Pesquisar neste blogue

Publicação em destaque

Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

Mostrar mensagens com a etiqueta Sírius. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sírius. Mostrar todas as mensagens

sábado, 6 de julho de 2013

A NOSSA CASA NAS ESTRELAS


Somos relativamente recentes quando comparados com os nossos irmãos das estrelas, aqueles que nos deram origem.

Se leu o último post sobre o Eixo Sirius-Pleiadiano e Gaia já percebeu que foi aí que a nossa raça, a raça humana, teve origem.

Eu diria mais, foi aí que, pela primeira vez, se pensou no projeto Gaia.

Pois bem, continuando esse assunto…

Duas raças de origem diferente e de aspeto muito diferente também, os Felidae de Sírius e os Pleiadianos, unidos por uma grande amizade, colonizaram a zona intermédia do seu espaço celeste. Um conjunto de Estrelas, as Híades foi o início de um projeto um bocadinho diferente do da Terra.

Na Terra, a experiência dos dois povos estelares, foi uma colaboração espiritual e mental, que continua até hoje, e está amplamente descrita no post A Natureza Siriana dos Cães, Gatos e Cetáceos.




Mas, nas Híades, a situação vivida foi outra. As duas raças misturaram-se, dando origem a outra raça: a raça acobreada. 

Estes seres têm uma cor muito escura com tons acobreados cintilantes. Os olhos são verdes e a compleição é tipicamente Pleiadiana. Ou seja, são muito parecidos connosco na forma e tamanho.

A sua aura é predominantemente verde e de outras cores não vistas aqui na Terra. Aliás as cores nestes planetas são diferentes. Por exemplo, nos lugares onde devia estar o azul está o vermelho, onde seria verde é amarelo, etc.

Quando uma supernova explodiu formando a nossa constelação de Sagitário, onde se situa a Terra e o nosso sistema estelar, a atenção de alguns seres que viviam nos confins do espaço sideral, mais propriamente noutro universo, foi atraída.

Eles sabiam que era a altura de agir e assim plantarem novos mundos. Ao fim de muitos milhões de anos, depois de a Terra ter arrefecido o suficiente e do nosso sol ter estabilizado as suas emissões radiativas, eles vieram em grandes naves e trouxeram grandes plantas e animais de grande porte.




Depois de mais alguns milhões de anos, dividiram a Pangeia em vários continentes e substituíram as plantas e os animais de grande porte por outros mais refinados.
O molde usado com sucesso e que deu origem à nossa raça humana foi inspirado no DNA Pleiadiano. 

Esses animais e plantas evoluíram segundo as suas espécies, grandes civilizações floresceram, e os Seres viviam com eles convivendo e ensinando a sua tecnologia. 

Entretanto, houve uma guerra estelar entre os nossos Guardiães em que a facção vencida foi perdoada e integrada numa espécie de federação que abrange vários universos. Alguns desses seres que foram vencidos eram pérfidos e tinham intenções ocultas, que em breve se tornaram evidentes.

Os seres estelares que nos deram origem, tinham e têm o mesmo aspeto que nós, mas pertencem a uma Federação de seres que são de origens e forma muito diversas: alguns são metade homem metade animal. Alguns têm cabeça de pássaro, outros têm cornos e caudas, uns são minúsculos e outros gigantes, etc.

Porque embora os nossos Guardiães, foram e sejam cada vez mais avançados tecnologicamente, a sua evolução de ética e de “amplitude de coração”, aquilo que chamo de compaixão, não foi acompanhada satisfatoriamente por alguns indivíduos, nessa altura.

Essa falta de compaixão, ambições de poder e a satisfação de prazeres egoístas de alguns dos Guardiães, deu origem a muito sofrimento aos nossos antepassados, que foram tratados como escravos e sofreram as consequências radioativas das suas guerras estelares.

Muitas das nossas lendas refletem essa realidade e já foram referidas noutros artigos.

Uma delas é precisamente a do Touro enfeitado de flores (Zeus disfarçado) que raptou Europa, ela deu incontáveis filhos a Zeus.

As flores do Touro representam as Híades e o DNA que “veio” do Touro de Zeus e deu origem a filhos humanos.

Por acaso, reza a lenda, que estes filhos nunca se entenderam…irónico! Os filhos da Europa hoje em dia, são os países que também lutam para se entenderem e já deram origem a duas guerras mundiais no passado.

Somos bem filhos do nosso “pai Zeus”…e os nossos Guardiães sabem disso, sendo essa a razão de nos vigiarem mais assiduamente desde que perceberam que dominamos os segredos do átomo.

Entretanto, os seres pacíficos da confederação evoluíram e aprenderam com os erros deles. Têm esperado a nossa maioridade mental e emocional como Humanos, para que possamos com responsabilidade, assumir o nosso lugar na federação dos universos.

Esse lugar implica o acesso a um saber imenso, e esse saber implica uma expansão mental para que a maioria de nós ainda não está preparada, assim como um desenvolvimento do sentimento da compaixão que só um chakra cardíaco plenamente desenvolvido pode oferecer.

Temos um longo caminho para percorrer ainda, mas esse é o nosso destino…está escrito nas estrelas e no nosso DNA. ;)


Fontes:




Paz e Amor,
Curadora64

Copyright © Curadora64 All Rights Reserved. You may copy and redistribute this material so long as you do not alter it in any way, the content remains complete, and you include this copyright notice link:

domingo, 23 de junho de 2013

O eixo Sírius-Pleiadiano e Gaia




Se olharmos com atenção para a posição da constelação Oríon no espaço percebemos que fica entre Sírius (estrela alfa da constelação Cão Maior) e a constelação de Touro.
Na cauda desta última ficam as Plêiades, as sete irmãs, filhas de Atlas e Plêione: Alcíone, Astérope, Electra, Maia, Mérope, Taígete e Celeno.
                              
A posição do guerreiro de braço direito erguido segurando uma moca, por vezes representado com um escudo no braço esquerdo (outras vezes com uma pele de leão) e com um cinturão de três estrelas obliquas ao equador celeste (as três Marias: Mintaka, Alnilam, Alnitak) é por demais conhecida, emblemática até.
Quem era este bravo guerreiro?

O seu nome era Oríon. Diz uma das lendas conhecidas, que Oríon era um gigante caçador, filho de Poseidon com uma mortal, amado por Artemisa, com quem quase se casou.
O irmão de Artemisa, Apolo, por sua vez, aborrecia-se com tal aproximação entre os dois, chegando a censurar diversas vezes sem nunca obter resultado.
Certo dia Apolo teve a oportunidade de se ver livre de seus aborrecimentos, percebendo que Oríon vadeava pelo mar apenas com a cabeça fora d’água desafiou sua irmã, outra exímia caçadora, a acertar o alvo que distante se movia.
Impecável em sua pontaria ela atingiu em cheio seu amado, que fugia de um escorpião que Apolo havia enviado para matá-lo. O corpo, já moribundo, de Oríon foi conduzido à praia pelas ondas do mar.
Percebendo o engano que havia cometido, Artemis, em meio às lágrimas, pediu para Zeus colocar Oríon e o escorpião entre as estrelas: o gigante trajado com um cinto, uma pele de leão, armado de uma espada e de sua clava, acompanhado por Sírius, seu cão, fugindo de seu inimigo escorpião.
A linha de três estrelas do cinto de Oríon fornece uma orientação útil para as outras estrelas e um eixo: estendendo-se para sudeste, leva-nos a Sírius na constelação de Cão Maior e para noroeste conduz-nos à estrela Aldebarã, em Touro. Continuando nessa direção aparecem as Plêiades.
Todas estas estrelas têm uma mitologia muito rica não só inspirada nos seus movimentos na esfera celeste mas também em algo mais...
                                     Djed de Osíris
Oríon tem Osíris como seu equivalente na mitologia egípcia, e a Câmara do Faraó, na grande pirâmide, está com o canal virado para Oríon, o que permitia ao Faraó morto reunir-se com Osíris, ascendendo assim aos céus.

Na Mitologia nórdica, a constelação é denominada "Frigga Distaff" (Fuso de Frigga). Como a constelação está no equador celestial, vários intérpretes sugerem que as estrelas que giram no céu da noite podem ter sido associadas com a roda girando da deusa Frigga.
Frigga, é a Deusa-Mãe da dinastia de Aesir. Esposa de Odin e madrasta de Thor, é a deusa da fertilidade, do amor e da união. É também a protetora da família, das mães e das donas-de-casa, símbolo da doçura.
A palavra 'áss' de Aesir, possivelmente significa 'feixe' ou 'correio' na língua nórdica arcaica.
Ainda na mitologia nórdica um gigante chamado Ymir era feito de gelo. À medida que derretia, o seu lento gotejar ia formando as coisas do mundo.
Os sumérios enalteciam as façanhas de Gilgamesh, também chamado "O Esquecido". Também um gigante, Gilgamesh enfrentou bravamente o touro Gutanama, auxiliado por seu companheiro Enkidu.
Resistiu ao assédio da deusa Ishtar e atravessou o mundo conhecido em busca de Utnapishtim, o único sobrevivente do Grande Dilúvio. Suas proezas são contadas na Epopéia de Gilgamesh, possivelmente o livro mais antigo do mundo.
Os chineses lembravam os feitos de Tsan, o supremo comandante, enquanto no Brasil pré-colonizado, existia a figura de Zilikawai, o grande homem.
Mas o que todos esses personagens tem em comum?
Órion, Osíris, Gilgamesh, Ymir, Tsan e Zilikawai estão todos presentes no céu, representados pela mesma constelação, não por acaso chamada Órion.

                          
                                A nebulosa de Órion, M42 ou NGC 1976
Em 1959, o Prof. Julio Minham, membro da Associação Brasileira de Astronomia, testemunhou o seguinte sobre a Nebulosa de Órion e os escritos de Ellen G. White:
 
O observatório de Monte Palomar na Califórnia, na época um dos mais sofisticados observou que em Órion parecia ter um “túnel”.
 

“Uma escritora e vidente americana, E.G. White, que nada sabia de astronomia e que, provavelmente, nunca ouviu falar na Nebulosa de Órion em um de seus livros traduzidos para o português com o título de Vida e Ensinos, depois de comentar esta luminosidade escreveu:
 
“(...) Isto dito tão simplesmente por quem nunca olhou um livro de astronomia nem sonhava com bur a co s em parte alguma do céu só pode ser creditado a dois fatores: histerismo ou inspiração.
 
“(...) Para ser histerismo, parece científica demais a afirmação de que toda uma cidade [a nova Jerusalém] tenha livre passagem pelo túnel de Órion. A escritora não sabia do túnel nem que ele é tão largo ao ponto de comportar 90 sistemas solares. Terá sido revelado a esta escritora uma verdade que os astrónomos não puderam descobrir?

Betelgeuse significa Porta da Casa de Deus segundo alguns etimologistas.


Ainda não sabemos toda a verdade, mas tudo isto são pistas para um dia descobrirmos a nossa história como Sementes de Estrelas.
Deixo-vos um filme, no mínimo interessante:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=yYhdmWXclJo


Paz e Amor,
Curadora64


Copyright © Curadora64 All Rights Reserved. You may copy and redistribute this material so long as you do not alter it in any way, the content remains complete, and you include this copyright notice link:
http://auras-colours-numbers.blogspot.com/2013/06/o-eixo-sirius-pleiadiano-e-gaia.html
   
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

copyscape

Protected by Copyscape

Qigong

Sobre o Amor

Meridianos MTC

Kundalini

Toroide - Energia Livre

Formas de Pensamento

A Grande Invocação

Aura - o que é?

Controlo da Mente

Vida ET


"Se não existe vida fora da Terra, então o universo é um grande desperdício de espaço."- Carl Sagan
Posted by Auras, Cores e Números on Sábado, 29 de agosto de 2015

Deva Premal - playlist

Daiqing Tana - OM MANI PADME HUM