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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Indígenas das Américas admitem sua origem não terrestre

             

 
Indígenas das Américas Admitem Sua Origem NÃO TERRESTRE
 
Indígenas de todo o mundo têm mantido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus amigos cósmicos”.
 
A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica. Por 15 anos seguidos a reserva Yankton dos índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre oconhecimento das estrelas …
 
Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
 
… O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a ideia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de “Nações das Estrelas”, os seres extraterrestres.
 
                             
 
O chefe Lakota crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências.
 
A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras.
 
Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan.
 
Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Standing Elk [Alce em Pé], líder místico da tribo Lakota Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus.
 
Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática.
 
O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas.
 

                                       Standing Elk
 
O objetivo das conferências é divulgar de maneira mais clara e ampla as tradições e os conhecimentos indígenas dos nativos norte-americanos – os peles-vermelhas –, que até o início dessa série de eventos somente eram mencionadas dentro do próprio grupo.
 
Todos os participantes deste acontecimento, ao longo dos 15 anos em que vem sendo realizado, têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos que ocorrem hoje em várias partes do mundo já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos.
 
Se já era conhecimento deles as mudanças pelas quais a Terra irá passar, decidiu-se através destes eventos difundir as profecias indígenas para o restante da população planetária.
 
De acordo com o que foi discutido no último evento, por exemplo, a origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como de procedência extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas pelos ensinamentos transmitidos pelo que chamam de “Povos das Estrelas”, quando em “visitas” aos peles-vermelhas.
 
A mais importante das profecias é seguramente a que se refere à iminente manifestação sobre a Terra das civilizações alienígenas, o que os indígenas acreditam que deverá acontecer muito brevemente.
O idealizador do evento e guardião do chamado “altar da nação da estrela de seis pontos”, Standing Elk, revelou em sua apresentação que “os homens remediadores” – uma espécie de líderes místicos de cada tribo –, têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe-Terra, como a águia, o alce, o coiote e principalmente com seres provenientes das Nações das Estrelas.
 
Este poder de transmissão constituiria, segundo ele, uma séria ameaça para as instituições religiosas, econômicas, políticas e governamentais do planeta, pois civilizações do Universo estariam entrando em contato com os peles-vermelhas através de métodos espirituais – o que é abominado pelo governo dos EUA.
 

 
Segundo Standing, as Nações das Estrelas, como se sabe há milênios, não adotam qualquer sistema monetário em seus planetas, porque sua estrutura social é baseada em práticas mentais, espirituais e universais.
Ele vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos, e das instituições religiosas.
 
Este é o motivo principal que induziu os donos do poder a considerar ilegal o credo das tribos Lakota e Dakota, banindo suas tradições culturais seculares.
 
A censura valeu até o momento em que o ex-presidente Jimmy Carter promulgou, em agosto de 1978, uma lei que reconhecia a capacidade de os nativos terem suas próprias formas de religiosidade – conhecida como Ato para a Liberdade de Religião.
 
Nos anos que precederam a promulgação da lei, o governo dos Estados Unidos punia os líderes espirituais com severidade, chegando a condená-los a mais de trinta anos de detenção caso fossem vistos ou se realizassem atos de prece às Nações das Estrelas durante as cerimônias tradicionais celebradas em sua língua original.
 
“Para cristianizar os pagãos, os EUA cortavam as rações de comida necessárias à sobrevivência dos peles-vermelhas.
Usavam este meio para constranger os nativos a aprender o modo do viver de um cristão”, explicou Standing.
Com isso, impediam que se alastrasse sua cultura tradicional, que os levou a crer que eram descendentes de seres não-terrestres.
 


Por do Sol nas Montanhas Rochosas, no Grand Teton, em Jackson Hole, Wyoming e o rio Snake (Serpente). Local onde fica o “TEMPLO DO ROYAL TETON” da Grande Fraternidade Branca.
 
De acordo com o líder da nação Lakota, as pessoas que se esforçavam para preservar seus ritos místicos e sua cultura eram privadas do fornecimento de comida por vários meses.
 
“E quem realmente executava essas barbaridades, inclusive com crianças” – conforme declarou em cerimônia durante um dos últimos eventos da série – “eram chefes religiosos e não propriamente as autoridades do governo norte-americano”.
 
Por estes motivos e pela tentativa do homem branco em explorar o conhecimento dos homens das estrelas apenas por interesses de caráter econômico, os líderes espirituais das tribos indígenas decidiram manter a mais total discrição em relação aos seus conhecimentos cósmicos, informando aos seus descendentes somente o que fosse necessário para a construção de seu espírito. Isso vem acontecendo gradativamente, há muitos anos.
 
A Degradação ambiental atual, segundo Standing Elk: chegou-se a um nível de degradação ambiental suficiente para induzir os povos das estrelas a instruírem os homens remediadores a defenderem a mensagem que representa a chave da salvação da humanidade.
 
Ele citou como exemplo de confirmação desta realidade que, quando criança, foi testemunha de avistamento de UFOs variadas vezes, “mas sempre com um propósito,” declarou.
 
Num desses casos, viu quatro esferas luminosas de cor verde sobrevoarem por alguns instantes a área próxima ao Rio Missouri e, de dentro delas, saírem seres alienígenas.
 
Em uma outra ocasião, teve a extraordinária oportunidade de ver bem de perto uma destas entidades. O ET vestia-se de branco, tinha cerca de 2,10 m de altura e o seu aspecto recordava um homem de origem caucasiana (um ariano branco).
 
O líder espiritual dos Lakota relatou também que uma vez visitou o interior de um disco voador.
A aeronave era cheia de luz e continha aparatos similares aos computadores atuaisComo esse, os Lakotas têm tido inúmeras experiências de contatos com seres extraterrestres.
 

 
Povos das Plêiades:
 
Standing Elk cita em suas palestras vários depoimentos por ele obtidos através de outros líderes espirituais. De acordo com sua pesquisa, existiriam e existem no universo inúmeras raças alienígenas. As lendas dos índios da nação Sioux falam de civilizações provenientes das Plêiades e dos sistemas estelares de Sírius e Órion.
 
Um homem mediador da tribo dos Sioux relatou a Standing Elk um encontro que teve com um ser pertencente à raça por nós definida como Greys, os cinzas.
 
O fato teria ocorrido durante um rito de purificação e iniciação que se desenvolve no interior de uma tenda indígena, onde são exaltados os quatro elementos da natureza – terra, ar, água e fogo.
 
Outro detalhe interessante mencionado pelo líder dos Lakotas diz respeito aos símbolos encontrados nos destroços do UFO acidentado em Roswell.
 
Segundo ele, cada um daqueles criptogramas tinha dois significados, referindo-se um às lendas universais e, o outro, às espirituais. Vários de nossos irmãos nativos estiveram próximos do local (Roswell) da queda das espaçonaves e se sensibilizaram com os mortos, disse.
 
Para saber mais veja em:
 
A exposição dos pensamentos de Standing Elk é seguida pela do conselheiro espiritual da nação Oglala, Floyd Hand já plenamente aculturado, que fala dos seres denominados de avatares.
 
Tais figuras, semelhantes aos mestres Jesus, Buddha e Maomé, seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam vários formatos.
 
A lenda da Mulher Búfalo Branco, por exemplo, é um deles.
 
Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos a acontecer no futuro, a maioria dos quais foram confirmados depois.
 
A lenda do Búfalo Branco fala de um ser feminino, uma mulher que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo nativo através de um meio de conhecimento do tipo universal.
 
Sua presença entre os peles-vermelhas veio a influenciar de maneira notável seus modelos de vida social.
 
Hand explica que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres.
 
Segundo ele, o povo das estrelas retornará à Terra brevemente e tal acontecimento será precedido por algumas mudanças. A primeira delas está estreitamente ligada aos fenômenos naturais, como as inundações, terremotos e incêndios florestais. 
 


O nosso sistema solar orbita o Sol Central das Plêiades, Alcyone (estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, FINAL do Calendário MAIA marca o final de um desses anos solares e do 13º Baktun. Em astronomia também é conhecida como o Aglomerado estelar aberto M-45, as Sete Irmãs, a Constelação das Pleiades, com os sóis/estrelas principais de Alcyone, Maia, Electra, Taygeta, Atlas, Pleyone, Celaeno, Asterope e Merope.
 
Os índios Xikrin, uma das muitas facções da nação Kayapó, do Alto Xingu, no Brasil, eles acreditam ser descendentes de seres espaciais e ainda realizam rituais em homenagem a eles.
 
“Nos próximos anos, grande parte do território mundial sofrerá uma seca extremamente intensa e se registrará um considerável aumento de mortes devido à falta de alimentos”declarou Hand.
 
Os fenômenos El Niño e La Niña são confirmações indiretas de tal profecia e voltarão a se repetir no futuro, cada vez com mais intensidade.
 
A morte de milhares de africanos, todos os dias, pelas doenças e pela fome há tantos anos, também se mostra como uma verificação da terrível previsão.
 
Hand disse que os nativos peles-vermelhas chamam os Estados Unidos de “Ilha das Tartarugas”, pois este animal é considerado sagrado pela maior parte das antigas culturas centro-americanas.
 
Os índios HOPI, por exemplo, celebram até hoje um ritual denominado Festa da Dança das Tartarugas, durante o qual são entoados cantos em honra de dois Katchinas, seres celestiais provenientes das estrelas à Terra montados em uma enorme tartaruga, segundo os nativos. Também em outros países encontramos nações indígenas que crêem que a Terra tem o formato de uma grande tartaruga.
 
De maneira geral, todos os líderes espirituais que participam anualmente do Star Knowledge enfatizam a importância em se acreditar nos UFOs.
 
Harry Charger, ancião Lakota, concentra seus ensinamentos aos presentes explicando a tradição do seu povo.
 
Charger falou de numerosas visitas que extraterrestres teriam feito aos índios durante os rituais de iniciação – chamados de Sweat Lodge.
 
Ele declara abertamente que as Nações das Estrelas estão preocupadas com a situação desastrosa pela qual atravessa o planeta Terra, devido às operações destrutivas do homem branco.
 
O ancião afirma também que os irmãos estelares visitam sua tribo indígena há tempos, e que ele se habituou desde pequeno com a ideia de que o homem não era o único habitante do universo.
 
Charger narra ainda uma lenda que tem como protagonista uma jovem e belíssima mulher, que aparecera a dois exploradores Lakota e transmitiu a eles seus preciosos ensinamentos espirituais.
 
Um dos homens, entretanto, tentou seduzir a misteriosa mulher e acabou morrendo.
 
O outro, pelo contrário, prestou respeitosa atenção e divulgou ao seu povo as inestimáveis pérolas de conhecimento recebidas. Charger faz questão de deixar no ar uma pergunta: Qual será a reação de cada um de nós quando o povo das estrelas retornar à Terra?”
 
Mas não foram somente os chefes místicos das tribos que se pronunciam no competido evento.
 
O nativo Lakota Steve Red Buffalo, um estudioso que não participa do grupo espiritual de seu povo ativamente, defende que os Lakota provêm da Constelação das Pleiades.
 
Fala também do Chanupa, o sagrado cachimbo que simboliza a união entre a Terra e o céu. “A Terra é representada pela cavidade do cachimbo e o céu é o canal oco do mesmo, através do qual a fumaça é aspirada para depois ser expirada na direção do espaço”, comparou Red Buffalo.
 
Com essa linha de abordagem, no último evento da Star Knowledge, o líder espiritual dos Dakota, Wambdi Wicasa [Homem Cervo], despertou o interesse de todos fornecendo uma interpretação totalmente nova para os círculos ingleses nas plantações (Crop Circles), em especial a um encontrado a 120 km de Londres, em junho de 1995.
 
Segundo ele, a formação tratava-se de um pictograma composto por cinco círculos concêntricos que representam a vida.
 
A circunferência externa correspondia às Nações das Estrelas, enquanto que as mais internas representavam os quatro povos da Terra.
 
Segundo a cultura dos indígenas norte-americanos, cada raça do planeta representa um dos quatro elementos da natureza.
 
A branca simboliza o fogo e a negra, a água.
 

 
Os povos amarelos são representados pelo ar e os vermelhos, pela terra. Wicasa acredita que as quatro raças primordiais terrestres, esquecendo-se quais foram seus papéis e quais elementos representavam, cometeram graves erros e geraram a desastrosa situação de degradação ambiental em que estamos vivendo.
 
O espírito que me encontrou disse que toda a humanidade deveria ter recebido a mesma cultura que os povos indígenas.
Como isto não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta.
Nosso tempo está desde já alcançando seu término.
Logo não mais existirão automóveis, televisores ou qualquer outro bem industrial.
A Terra está prestes a entrar na quinta era.
Mas antes de unir-se à dimensão espiritual, deverá viver novas e diversas épocas”, garante Wicasa.
 
Descendentes de extraterrestres a tribo dos Choctaw também se pronuncia com energia nas edições do Star Knowledge e da última vez o fez através de seu representante Preston Scott, que também defende que os nativos do planeta sejam descendentes de povos extraterrestres. Scott conta a história de um jovem índio que recebeu energia de um raio de luz, fazendo a indicação de que se tratava de uma nave.
 
Para o povo Heyoka, aliado secular dos índios Choctaw, tal acontecimento é visto como uma espécie de batismo espiritual – que, para o homem branco, é a chamada abdução.
 
                    

 
Scott narra abertamente um encontro que teve com três seres extraplanetários quando escalava uma montanha próxima à sua aldeia.
 
As criaturas lhe instruíram a ir para a terra dos Lakota, onde receberia lições espirituais para transmitir ao seu povo.
 
“Graças a estes ensinamentos, os Choctaw superaram o momento de crise pelo qual estavam atravessando e reencontraram o caminho correto”, afirma.
 
Os Lakota são os que mais se pronunciam durante o evento anual, talvez por terem elos mais fortes com os povos das estrelas. Outro homem remediador da tribo, Holly Bull [Touro Sagrado], relatou ter visto um UFO sobrevoar o Bear Butte, um pico vulcânico das Montanhas Negras, considerado sagrado pelos Sioux.
 
Bull fala amplamente dos altares que existem “na terra das Nações das Estrelas”, segundo sua expressão, descrevendo-os como lugares repletos de objetos de inestimável valor espiritual, pertencentes aos líderes místicos de cada tribo.
 
Ele também, como outros, teve o extraordinário privilégio de encontrar um ser proveniente do céu, que se declarou profundamentepreocupado com a Mãe-Terra, gravemente ferida devido à ambição humana.
 
Para representar a tremenda importância e magnitude de nosso planeta, Holly Bull cita as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattleda tribo Swamish:
 
Esta Terra é preciosa para Deus e tratá-la mal é desprezar seu Criador.
Contaminais vosso leito e uma noite sufocareis nos vossos dejetos.
A Terra não pertence ao homem, mas o homem pertence à Terra.
Todas as coisas estão ligadas.
Qualquer coisa que se sucede à Terra, acontece aos filhos da Terra.
O homem não teceu a trama da vida, ele é apenas um fio.
Qualquer coisa que faça à trama, faz a si mesmo.
O fim da vida é o início da sobrevivência.
 

 
 
No entanto, para Bull, a humanidade, aprisionada em sua própria e presunçosa ignorância, não segue estas palavras.
 
No término do último congresso realizado em Wagner, durante a cerimônia da Dança do Sol, Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano.
 
Disse que, num futuro próximo, deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra. “Este período será de grandes provas e virá seguido por mil anos de paz”, fala o sábio guerreiro.
 
Ainda de acordo com ele, existiriam entidades e forças que não desejam a tranquilidade e que a verdade seja revelada, o que faria finalmente do homem um ser livre.
 
Mas os peles-vermelhas estão convictos de que as profecias já estão acontecendo, graças a um relacionamento milenar entre eles e seres extraterrestres.
 
Standing Elk não hesita em declamar o que chama de a derradeira mensagem:
 
Depois que a última árvore tenha sido derrubada.
Depois que o último rio tenha sido envenenado. Depois que o último peixe tenha sido capturado.
Então, o homem branco descobrirá que o dinheiro não pode ser comido”.
 
Autor: Sonia Cordella Fonte: Revista UFO Especial 31
 
 
Mais informações veja nos Links:
 
Permitida a reprodução desde que mantido no formato original e mencione as fontes.
 

sábado, 6 de julho de 2013

A NOSSA CASA NAS ESTRELAS


Somos relativamente recentes quando comparados com os nossos irmãos das estrelas, aqueles que nos deram origem.

Se leu o último post sobre o Eixo Sirius-Pleiadiano e Gaia já percebeu que foi aí que a nossa raça, a raça humana, teve origem.

Eu diria mais, foi aí que, pela primeira vez, se pensou no projeto Gaia.

Pois bem, continuando esse assunto…

Duas raças de origem diferente e de aspeto muito diferente também, os Felidae de Sírius e os Pleiadianos, unidos por uma grande amizade, colonizaram a zona intermédia do seu espaço celeste. Um conjunto de Estrelas, as Híades foi o início de um projeto um bocadinho diferente do da Terra.

Na Terra, a experiência dos dois povos estelares, foi uma colaboração espiritual e mental, que continua até hoje, e está amplamente descrita no post A Natureza Siriana dos Cães, Gatos e Cetáceos.




Mas, nas Híades, a situação vivida foi outra. As duas raças misturaram-se, dando origem a outra raça: a raça acobreada. 

Estes seres têm uma cor muito escura com tons acobreados cintilantes. Os olhos são verdes e a compleição é tipicamente Pleiadiana. Ou seja, são muito parecidos connosco na forma e tamanho.

A sua aura é predominantemente verde e de outras cores não vistas aqui na Terra. Aliás as cores nestes planetas são diferentes. Por exemplo, nos lugares onde devia estar o azul está o vermelho, onde seria verde é amarelo, etc.

Quando uma supernova explodiu formando a nossa constelação de Sagitário, onde se situa a Terra e o nosso sistema estelar, a atenção de alguns seres que viviam nos confins do espaço sideral, mais propriamente noutro universo, foi atraída.

Eles sabiam que era a altura de agir e assim plantarem novos mundos. Ao fim de muitos milhões de anos, depois de a Terra ter arrefecido o suficiente e do nosso sol ter estabilizado as suas emissões radiativas, eles vieram em grandes naves e trouxeram grandes plantas e animais de grande porte.




Depois de mais alguns milhões de anos, dividiram a Pangeia em vários continentes e substituíram as plantas e os animais de grande porte por outros mais refinados.
O molde usado com sucesso e que deu origem à nossa raça humana foi inspirado no DNA Pleiadiano. 

Esses animais e plantas evoluíram segundo as suas espécies, grandes civilizações floresceram, e os Seres viviam com eles convivendo e ensinando a sua tecnologia. 

Entretanto, houve uma guerra estelar entre os nossos Guardiães em que a facção vencida foi perdoada e integrada numa espécie de federação que abrange vários universos. Alguns desses seres que foram vencidos eram pérfidos e tinham intenções ocultas, que em breve se tornaram evidentes.

Os seres estelares que nos deram origem, tinham e têm o mesmo aspeto que nós, mas pertencem a uma Federação de seres que são de origens e forma muito diversas: alguns são metade homem metade animal. Alguns têm cabeça de pássaro, outros têm cornos e caudas, uns são minúsculos e outros gigantes, etc.

Porque embora os nossos Guardiães, foram e sejam cada vez mais avançados tecnologicamente, a sua evolução de ética e de “amplitude de coração”, aquilo que chamo de compaixão, não foi acompanhada satisfatoriamente por alguns indivíduos, nessa altura.

Essa falta de compaixão, ambições de poder e a satisfação de prazeres egoístas de alguns dos Guardiães, deu origem a muito sofrimento aos nossos antepassados, que foram tratados como escravos e sofreram as consequências radioativas das suas guerras estelares.

Muitas das nossas lendas refletem essa realidade e já foram referidas noutros artigos.

Uma delas é precisamente a do Touro enfeitado de flores (Zeus disfarçado) que raptou Europa, ela deu incontáveis filhos a Zeus.

As flores do Touro representam as Híades e o DNA que “veio” do Touro de Zeus e deu origem a filhos humanos.

Por acaso, reza a lenda, que estes filhos nunca se entenderam…irónico! Os filhos da Europa hoje em dia, são os países que também lutam para se entenderem e já deram origem a duas guerras mundiais no passado.

Somos bem filhos do nosso “pai Zeus”…e os nossos Guardiães sabem disso, sendo essa a razão de nos vigiarem mais assiduamente desde que perceberam que dominamos os segredos do átomo.

Entretanto, os seres pacíficos da confederação evoluíram e aprenderam com os erros deles. Têm esperado a nossa maioridade mental e emocional como Humanos, para que possamos com responsabilidade, assumir o nosso lugar na federação dos universos.

Esse lugar implica o acesso a um saber imenso, e esse saber implica uma expansão mental para que a maioria de nós ainda não está preparada, assim como um desenvolvimento do sentimento da compaixão que só um chakra cardíaco plenamente desenvolvido pode oferecer.

Temos um longo caminho para percorrer ainda, mas esse é o nosso destino…está escrito nas estrelas e no nosso DNA. ;)


Fontes:




Paz e Amor,
Curadora64

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domingo, 23 de junho de 2013

O eixo Sírius-Pleiadiano e Gaia




Se olharmos com atenção para a posição da constelação Oríon no espaço percebemos que fica entre Sírius (estrela alfa da constelação Cão Maior) e a constelação de Touro.
Na cauda desta última ficam as Plêiades, as sete irmãs, filhas de Atlas e Plêione: Alcíone, Astérope, Electra, Maia, Mérope, Taígete e Celeno.
                              
A posição do guerreiro de braço direito erguido segurando uma moca, por vezes representado com um escudo no braço esquerdo (outras vezes com uma pele de leão) e com um cinturão de três estrelas obliquas ao equador celeste (as três Marias: Mintaka, Alnilam, Alnitak) é por demais conhecida, emblemática até.
Quem era este bravo guerreiro?

O seu nome era Oríon. Diz uma das lendas conhecidas, que Oríon era um gigante caçador, filho de Poseidon com uma mortal, amado por Artemisa, com quem quase se casou.
O irmão de Artemisa, Apolo, por sua vez, aborrecia-se com tal aproximação entre os dois, chegando a censurar diversas vezes sem nunca obter resultado.
Certo dia Apolo teve a oportunidade de se ver livre de seus aborrecimentos, percebendo que Oríon vadeava pelo mar apenas com a cabeça fora d’água desafiou sua irmã, outra exímia caçadora, a acertar o alvo que distante se movia.
Impecável em sua pontaria ela atingiu em cheio seu amado, que fugia de um escorpião que Apolo havia enviado para matá-lo. O corpo, já moribundo, de Oríon foi conduzido à praia pelas ondas do mar.
Percebendo o engano que havia cometido, Artemis, em meio às lágrimas, pediu para Zeus colocar Oríon e o escorpião entre as estrelas: o gigante trajado com um cinto, uma pele de leão, armado de uma espada e de sua clava, acompanhado por Sírius, seu cão, fugindo de seu inimigo escorpião.
A linha de três estrelas do cinto de Oríon fornece uma orientação útil para as outras estrelas e um eixo: estendendo-se para sudeste, leva-nos a Sírius na constelação de Cão Maior e para noroeste conduz-nos à estrela Aldebarã, em Touro. Continuando nessa direção aparecem as Plêiades.
Todas estas estrelas têm uma mitologia muito rica não só inspirada nos seus movimentos na esfera celeste mas também em algo mais...
                                     Djed de Osíris
Oríon tem Osíris como seu equivalente na mitologia egípcia, e a Câmara do Faraó, na grande pirâmide, está com o canal virado para Oríon, o que permitia ao Faraó morto reunir-se com Osíris, ascendendo assim aos céus.

Na Mitologia nórdica, a constelação é denominada "Frigga Distaff" (Fuso de Frigga). Como a constelação está no equador celestial, vários intérpretes sugerem que as estrelas que giram no céu da noite podem ter sido associadas com a roda girando da deusa Frigga.
Frigga, é a Deusa-Mãe da dinastia de Aesir. Esposa de Odin e madrasta de Thor, é a deusa da fertilidade, do amor e da união. É também a protetora da família, das mães e das donas-de-casa, símbolo da doçura.
A palavra 'áss' de Aesir, possivelmente significa 'feixe' ou 'correio' na língua nórdica arcaica.
Ainda na mitologia nórdica um gigante chamado Ymir era feito de gelo. À medida que derretia, o seu lento gotejar ia formando as coisas do mundo.
Os sumérios enalteciam as façanhas de Gilgamesh, também chamado "O Esquecido". Também um gigante, Gilgamesh enfrentou bravamente o touro Gutanama, auxiliado por seu companheiro Enkidu.
Resistiu ao assédio da deusa Ishtar e atravessou o mundo conhecido em busca de Utnapishtim, o único sobrevivente do Grande Dilúvio. Suas proezas são contadas na Epopéia de Gilgamesh, possivelmente o livro mais antigo do mundo.
Os chineses lembravam os feitos de Tsan, o supremo comandante, enquanto no Brasil pré-colonizado, existia a figura de Zilikawai, o grande homem.
Mas o que todos esses personagens tem em comum?
Órion, Osíris, Gilgamesh, Ymir, Tsan e Zilikawai estão todos presentes no céu, representados pela mesma constelação, não por acaso chamada Órion.

                          
                                A nebulosa de Órion, M42 ou NGC 1976
Em 1959, o Prof. Julio Minham, membro da Associação Brasileira de Astronomia, testemunhou o seguinte sobre a Nebulosa de Órion e os escritos de Ellen G. White:
 
O observatório de Monte Palomar na Califórnia, na época um dos mais sofisticados observou que em Órion parecia ter um “túnel”.
 

“Uma escritora e vidente americana, E.G. White, que nada sabia de astronomia e que, provavelmente, nunca ouviu falar na Nebulosa de Órion em um de seus livros traduzidos para o português com o título de Vida e Ensinos, depois de comentar esta luminosidade escreveu:
 
“(...) Isto dito tão simplesmente por quem nunca olhou um livro de astronomia nem sonhava com bur a co s em parte alguma do céu só pode ser creditado a dois fatores: histerismo ou inspiração.
 
“(...) Para ser histerismo, parece científica demais a afirmação de que toda uma cidade [a nova Jerusalém] tenha livre passagem pelo túnel de Órion. A escritora não sabia do túnel nem que ele é tão largo ao ponto de comportar 90 sistemas solares. Terá sido revelado a esta escritora uma verdade que os astrónomos não puderam descobrir?

Betelgeuse significa Porta da Casa de Deus segundo alguns etimologistas.


Ainda não sabemos toda a verdade, mas tudo isto são pistas para um dia descobrirmos a nossa história como Sementes de Estrelas.
Deixo-vos um filme, no mínimo interessante:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=yYhdmWXclJo


Paz e Amor,
Curadora64


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http://auras-colours-numbers.blogspot.com/2013/06/o-eixo-sirius-pleiadiano-e-gaia.html
   
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"Se não existe vida fora da Terra, então o universo é um grande desperdício de espaço."- Carl Sagan
Posted by Auras, Cores e Números on Sábado, 29 de agosto de 2015

Deva Premal - playlist

Daiqing Tana - OM MANI PADME HUM