Este médico e técnico de eletricidade, responsável pela eletroterapia, de um
hospital de Londres, o St. Thomas, publicou em 1911, um estudo sobre a aura
humana.
Este livro pode ser descarregado aqui:
Walter
Kilner estava muito avançado para o seu tempo e estas suas atividades não
foram bem compreendidas na altura.
Apesar de ele estar avançado mais de 50 anos em relação à
era dos semicondutores, teve a genialidade de perceber que a aura é uma radiação
que está na banda dos ultravioletas.
Os raios ultravioleta têm um comprimento de onda menor que a da luz visível e maior que
a dos raios X,
de 380 nm
a 1 nm. O nome significa mais alta que (além do) violeta
(do latim ultra), pelo fato de que o violeta é a cor visível com
comprimento de onda mais curto e maior frequência.
Por isso é de todo o interesse colocarmos o nosso cérebro a
trabalhar numa onda mais lenta (menor vibração) e numa maior frequência.
Isso consegue-se com técnicas de Yoga tal como a meditação,
respiração especial e alguns asanas.
Veja mais aqui sobre as ondas cerebrais:
Já Kilner preferia usar lâminas de vidro ou "Telas
Kilner" contendo as soluções alcoólicas de corantes de várias cores, incluindo um corante de alcatrão de hulha azul chamado "dicyanin" foram usados como filtros em "Kilner Goggles",
que, juntamente com luzes, foram usados para treinar os olhos
perceber radiação electromagnética
fora do espectro normal da luz visível. Depois de ter sido assim treinado, pode-se prescindir do aparelho. Kilner não recomendou apenas
a visualização da aura através dessas
lentes.
O objetivo
dele era treinar e depois ver-se a aura de forma natural. Até porque os químicos
usados eram bastante desagradáveis.
De acordo com seu estudo, Kilner
e seus associados conseguiram, em muitas ocasiões, perceber formações áuricas, que ele chamou de duplo etérico, a
aura interna e a aura exterior, estendendo-se várias polegadas de corpos
nus dos pacientes, e no seu livro
deu instruções através das quais o leitor pode construir
e usar óculos de proteção similares.
Francis J. Rebman, um amigo de Kilner apoiou a sua investigação nos Estados Unidos onde aliás o livro foi impresso.
Francis J. Rebman, um amigo de Kilner apoiou a sua investigação nos Estados Unidos onde aliás o livro foi impresso.
Na
Inglaterra ele foi pouco apreciado nessa altura, mas a partir de 1970 foi
aclamado como um dos mestres da Nova Era.
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