Quando estudei Electrónica e Telecomunicações apercebi-me que o nosso corpo se comporta, conforme as circunstâncias, como um dínamo produzindo energia, como um motor gastando energia e como uma antena captando energia ou enviando-a.
É mais que evidente que, ao podermos fazer todas essas coisas temos de possuir um campo electromagnético poderoso.
Isto não é exclusivo dos seres humanos. As plantas e os animais e até o reino mineral possui o mesmo com algumas diferenças e em menor ou maior grau de intensidade.
O planeta onde vivemos possui a sua própria aura, visível sobretudo nos pólos, onde é mais forte.
Nestes últimos anos o electromagnetismo da Terra tem-se alterado reduzindo a sua intensidade em certos pontos e aumentado noutros locais.
Ao mesmo tempo a frequência da Terra, que é directamente proporcional à sua energia tem aumentado bastante. Em 1989, ano da convergência harmónica*, tínhamos um valor de 8 Hz e a última medição é de 13 Hz.
A energia dos humanos também tem aumentado. Aliás, a energia da Terra aumenta ou diminui por causa dos humanos.
Vivemos nos tempos da física-quântica. Já sabemos, graças a Einstein, que tudo é energia.
A energia tem associada a frequência ou vibração, que é uma espécie de assinatura dessa entidade. É também um “número de telefone” em termos esotéricos e metafísicos.
Nós já sabemos estas coisas todas por intuição há muito tempo. Por exemplo, quando alguém que amamos adoece, costumamos rezar ou pedir pela saúde desse ente querido. Ao fazermos isso mantemos em mente a sua imagem, pois bem, a imagem da pessoa corresponde à sua vibração, à sua assinatura energética.
Os livros védicos, da Índia mantinham esta tradição há milhares de anos.
Quando o meu mestre de Yoga me ensinou que, tudo era energia e que todos somos um, pois a energia é a mesma, eu era muito jovem mas comecei à procura de livros de física, principalmente de relatividade.
Como ainda não tinha muitas bases académicas li primeiro o livro de Bertrand Russel, um grande filósofo que explica de uma maneira simples a mecânica quântica necessária para levantar grandes questões sobre a relatividade do tempo e do espaço. (ABC da relatividade)
Quando na faculdade o meu professor de Electrónica I falou sobre os transístores, não me admirei nada de termos de estudar mecânica quântica a sério - desta vez com muita matemática, para minha delícia - para entendermos o principio inerente.
Neste momento a física newtoniana já não nos basta, aliás nunca bastou em termos globais. Falo da mentalidade ocidental; cada vez recebo mais mails sobre o presente (Agora). São enviados por pessoas sem conhecimentos avançados de Física e que, não obstante, já compreenderam que o tempo não é como nos ensinaram, na verdade o tempo não é absoluto.
O espaço tridimensional que conhecemos, é pouco para os nossos conhecimentos de chakras (centros de energia do nosso corpo) e de Yoga, que hoje em dia qualquer um possui.
Ao falarmos em corpos correspondentes a cada chakra, cada um com a sua energia, frequência, vibração e cor correspondentes; a pergunta frequente e normal é: em que dimensão se manifestam esses corpos?
Não é nesta 3ª dimensão, pois nesta dimensão temos apenas o corpo físico, chakra básico de cor vermelha e frequência mais baixa.
Então se temos mais corpos eles forçosamente têm de estar noutras dimensões e assim é; somos portanto seres multi-dimensionais capazes de atingir frequências e energias muito superiores à do corpo físico.
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*Segundo Kryon, canalizado por Lee Carrol foi o ano em que a contagem de energia total da Terra atingiu o ponto de não retorno no que diz respeito à Ascensão. (http://www.kryon.com/menu.html)
Paz e Amor,
Curadora64
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