Somos relativamente recentes
quando comparados com os nossos irmãos das estrelas, aqueles que nos deram
origem.
Se leu o último post sobre
o Eixo Sirius-Pleiadiano e Gaia já percebeu que foi aí que a nossa raça, a raça humana, teve
origem.
Eu diria mais, foi aí que, pela primeira vez, se pensou no projeto
Gaia.
Pois bem, continuando esse assunto…
Duas raças de origem diferente e de aspeto muito diferente também,
os Felidae de Sírius e os Pleiadianos, unidos por uma grande amizade, colonizaram
a zona intermédia do seu espaço celeste. Um conjunto de Estrelas, as Híades foi
o início de um projeto um bocadinho diferente do da Terra.
Na Terra, a experiência dos dois povos estelares, foi uma colaboração
espiritual e mental, que continua até hoje, e está amplamente descrita no post A
Natureza Siriana dos Cães, Gatos e Cetáceos.
Mas, nas Híades, a situação vivida foi outra. As duas raças
misturaram-se, dando origem a outra raça: a raça acobreada.
Estes seres têm uma cor muito escura com tons
acobreados cintilantes. Os olhos são verdes e a compleição é tipicamente Pleiadiana. Ou
seja, são muito parecidos connosco na forma e tamanho.
A sua aura é predominantemente verde e de outras cores não vistas
aqui na Terra. Aliás as cores nestes planetas são diferentes. Por exemplo, nos
lugares onde devia estar o azul está o vermelho, onde seria verde é amarelo,
etc.
Quando uma supernova explodiu formando a nossa constelação de
Sagitário, onde se situa a Terra e o nosso sistema estelar, a atenção de alguns
seres que viviam nos confins do espaço sideral, mais propriamente noutro
universo, foi atraída.
Eles sabiam que era a altura de agir e assim plantarem novos
mundos. Ao fim de muitos milhões de anos, depois de a Terra ter arrefecido o
suficiente e do nosso sol ter estabilizado as suas emissões radiativas, eles
vieram em grandes naves e trouxeram grandes plantas e animais de grande porte.
Depois de mais alguns milhões de anos, dividiram a Pangeia em vários
continentes e substituíram as plantas e os animais de grande porte por outros mais refinados.
O
molde usado com sucesso e que deu origem à nossa raça humana foi inspirado no
DNA Pleiadiano.
Esses animais e plantas evoluíram segundo as suas espécies, grandes
civilizações floresceram, e os Seres viviam com eles convivendo e ensinando a
sua tecnologia.
Entretanto, houve uma guerra estelar entre os nossos Guardiães em
que a facção vencida foi perdoada e integrada numa espécie de federação que
abrange vários universos. Alguns desses seres que foram vencidos eram pérfidos
e tinham intenções ocultas, que em breve se tornaram evidentes.
Os seres estelares que nos deram origem, tinham e têm o mesmo aspeto
que nós, mas pertencem a uma Federação de seres que são de origens e forma
muito diversas: alguns são metade homem metade animal. Alguns têm cabeça de
pássaro, outros têm cornos e caudas, uns são minúsculos e outros gigantes, etc.
Porque embora os nossos Guardiães, foram e sejam cada vez mais avançados tecnologicamente, a sua evolução de ética e de “amplitude
de coração”, aquilo que chamo de compaixão, não foi acompanhada
satisfatoriamente por alguns indivíduos, nessa altura.
Essa falta de compaixão, ambições de poder e a satisfação de
prazeres egoístas de alguns dos Guardiães, deu origem a muito sofrimento aos
nossos antepassados, que foram tratados como escravos e sofreram as
consequências radioativas das suas guerras estelares.
Muitas das nossas lendas refletem essa realidade e já foram
referidas noutros artigos.
Uma delas é precisamente a do Touro enfeitado de flores (Zeus
disfarçado) que raptou Europa, ela deu incontáveis filhos a Zeus.
As flores do Touro representam as Híades e o DNA que “veio” do
Touro de Zeus e deu origem a filhos humanos.
Por acaso, reza a lenda, que estes filhos nunca se entenderam…irónico!
Os filhos da Europa hoje em dia, são os países que também lutam para se entenderem e já
deram origem a duas guerras mundiais no passado.
Somos bem filhos do nosso “pai Zeus”…e os nossos Guardiães sabem
disso, sendo essa a razão de nos vigiarem mais assiduamente desde que perceberam que dominamos os
segredos do átomo.
Entretanto, os seres pacíficos da confederação evoluíram e
aprenderam com os erros deles. Têm esperado a nossa maioridade mental e
emocional como Humanos, para que possamos com responsabilidade, assumir o nosso
lugar na federação dos universos.
Esse lugar implica o acesso a um saber imenso, e esse saber implica
uma expansão mental para que a maioria de nós ainda não está preparada, assim
como um desenvolvimento do sentimento da compaixão que só um chakra cardíaco
plenamente desenvolvido pode oferecer.
Temos um longo caminho para percorrer ainda, mas esse é o nosso
destino…está escrito nas estrelas e no nosso DNA. ;)
Fontes:
Curadora64
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