é a forma mais alta de elogio - vou aqui expressar as minhas opiniões sobre alguns assuntos espirituais.

Ter ou não ter:

  • Doenças
Para algumas pessoas nas quais, aparentemente, me incluo, são necessárias. Talvez por que são exageradas e teimosas como eu e, sendo assim, é a única forma de a Natureza mostrar o que está mal e obrigá-las a parar. 

Há pessoas que não têm doenças e são equilibradas energeticamente. Sabem parar frequentemente os seus trabalhos e descansar. Sabem desligar do trabalho, da família e dos amigos. Conseguem arranjar tempo e santuário para si mesmas. 

Mas, sempre pensei que, e reservo-me esta opinião um pouco radical, quem tem doenças e consegue resolvê-las, aprende muito mais sobre a natureza Humana. É um bocado absurdo, tamanho sacrifício, mas é como tudo, é uma escolha.

Contudo quem escolhe é responsável pelo que colhe.

  • Responsabilidade
Somos responsáveis por tudo o que nos acontece. Tudinho mesmo, sem excepções... Em alguma altura, no passado, fizemos uma escolha que nos conduziu ao que, agora, se passa na nossa vida. Podemos, ao olhar para trás, não ver uma causa material mas já pensaram que pode ser apenas emocional ou mental?

Acresce que os padrões de pensamento transitam de uma vida para outra e, dependem também, daquilo que pensa a tribo que escolhemos nascer e em que escolhemos viver. São transportados pela Alma, dizem algumas religiões ocidentais; subsistem no continuum mental, dizem os budistas; permanecem e perduram na aura, digo eu. 
Mas e se, em primeiro lugar, puderam ser criados, podem, também ser, mais tarde, modificados, transmutados ou eliminados. E até substituídos por outros mais saudáveis.

É difícil mas podemos sempre pedir e ter apoio.

  • Apoio
Acredito em duas forças que parecem opostas mas trabalham intimamente para o mesmo fim: o Sagrado Masculino representando o Espírito e o Sagrado Feminino representado por Gaia. Este último principio é o que sentimos mais porque é material, está ligado ao nosso corpo. É ele que sustenta a nossa Vida.
As formas que os dois princípios tomam são inumeráveis e os seus nomes são incontáveis.
O que interessa aqui é que e estão empenhados no nosso sucesso como Seres Humanos. Se nos dirigirmos a ambos, com sinceridade,somos sempre acolhidos e se entregarmos a nossa vida nas suas mãos podemos ter a certeza que tudo dará certo. A Sabedoria Universal verterá no nosso coração e seremos Mestres.

  • Mestres
É inevitável que o seremos um dia. Podemos passar uma grande parte da nossa vida a procurar o auto-conhecimento, até parecer que é uma busca infrutífera. Mas, aos poucos, atingimos a maturidade espiritual e nessa altura temos de seguir o Caminho sem mestres, sem livros, sem workshops, só com a Coragem e a Fé, perseguindo a Verdade. 
É nessa altura que criamos a nossa própria Realidade, em Consciência e com resultados de Felicidade independente e incondicional. 

É a Esperança que temos.

  • Esperança
Diz-se que é a última que morre. Eu penso que, também, é a primeira que existe. É ela a força que nos faz reencarnar. Cheios de esperanças chegamos a este mundo. É isso que vemos nos olhitos brilhantes das crianças. E é isso que devemos preservar em nós, até que vivamos a Verdade, e então, a Esperança já não seja necessária.



Paz e Amor,💙
Curadora64

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sábado, 25 de maio de 2019

Somos aquilo em que acreditamos

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De vez em quando, os ditados ou máximas, tais como o do título deste artigo, são sentidos profundamente.
Não só os compreendemos com a mente, mas calam no mais profundo da nossa Alma.

Um dia destes, ia eu no meu passeio matinal, acompanhada pela minha mãe...

Para dar algum contexto a esta estória: tenho estado doente com uma bela anemia (o que é vulgar e periódico em mim) mas também com duas tendinites (uma em cada anca), o que já não é vulgar e me fez rever alguma simbologia de doença e cura. 

Tudo isto contribuiu para que me passasse a mover a passo de caracol, a ponto de me auto-intitular "granny Pearl". :)

Subia eu penosamente a minha rua, a tentar não arfar de falta de ar mas sem sucesso nenhum. 

Eis quando paro, tentando recuperar o ar e a compostura, vejo na minha frente dois pés bastante grandes com uma pele lustrosa, muito negra. Olho para cima - demorando no processo, pois tratava-se de um gigante -, até encontrar dois olhos assustados numa cara muito bonita, com belas rastas. 

Ele, em inglês, pediu-me para eu passar ao lado dele ao que respondi que não, literalmente sem voz. Ficámos num impasse, que a minha mãe, mais esperta e prática do que nós os dois, resolveu sem dificuldade. Disse-lhe ela, em português, que eu estava doente ao que ele respondeu em inglês, tendo compreendido a minha mãe, que só não podia passar no meio de nós. Que seria mau para ele. Acabou por, e desfazendo-se em desculpas, passar do lado de fora do passeio.

De repente, "caiu-me a ficha" e compreendi tudo: ele acreditava em certas coisas que os rastafari acreditam (já tive uma fase semelhante em jovem) e eu estava  acreditar na minha doença e, de certo modo, a entregar-me a ela.

Neste episódio todo, finalmente, abri a boca para dizer à minha mãe, observando o jovem e alto desconhecido que descia a rua a passo largo: - De facto, somos aquilo em que acreditamos!

Acreditam se vos disser que, a partir desse dia, vi melhoras significativas em mim?

Paz e Amor,💙
Curadora64

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Cura Activa e Cura Passiva

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A Cura, para mim, é o retorno, de um Ser Vivo, ao estado de Harmonia e Bem-Estar Primordial, muito embora, este estado seja "novo", com nova Consciência e nova Sabedoria. 

Acredito que todas as pessoas que me procuram para a Consulta Auravista® o façam sobretudo pelo auto-conhecimento.

Mas, por vezes, noto que algumas pessoas estão à espera que eu as cure passivamente. Explico-me: esperam receber algo de mim, uma energia talvez, que facilite a sua cura. Isto sem participação activa da sua parte.

Ora, o que tenho verificado, ao longo destes anos, é que nas curas passivas é vulgar os sintomas desaparecerem durante algum tempo mas, depois de a pessoa ser exposta, de novo, à mesma situação volta tudo como antes ou pior.

Porquê?

A pessoa não mudou, porque não se responsabilizou por tudo o que lhe aconteceu e acontece, e não fez nenhum trabalho interior. O mesmo se dá quando temos um mau casamento ou um mau trabalho. Enquanto não procurarmos mudar algo em nós vamos sair e entrar em relações e trabalhos "iguais" com uma agravante: é cada vez pior, porque existe uma chamada de atenção mais "gritante".

Isto, acontece a todos nós de mil formas diferentes, mas a causa é a mesma. Nessas alturas, tudo grita mudança e é preciso parar, investigar aquilo que está mal e depois é preciso eliminar "algo" em nós e na nossa vida. 

E, é esta atitude que define a Cura Activa. No final do processo, a nossa Alma e Corpo ficam alinhados e dá-se a Cura em todos os sete corpos. Não mais seremos desestabilizados por essas situações. 

Mas seremos por outras... Felizmente já teremos mais Sabedoria e Experiência e não vamos desesperar, já sabemos como temos de lutar.

As pessoas que sabem fazer isto a si mesmas, e sabem indicar aos outros como o fazer, são Curadoras.

E, com o tempo, aprendem que nem todos nós estamos preparados para conseguir este feito, nem todos temos (ainda) esta capacidade. E, alguns nem, sequer, querem ser curados de forma alguma: nem passiva nem activamente. Não nos cabe insistir, cada um sabe de si...

Existe uma lei que diz: "Quando o Aluno está pronto, o Mestre aparece." Neste caso, assim como em quase todos, o Aluno e o Mestre são o mesmo. :)

Paz e Amor,💙
Curadora64

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Fechando ciclos: A simplicidade da Vida

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Por vezes, corremos atrás de soluções complicadas quando, tudo o que é necessário, é o retorno à simplicidade da Vida.

A maior parte das doenças pede-nos descanso do corpo e quietude da Alma.

Aqueles que são Curadores verificam que a cura se dá ao rectificarem as suas atitudes e padrões de pensamento, tornando-os mais adaptados aos ritmos da Natureza.

Devemos respeitar os ciclos da Natureza para termos uma boa saúde e sermos felizes.

Energeticamente somos criaturas setenárias e os nossos ciclos de Vida também o são.

No final de cada ciclo, impõe-se uma paragem e uma reflexão. Reparem que a semana também tem sete dias e no final descansamos, pelo menos, um dia.

Citando Clarissa Pinkola Estes em "Mulheres que correm com os lobos: mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem":

"Temos aqui ciclos de sete anos cada, que se estendem por toda a vida da mulher. Cada um tem seus ritos e suas tarefas. Cabe a nós cumpri-los.

Proponho o que se segue apenas como metáforas do crescimento psíquico. As idades e os estágios da vida da mulher fornecem tanto tarefas a serem realizadas quanto atitudes nas quais enraizá-las. Por exemplo, se de acordo com o esquema que se segue vivermos o suficiente para entrar na fase ou no lugar psíquico dos seres da névoa, o lugar em que todo pensamento é novo como o amanhã e antigo como o início dos tempos, nós nos encontraremos entrando em ainda mais uma atitude, mais uma maneira de ver, bem como descobrindo e realizando as tarefas de consciencialização a partir dessa posição privilegiada.

As imagens seguintes são fragmentos. No entanto, partindo-se de metáforas suficientemente amplas, podemos elaborar, a partir do que sabemos e do que sentimos acerca do conhecimento antigo, novos insights para nós mesmas que tanto são plenos de força espiritual quanto fazem sentido para nós hoje mesmo. Essas imagens são baseadas livremente na experiência e observação empíricas, na psicologia do crescimento e em fenómenos encontrados nos mitos da criação, que são alguns dos melhores esqueletos fundamentais dos registos psicológicos humanos.

Essas fases não se destinam a ser vinculadas inexoravelmente à idade cronológica, pois algumas mulheres aos oitenta anos estão, em termos de desenvolvimento, no início da mocidade; algumas mulheres aos quarenta estão no mundo psíquico dos seres da névoa; e algumas de vinte anos têm tantas cicatrizes quanto velhas enrugadas e idosas. Não se pretende que as idades tenham um sentido hierárquico, mas que simplesmente pertençam à consciência da mulher e à expansão da vida da sua alma. Cada idade representa uma mudança de atitude, uma mudança na atribuição de tarefas e uma mudança nos valores.

  •  0-7 idade do corpo e do sonho/socialização, mantendo, porém, a imaginação
  •  7-14 idade da separação bem como do entretecimento da razão e do imaginário
  • 14-21 idade do novo corpo/início da mocidade/desdobramento da sensualidade, apesar de protegida
  •  21 - 28 idade do novo mundo/nova vida/exploração dos mundos
  •  28-35 idade da mãe/aprendizado de ser mãe para os outros e para si mesma
  •  35-42 idade da procura/aprendizado de ser mãe do self/procura do self
  •  42-49 idade da velha precoce/descoberta do acampamento distante/transmissão de coragem aos outros
  •  49 - 56 idade do outro mundo/aprendizado dos termos e dos ritos
  •  56 - 63 idade da escolha/escolha do próprio mundo e do trabalho ainda a ser feito
  •  63-70 idade da transformação em sentinela/reformulação de tudo que se aprendeu
  • 70 - 77 idade do rejuvenescimento/mais velhice
  • 77 - 84 idade dos seres da névoa/mais descobertas do que é grande no que é pequeno
  • 84 - 91 idade de tecer com o fio escarlate/compreensão da trama da vida
  • 91 - 98 idade do etéreo/menos a dizer, mais a ser
  • 98-105 idade do pneuma, da respiração
  • 105+ idade da atemporalidade

Para muitas mulheres, a primeira metade dessas fases do conhecimento da mulher, digamos, aproximadamente até os quarenta anos, revela nitidamente um movimento do conjunto autónomo de percepções instintivas da primeira infância até o conhecimento corpóreo da mãe profunda. Já na segunda metade das fases, o corpo transforma-se quase exclusivamente num dispositivo sensorial interno, e as mulheres vão ficando cada vez mais subtis.

Durante a trajectória da mulher por esses ciclos, suas camadas de defesa, protecção e densidade vão se tornando mais diáfanas até que o brilho da sua própria alma começa a transparecer. Podemos sentir e ver o movimento da alma dentro da psique corporal de uma forma surpreendente à medida que envelhecemos cada vez mais.

Portanto, o sete é o número da iniciação. Na psicologia arquetípica há literalmente dezenas de referências ao símbolo do sete. Uma referência que considero valiosíssima para ajudar as mulheres a diferenciar as tarefas que as esperam, bem como para determinar sua posição actual na floresta do outro mundo faz parte das antigas atribuições dos sete sentidos. Acreditava-se que esses atributos simbólicos pertencessem a todos os seres humanos, e eles aparentemente constituíam uma iniciação na alma através das metáforas e dos sistemas reais do corpo.

Segundo os ensinamentos antigos, os sentidos representam aspectos da alma, ou do "santo corpo interno", e devem ser exercitados e desenvolvidos. Embora o trabalho seja longo demais para ser exposto aqui, gostaria de dar apenas uma olhada nessa antiga tradição. São os seguintes os sete sentidos e, portanto, as sete áreas de tarefas a cumprir: animação, sensação, fala, paladar, visão, audição e olfacto.

Dizia-se que cada sentido estaria sob a influência de uma energia dos céus.

Para trazer isso de volta à realidade, quando as mulheres trabalhando em grupo falam nessas coisas, descrevem-nas, exploram-nas e as investigam, elas podem usar essas metáforas, a partir da mesma referência, para melhor examinar os mistérios dos sentidos: o fogo anima, a terra provoca a sensação, a água produz a fala, o ar leva ao paladar, a névoa gera a visão, as flores propiciam a audição e o vento sul cria o olfacto.

A partir do traço ínfimo que restou do antigo rito iniciático nessa parte da história, especialmente a expressão "sete anos", tenho a forte impressão de que os estágios da vida inteira da mulher, bem como questões como a dos sete sentidos e de outros itens tradicionalmente contados aos sete, eram ressaltados para a inicianda dos tempos de outrora e mesclados nas suas tarefas."

A origem destes ciclos vem da Mãe Cósmica da Terra: a Lua. Cada ciclo lunar tem sete dias cumprindo um total de um mês lunar com 28 dias. No início de cada lua nova deve-se também descansar como preparação para um novo mês Lunar.


Estamos aos poucos a evidenciar, cada vez mais, a consciência e respeito por estas antigas leis. Quando assim o for, na sua totalidade, viveremos em Paz e Harmonia.

Paz e Amor,💙
Curadora64

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quinta-feira, 18 de abril de 2019

O renascimento da Águia


A Lição Da Águia 

Nada Renasce sem que antes tenhamos libertado os pesos acumulados ao longo da vida.

Quando, por vezes, fazemos um balanço da nossa vida, podemos perceber que os objectivos a que nos tínhamos proposto não foram totalmente atingidos, ou, até chegarmos à conclusão que as coisas se repetem gradualmente, como se estivéssemos vivendo em círculos, no entanto, é normal, continuarmos sem nos libertarmos completamente “das coisas velhas” e ainda com tudo às costas, voltarmos a fazer promessas de novo começo e novos objectivos para o ano novo em que iremos entrar.

Cada ano que começa trás consigo a esperança e o desejo de “renascimento”, mas para o conseguirmos realmente temos de deixar para trás, tal como esse ano que terminou, tudo o que é velho, abandonar velhas e sufocantes situações, apegos, mágoas, sentimentos de culpa, pesos acumulados ao longo desse ano e até ao longo da nossa vida, ou seja, desapegarmos-nos para podermos renascer, como nos ensina a Lição da Águia.

A águia é das aves a que possui a maior longevidade, chegando a viver cerca de 70 anos, mas para chegar a essa idade mais ao menos por volta dos 40 anos ela está com as unhas tão compridas e flexíveis que não consegue continuar a agarrar as presas com as quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo, curva-se. As asas estão envelhecidas e pesadas devido à grossura das penas. Voar torna-se bastante difícil para ela.

Então a águia só tem duas alternativas, morrer ou enfrentar um doloroso processo de renovação que durará 150 dias.

Este processo consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se num ninho próximo a um paredão onde terá de ficar até que possa voar de novo. Após encontrar esse lugar a águia começa a bater com o bico na parede até conseguir arrancá-lo, para que seja possível nascer um novo, com o qual arrancará as unhas. Quando as novas unhas começam a nascer começa a arrancar as penas velhas para que nasçam novas. Só após 5 meses ela sai para o famoso voo de renovação e para viver então mais 30 anos.

Na nossa vida, muitas vezes temos de nos resguardar por algum tempo, antes de começarmos o nosso processo de renovação. E para que continuemos um voo de vitória, devemos desprender-nos de lembranças, costumes e outras situações que nos causaram dor. Enfim, desapegar-se. Saber perdoar é o primeiro passo para a renovação interior.
Somente livres do passado poderemos aproveitar o valioso resultado de um renascer.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

FRENTE AL ESPEJO


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Este ejercicio es fundamental. Debería practicarlo siempre. Lo ideal será hacerlo desnudo y después de haber terminado de bañarse. 

El espejo utilizado debe ser, de preferencia, de cuerpo entero. 

De hecho, lo importante es quedar con lo máximo de piel expuesta. Asegúrese de que nadie va interrumpir su ejercicio y mantenga una luz natural y suave, si fuere posible.

Con más práctica va ver con más luz, pero al principio es mejor así. 

De la misma forma que en el ejercicio anterior, debe buscar una luz colorida inmediatamente a seguir a la piel. 

Concentre su mirada en la zona de los hombros por ejemplo. 

Cuando lo hago, veo una lista de luz color amarillo claro, brillante y vibrante, que rodea todo el cuerpo. Tiene dos dedos de espesura. 

Algunas personas que conozco no la ven, aunque si ven la lista siguiente que es mucho más ancha. Cerca del cuerpo es más intensa y después se va desvaneciendo. 

Cuanto más elevada sea la espiritualidad de la persona mayor es el tamaño del aura. En escritos antiguos se habla del aura de Buda que podía alcanzar kilómetros. 

A principio, máximo podrá ver un aura con cerca de dos palmos. Cuando intento ver la mía, veo una faja de color violeta muy pálido. 

Tengo otros colores y los veo si sigo mirando la piel hacia abajo en el sentido de las piernas o hacia arriba en el sentido de la cabeza. Pero mi color básico actual es violeta. 

Cuando se sienta cansado o deje de ver no lo fuerce. Puede seguir mañana. Asi aprende más facilmente. Basta unos segundos por día. La mayor parte del tiempo del ejercicio se gasta en la preparación del ambiente adecuado. 

Si llega a la casa muy cansado, primero descanse e reponga energías, si está bravo o muy deprimido también puede que no vea nada. 

Deje los ejercicios para un momento del día en que está en su estado normal. Obtendrá mejores resultados. 

La segunda vez que lo intente puede concentrarse en la zona de la cabeza; intente la parte superior: aparte la faja básica envolvente, va ver varias listas verticales, horizontales y longitudinales. Estas van tener, máximo, cuatro dedos de espesura y colores variados. 

En esta zona yo habitualmente veo fajas amarillas y verdes, lado a lado. Esto inmediatamente después del halo dorado y de la taza dorada en media luna. 

Seguramente va ver lo mismo con práctica, pues todos las tenemos, no solo los santos. Los colores solo van cambiando, van quedando más puros y bellos, según nuestra evolución espiritual.

Paz y Amor,
Curadora64 

Traducción: Lúcia (gracias 💙)


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sábado, 6 de abril de 2019

El Árbol Espiritual - cómo (re) crearlo

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Siempre digo que, al iniciar el Camino Espiritual, primero debemos subir hasta el Cielo (Sagrado Masculino) que es el Espíritu.
Como partimos siempre de un cuerpo físico, ya tenemos en nosotros las semillas del Sagrado Femenino que nos dan todo hasta cierto punto ... Es como una Madre que da todo al hijo mientras él es pequeño y necesita de ella. Esta es la raíz del árbol.
Al despertar tenemos que buscar al Padre y unirnos a él. Engendramos así el tronco de nuestro árbol que es compatible en altura con cuán profundas son nuestras raíces.

Al seguir ese Camino Espiritual vamos creando ramas y más tarde hojas. Las hojas son nuestros éxitos mentales y las ramas la fortaleza de nuestra mente.
Si hacemos un buen trabajo en la dinámica de las emociones y pensamientos conseguimos dar frutos y flores, siendo estas últimas lo que emanamos y los primeros el trabajo que hacemos al cambiar / transformar el Mundo material para mejor.
Sin embargo, hay un detalle: la copa de un ser idéntico en todo el sistema de la raíz y el mejor ejemplo es el árbol celta de la vida que es muy equilibrado.
En términos prácticos: a medida en crecemos, tenemos que volver frecuentemente al inicio, verificando y cuidando nuestras raíces para que ellas crezcan vigorosas acompañando nuestros éxitos en la copa del árbol.
Es natural que surjan ritmos de crecimiento de la copa en que estamos más abiertos al mundo y nuestro trabajo es más visible y otros en que necesitamos de recogimiento y reclusión para dejar que nuestras raíces crezcan un poco más.
Estoy en esta última fase últimamente ... si sienten que es lo que necesitan no contradigan ... cedan al ritmo natural y se entreguen.
Hay un libro que me ha ayudado mucho, pueden descargar aquí en este enlace:
Las mujeres que corren con los lobos de Clarissa Pinkola Estès
Al contrario de lo que pueda parecer por el título, éste es un libro para hombres también. El Sagrado Femenino es nuestra Casa, nuestra Base aquí en la Tierra, quien lo entienda puede evolucionar muy rápido debido a la ayuda preciosa de la Madre Tierra.

Paz y Amor,
Curadora64

Traducción: Sonia Cecilia (gracias 💙)

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quarta-feira, 3 de abril de 2019

A Árvore Espiritual - como (re)criá-la

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árvore celta da vida

Sempre digo que, ao iniciar o Caminho Espiritual, primeiro devemos subir até ao Céu (Sagrado Masculino) que é o Espírito. 

Como partimos sempre de um corpo físico, já temos em nós as sementes do Sagrado Feminino que nos dão tudo até um certo ponto... É como uma Mãe que dá tudo ao filho enquanto ele é pequeno e precisa dela. Esta é a raiz da árvore.

Ao acordarmos temos de procurar o Pai e unirmos-nos a ele. Engendramos assim o tronco da nossa árvore que é compatível em altura com o quão profundas são as nossas raízes. 

Ao seguirmos esse Caminho Espiritual vamos criando ramos e mais tarde folhas. As folhas são os nossos sucessos mentais e os ramos a fortaleza da nossa mente. 

Se fizermos um bom trabalho na dinâmica das emoções e pensamentos conseguimos dar frutos e flores, sendo estas últimas aquilo que emanamos e os primeiros o trabalho que fazemos ao mudar/transformar o Mundo material para melhor.

Existe contudo um pormenor: a copa da árvore tem de ser idêntica em tudo ao sistema de raízes e o melhor exemplo é a árvore celta da vida que é muito equilibrada.

Em termos práticos: à medida em crescemos, temos de voltar frequentemente ao início, verificando e cuidando das nossas raízes para que elas cresçam vigorosas acompanhando os nossos sucessos na copa da árvore.

É natural que surjam ritmos de crescimento da copa em que estamos mais abertos ao Mundo e o nosso trabalho é mais visível e outros em que precisamos de recolhimento e reclusão para deixarmos as nossas raízes crescerem mais um pouco.

Estou nesta última fase ultimamente... se sentirem que é o que necessitam não contrariem... cedam ao ritmo natural e entreguem-se.

Existe um livro que me tem ajudado muito, podem descarregar aqui neste link:


Ao contrário do que possa parecer pelo título, este é um livro para homens também. O Sagrado Feminino é a nossa Casa, a nossa Base aqui na Terra e, quem o entender, pode evoluir muito rápido devido à ajuda preciosa da Mãe Terra.

Paz e Amor,💙
Curadora64

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sexta-feira, 29 de março de 2019

BODHICHITTA – LA MENTE ILUMINADA





Todos los seres vivos que están lejos de la Fuente de la Verdad son infelices. Y si es cierto que todos buscan la Felicidad, solo un pequeño número busca la Verdad.

Al buscar la felicidad en cosas banales, tienen acceso a algo fugaz e insatisfactorio, que solo les traerá preocupaciones y mucho más karma malo. 

Si no contribuyen con acciones que alivian a los demás, no ganan karma positivo y pronto tienen un saldo negativo. 

Por otro lado, si acumulan karma positivo, la Mente iluminada va tener condiciones de ser percibida e incluso manifestada en ellos. 

Esta Mente Iluminada es la Bodhichitta, centella del cuerpo Búdico. 

Porque tanto la Compasión-amor puro en acción, que es la Bodhichitta relativa (que cada uno de nosotros posee en su interior) y la Sabiduría, la Bodhichitta absoluta que proviene de la Verdad o Dharma, son las únicas armas capaces de disolver e incluso eliminar la ignorancia. 

Sin la ignorancia no existe manifestación del ego, ni emociones negativas. Dejan de tener sentido… 

Sin embargo, para llegar aquí es preciso hacer un voto y una práctica constante de dedicación de todo en nuestra vida a la liberación de todos los seres de la rueda de las reencarnaciones (Samsara). Este es el voto de todos los Bodhisattvas, sean ellos aspirantes o realizados. 

Existe un gran altruismo inicial cuando hacemos este voto, pero es algo natural y que sentimos que lo debemos hacer en algún punto de nuestras vidas. Eso coloca en movimiento fuerzas del universo, fuerzas que son independientes de las leyes del Tiempo y del Espacio, independientes de la dualidad. 

Y porque es un caso extremo de amor y compasión por todos los seres vivos, este Ser, que así se entrega a la Bodhichitta, tiene un mérito superior a todos los otros que generan karma positivo de forma natural a través de buenas acciones. Es semejante a un árbol cuyos frutos se multiplican por millones y nunca perecen, al paso que el karma normal está sujeto a una anulación por el karma negativo.

El Gran Ser que se genera con este voto sincero de dedicación a servir a todos los seres vivos con compasión y sabiduría es el Bodhisattva y está al alcance de todos nosotros. Sin embargo, pocos sienten el llamado y aún menos perseveran en el Camino. 

Si retiramos a un ser humano todos los velos de la ignorancia y del ego, tendremos un Buda, que hizo un voto de Bodhisattva y se manifiesta en este mundo. Ahí el camino es angosto… 😊

Todo esto está en nuestras manos, todos lo podemos hacer. Podemos seguir este camino con mucho trabajo espiritual por delante, pero siempre con ayuda de la Bodhichitta, la Mente Iluminada. Ella siempre estuvo con nosotros y siempre estará.

Paz y Amor,  💙
Curadora64 

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Traducción: Lúcia (gracias 💙)

Tradutora Freelancer:  Maria Reis (Lúcia)



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"Se não existe vida fora da Terra, então o universo é um grande desperdício de espaço."- Carl Sagan
Posted by Auras, Cores e Números on Sábado, 29 de agosto de 2015

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