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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

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sábado, 6 de julho de 2013

A NOSSA CASA NAS ESTRELAS


Somos relativamente recentes quando comparados com os nossos irmãos das estrelas, aqueles que nos deram origem.

Se leu o último post sobre o Eixo Sirius-Pleiadiano e Gaia já percebeu que foi aí que a nossa raça, a raça humana, teve origem.

Eu diria mais, foi aí que, pela primeira vez, se pensou no projeto Gaia.

Pois bem, continuando esse assunto…

Duas raças de origem diferente e de aspeto muito diferente também, os Felidae de Sírius e os Pleiadianos, unidos por uma grande amizade, colonizaram a zona intermédia do seu espaço celeste. Um conjunto de Estrelas, as Híades foi o início de um projeto um bocadinho diferente do da Terra.

Na Terra, a experiência dos dois povos estelares, foi uma colaboração espiritual e mental, que continua até hoje, e está amplamente descrita no post A Natureza Siriana dos Cães, Gatos e Cetáceos.




Mas, nas Híades, a situação vivida foi outra. As duas raças misturaram-se, dando origem a outra raça: a raça acobreada. 

Estes seres têm uma cor muito escura com tons acobreados cintilantes. Os olhos são verdes e a compleição é tipicamente Pleiadiana. Ou seja, são muito parecidos connosco na forma e tamanho.

A sua aura é predominantemente verde e de outras cores não vistas aqui na Terra. Aliás as cores nestes planetas são diferentes. Por exemplo, nos lugares onde devia estar o azul está o vermelho, onde seria verde é amarelo, etc.

Quando uma supernova explodiu formando a nossa constelação de Sagitário, onde se situa a Terra e o nosso sistema estelar, a atenção de alguns seres que viviam nos confins do espaço sideral, mais propriamente noutro universo, foi atraída.

Eles sabiam que era a altura de agir e assim plantarem novos mundos. Ao fim de muitos milhões de anos, depois de a Terra ter arrefecido o suficiente e do nosso sol ter estabilizado as suas emissões radiativas, eles vieram em grandes naves e trouxeram grandes plantas e animais de grande porte.




Depois de mais alguns milhões de anos, dividiram a Pangeia em vários continentes e substituíram as plantas e os animais de grande porte por outros mais refinados.
O molde usado com sucesso e que deu origem à nossa raça humana foi inspirado no DNA Pleiadiano. 

Esses animais e plantas evoluíram segundo as suas espécies, grandes civilizações floresceram, e os Seres viviam com eles convivendo e ensinando a sua tecnologia. 

Entretanto, houve uma guerra estelar entre os nossos Guardiães em que a facção vencida foi perdoada e integrada numa espécie de federação que abrange vários universos. Alguns desses seres que foram vencidos eram pérfidos e tinham intenções ocultas, que em breve se tornaram evidentes.

Os seres estelares que nos deram origem, tinham e têm o mesmo aspeto que nós, mas pertencem a uma Federação de seres que são de origens e forma muito diversas: alguns são metade homem metade animal. Alguns têm cabeça de pássaro, outros têm cornos e caudas, uns são minúsculos e outros gigantes, etc.

Porque embora os nossos Guardiães, foram e sejam cada vez mais avançados tecnologicamente, a sua evolução de ética e de “amplitude de coração”, aquilo que chamo de compaixão, não foi acompanhada satisfatoriamente por alguns indivíduos, nessa altura.

Essa falta de compaixão, ambições de poder e a satisfação de prazeres egoístas de alguns dos Guardiães, deu origem a muito sofrimento aos nossos antepassados, que foram tratados como escravos e sofreram as consequências radioativas das suas guerras estelares.

Muitas das nossas lendas refletem essa realidade e já foram referidas noutros artigos.

Uma delas é precisamente a do Touro enfeitado de flores (Zeus disfarçado) que raptou Europa, ela deu incontáveis filhos a Zeus.

As flores do Touro representam as Híades e o DNA que “veio” do Touro de Zeus e deu origem a filhos humanos.

Por acaso, reza a lenda, que estes filhos nunca se entenderam…irónico! Os filhos da Europa hoje em dia, são os países que também lutam para se entenderem e já deram origem a duas guerras mundiais no passado.

Somos bem filhos do nosso “pai Zeus”…e os nossos Guardiães sabem disso, sendo essa a razão de nos vigiarem mais assiduamente desde que perceberam que dominamos os segredos do átomo.

Entretanto, os seres pacíficos da confederação evoluíram e aprenderam com os erros deles. Têm esperado a nossa maioridade mental e emocional como Humanos, para que possamos com responsabilidade, assumir o nosso lugar na federação dos universos.

Esse lugar implica o acesso a um saber imenso, e esse saber implica uma expansão mental para que a maioria de nós ainda não está preparada, assim como um desenvolvimento do sentimento da compaixão que só um chakra cardíaco plenamente desenvolvido pode oferecer.

Temos um longo caminho para percorrer ainda, mas esse é o nosso destino…está escrito nas estrelas e no nosso DNA. ;)


Fontes:




Paz e Amor,
Curadora64

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domingo, 23 de junho de 2013

O eixo Sírius-Pleiadiano e Gaia




Se olharmos com atenção para a posição da constelação Oríon no espaço percebemos que fica entre Sírius (estrela alfa da constelação Cão Maior) e a constelação de Touro.
Na cauda desta última ficam as Plêiades, as sete irmãs, filhas de Atlas e Plêione: Alcíone, Astérope, Electra, Maia, Mérope, Taígete e Celeno.
                              
A posição do guerreiro de braço direito erguido segurando uma moca, por vezes representado com um escudo no braço esquerdo (outras vezes com uma pele de leão) e com um cinturão de três estrelas obliquas ao equador celeste (as três Marias: Mintaka, Alnilam, Alnitak) é por demais conhecida, emblemática até.
Quem era este bravo guerreiro?

O seu nome era Oríon. Diz uma das lendas conhecidas, que Oríon era um gigante caçador, filho de Poseidon com uma mortal, amado por Artemisa, com quem quase se casou.
O irmão de Artemisa, Apolo, por sua vez, aborrecia-se com tal aproximação entre os dois, chegando a censurar diversas vezes sem nunca obter resultado.
Certo dia Apolo teve a oportunidade de se ver livre de seus aborrecimentos, percebendo que Oríon vadeava pelo mar apenas com a cabeça fora d’água desafiou sua irmã, outra exímia caçadora, a acertar o alvo que distante se movia.
Impecável em sua pontaria ela atingiu em cheio seu amado, que fugia de um escorpião que Apolo havia enviado para matá-lo. O corpo, já moribundo, de Oríon foi conduzido à praia pelas ondas do mar.
Percebendo o engano que havia cometido, Artemis, em meio às lágrimas, pediu para Zeus colocar Oríon e o escorpião entre as estrelas: o gigante trajado com um cinto, uma pele de leão, armado de uma espada e de sua clava, acompanhado por Sírius, seu cão, fugindo de seu inimigo escorpião.
A linha de três estrelas do cinto de Oríon fornece uma orientação útil para as outras estrelas e um eixo: estendendo-se para sudeste, leva-nos a Sírius na constelação de Cão Maior e para noroeste conduz-nos à estrela Aldebarã, em Touro. Continuando nessa direção aparecem as Plêiades.
Todas estas estrelas têm uma mitologia muito rica não só inspirada nos seus movimentos na esfera celeste mas também em algo mais...
                                     Djed de Osíris
Oríon tem Osíris como seu equivalente na mitologia egípcia, e a Câmara do Faraó, na grande pirâmide, está com o canal virado para Oríon, o que permitia ao Faraó morto reunir-se com Osíris, ascendendo assim aos céus.

Na Mitologia nórdica, a constelação é denominada "Frigga Distaff" (Fuso de Frigga). Como a constelação está no equador celestial, vários intérpretes sugerem que as estrelas que giram no céu da noite podem ter sido associadas com a roda girando da deusa Frigga.
Frigga, é a Deusa-Mãe da dinastia de Aesir. Esposa de Odin e madrasta de Thor, é a deusa da fertilidade, do amor e da união. É também a protetora da família, das mães e das donas-de-casa, símbolo da doçura.
A palavra 'áss' de Aesir, possivelmente significa 'feixe' ou 'correio' na língua nórdica arcaica.
Ainda na mitologia nórdica um gigante chamado Ymir era feito de gelo. À medida que derretia, o seu lento gotejar ia formando as coisas do mundo.
Os sumérios enalteciam as façanhas de Gilgamesh, também chamado "O Esquecido". Também um gigante, Gilgamesh enfrentou bravamente o touro Gutanama, auxiliado por seu companheiro Enkidu.
Resistiu ao assédio da deusa Ishtar e atravessou o mundo conhecido em busca de Utnapishtim, o único sobrevivente do Grande Dilúvio. Suas proezas são contadas na Epopéia de Gilgamesh, possivelmente o livro mais antigo do mundo.
Os chineses lembravam os feitos de Tsan, o supremo comandante, enquanto no Brasil pré-colonizado, existia a figura de Zilikawai, o grande homem.
Mas o que todos esses personagens tem em comum?
Órion, Osíris, Gilgamesh, Ymir, Tsan e Zilikawai estão todos presentes no céu, representados pela mesma constelação, não por acaso chamada Órion.

                          
                                A nebulosa de Órion, M42 ou NGC 1976
Em 1959, o Prof. Julio Minham, membro da Associação Brasileira de Astronomia, testemunhou o seguinte sobre a Nebulosa de Órion e os escritos de Ellen G. White:
 
O observatório de Monte Palomar na Califórnia, na época um dos mais sofisticados observou que em Órion parecia ter um “túnel”.
 

“Uma escritora e vidente americana, E.G. White, que nada sabia de astronomia e que, provavelmente, nunca ouviu falar na Nebulosa de Órion em um de seus livros traduzidos para o português com o título de Vida e Ensinos, depois de comentar esta luminosidade escreveu:
 
“(...) Isto dito tão simplesmente por quem nunca olhou um livro de astronomia nem sonhava com bur a co s em parte alguma do céu só pode ser creditado a dois fatores: histerismo ou inspiração.
 
“(...) Para ser histerismo, parece científica demais a afirmação de que toda uma cidade [a nova Jerusalém] tenha livre passagem pelo túnel de Órion. A escritora não sabia do túnel nem que ele é tão largo ao ponto de comportar 90 sistemas solares. Terá sido revelado a esta escritora uma verdade que os astrónomos não puderam descobrir?

Betelgeuse significa Porta da Casa de Deus segundo alguns etimologistas.


Ainda não sabemos toda a verdade, mas tudo isto são pistas para um dia descobrirmos a nossa história como Sementes de Estrelas.
Deixo-vos um filme, no mínimo interessante:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=yYhdmWXclJo


Paz e Amor,
Curadora64


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http://auras-colours-numbers.blogspot.com/2013/06/o-eixo-sirius-pleiadiano-e-gaia.html
   

sexta-feira, 10 de maio de 2013

GAIA E OUTRAS GRANDES ENTIDADES



                      

No post anterior da autoria de AUM MAGIC, defendia-se a teoria cientifica de GAIA como um GRANDE SER.

Assim como nós, ou melhor dizendo, nós como Ela, já que é nossa Mãe, Gaia é uma entidade que está em várias dimensões.

Gaia não é apenas - como se não fosse já suficiente – este planeta maravilhoso, mas também, um Ser espiritual que agrega várias entidades distintas que colaboram com Ela protegendo a VIDA.

Podemos aqui fazer um parêntesis e falar que algumas dessas entidades são as Fadas e os Elementais mas existem muitas outras. Algumas são Humanas...

Aliás, voltando à grande tradição Terrena, o número de entidades Humanas que tem consciência de colaborar com Gaia, tem aumentado nos últimos tempos.

À medida que os seres humanos estão a acordar, retomam as suas responsabilidades para com Gaia.

Por isso é tempo de repor algumas verdades: Gaia tem e teve ao longo das Eras várias manifestações ou Avatares, aparecendo por vezes a determinadas pessoas com uma vibração especial, pessoas com uma missão ligada diretamente à evolução dos seres Humanos e também da própria Gaia.

Aliás, já devem ter suspeitado, uma e outra evolução, estão inextricavelmente ligadas.

Essas manifestações geralmente são sob a forma de uma linda senhorinha muito serena e humilde.

Parece-vos familiar?

Pois é: são exemplo disso as aparições em Fátima, Lourdes, Medjugorge e até noutros lugares do mundo. A grande Deusa Lakshimi, sendo um dos seus nomes/atributos Gaja Lakshimi, Ela recebeu toda a força e energia do Deus Vishnu, de quem é esposa.

A grande Deusa da China, Kuan Yin, Deusa da Compaixão, aquela que houve os apelos do Mundo, é outra manifestação de Gaia.

Há muito tempo que sei que Maria é uma manifestação de Gaia. Assim como foi Mãe de Jesus, Avatar de Cristo, é nossa Mãe também.

Muitas vezes senti a proteção do seu Manto Azul e sinto muito Amor por Ela. Aliás, é mais do que Amor, é uma ligação muito forte, que se manifestou por muitas vezes de maneira inconfundível, tanto para mim como para os que me acompanham.

Neste momento, em que escrevo estas linhas, estou a ser acompanhada tanto por Gaia, como por outras Entidades que me “incumbiram” desta tarefa e a energia que sinto é tão maravilhosa que não tenho palavras para descrevê-la, só tenho lágrimas de Alegria...:)

Os seres Humanos TODOS, mesmo os que ainda não acordaram e digo-vos isto: alguns deles vocês nem suspeitariam, nem mesmo acreditariam por aquilo que lemos nos jornais, pertencemos a esta GRANDE ENTIDADE.

Somos como uma grande equipa, que faz o seu trabalho em conjunto como uma grande orquestra. Cada um toca o seu instrumento na perfeição e a partitura só tem o começo e o fim - no meio improvisamos e não desafinamos – não temos Maestro, nem precisamos aliás, porque temos o livre arbítrio.

Pertencemos também a outra grande equipa que está mais perto da FONTE / DEUS, formando uma GRANDE ENTIDADE: CRISTO, o Ungido, o Filho de Deus.

Ele é verdadeiramente grande. Mais uma vez, vou-vos dizer que Jesus é apenas uma das muitas manifestações de CRISTO.

Krishna é outra e existem textos – gravados com caracteres cuneiformes, em placas de barro, no Iraque, a antiga Mesopotâmia - muito antigos, com mais de 5000 anos, que referem a saga de Tamuz que tem uma vida muito semelhante à de Jesus.

A história de outras personagens como Hórus, Átis, Krishna, Mitra, Dionísio, Buda, têm elementos comuns ao que acreditam os Cristãos.

Todos esses pontos comuns devem ser encarados como um forte apontador para a VERDADE:

Cristo é UNIVERSAL e nós pertencemos-Lhe. Na Bíblia ao falar dele próprio, como o Bom Pastor é muito significativo.

Veja em João 10:

1 "Eu asseguro a vocês que aquele que não entra no aprisco das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante.
2 Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas.
3 O porteiro abre-lhe a porta, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora.
4 Depois de conduzir para fora todas as suas ovelhas, vai adiante delas, e estas o seguem, porque conhecem a sua voz.
5 Mas nunca seguirão um estranho; na verdade, fugirão dele, porque não reconhecem a voz de estranhos".
6 Jesus usou essa comparação, mas eles não compreenderam o que lhes estava falando.
7 Então Jesus afirmou de novo: "Digo a verdade: Eu sou a porta das ovelhas.
8 Todos os que vieram antes de mim eram ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os ouviram.
9 Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem.
10 O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham plenamente.
11 "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
12 O assalariado não é o pastor a quem as ovelhas pertencem. Assim, quando vê que o lobo vem, abandona as ovelhas e foge. Então o lobo ataca o rebanho e o dispersa.
13 Ele foge porque é assalariado e não se importa com as ovelhas.
14 "Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem,
15 assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.
16 Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. É necessário que eu as conduza também. Elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.
17 Por isso é que meu Pai me ama, porque eu dou a minha vida para retomá-la.
18 Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade. Tenho autoridade para dá-la e para retomá-la. Esta ordem recebi de meu Pai".
19 Diante dessas palavras, os judeus ficaram outra vez divididos.
20 Muitos deles diziam: "Ele está endemoninhado e enlouqueceu. Por que ouvi-lo?"
21 Mas outros diziam: "Essas palavras não são de um endemoninhado. Pode um demônio abrir os olhos dos cegos?"

Deste texto tão belo, com o estilo inconfundível d'O CRISTO, podemos tirar duas ilações:

PRIMEIRA: nós pertencemos ao Corpo Crístico e isto num sentido INTERDIMENSIONAL e REAL. Não precisamos de fazer nada para pertencer, pois este é o nosso direito de nascença, a nossa mais profunda essência.

SEGUNDA: existem outros redis, ou seja existem outros POVOS que não vivem à superfície da TERRA e com quem ELE está agora.

Digo-vos uma TERCEIRA: Ele está connosco também, porque somos interdimensionais tal como Ele e por tal, podemos estar sempre que queiramos em consciência com todos os nossos Irmãos. A separação é uma ilusão.

Dedico este artigo a GAIA, com Amor.

Paz e Amor,
Curadora64

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quarta-feira, 8 de maio de 2013

O QUE É GAIA ?

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A deusa grega Gaia


Gaia, Géia, Gea ou era a titânide (ou titanesa) da Terra, a Mãe Terra, como elemento primordial e latente de uma potencialidade geradora quase absurda. Segundo Hesíodo, no princípio surge o Caos, e do Caos nascem Gaia, Tártaro, Eros (o amor), Érebo e Nix (a noite).
Gaia gera sozinha Urano, Ponto e as Óreas (as montanhas).Ela gerou Urano, seu igual, com o desejo de ter alguém que a cobrisse completamente, e para que houvesse um lar eterno para os deuses "bem-aventurados".
Com Urano, Gaia gerou os 12 Titãs: Oceano, Céos, Crio, Hiperião, Jápeto, Téia, Reia, Têmis, Mnemosine, a coroada de ouro Febe e a amada Tétis; por fim nasceu Cronos, o mais novo e mais terrível dos seus filhos, que odiava a luxúria do seu pai.
Após, Urano e Gaia geraram os Ciclopes e os Hecatônquiros (Gigantes de Cem Mãos). Sendo Urano capaz de prever o futuro, temeu o poder de filhos tão grandes e poderosos e os encerrou novamente no útero de Gaia. Ela, que gemia com dores atrozes sem poder parir, chamou seus filhos Titãs e pediu auxílio para libertar os irmãos e se vingar do pai. Somente Cronos aceitou. Gaia então tirou do peito o aço e fez a foice dentada. Colocou-a na mão de Cronos e os escondeu, para que, quando viesse Urano, durante a noite não percebesse sua presença. Ao descer, Urano, para se unir mais uma vez com a esposa, foi surpreendido por Cronos, que atacou-o e castrou-o, separando assim o Céu e a Terra. Cronos lançou os testículos de Urano ao mar, mas algumas gotas caíram sobre a terra, fecundando-a. Do sangue de Urano derramado sobre Gaia, nasceram os Gigantes, as Erínias as Melíades e Afrodite.
Após a queda de Urano, Cronos subiu ao trono do mundo e libertou os irmãos. Mas vendo o quanto eram poderosos, também os temia e os aprisionou mais uma vez. Gaia, revoltada com o ato de tirania e intolerância do filho, tramou uma nova vingança.
 Ficheiro:Feuerbach Gaea.jpg
Gaia de Anselm Feuerbach (1875).


Quando Cronos se casou com Réia e passou a reger todo o universo, Urano lhe anunciou que um de seus filhos o destronaria. Ele então passou a devorar cada recém nascido por conselhos do pai. Mas Gaia ajudou Réia a salvar o filho que viria a ser Zeus. Réia então, em vez de entregar seu filho para Cronos devorar entregou-lhe uma pedra, e escondeu seu filho em uma caverna.
Já adulto, Zeus declarou guerra ao pai e aos demais Titãs com a ajuda de Gaia. E durante cem anos nenhum dos lados chegava ao triunfo. Gaia então foi até Zeus e prometeu que ele venceria e se tornaria rei do universo se descesse ao Tártaro e libertasse os três Ciclopes e os três Hecatônquiros.
Ouvindo os conselhos de Gaia, Zeus venceu Cronos, com a ajuda dos filhos libertos da Terra e se tornou o novo soberano do Universo. Todavia, Zeus realizou um acordo com os Hecatônquiros para que estes vigiassem os Titãs no fundo do Tártaro. Gaia pela terceira vez se revoltou e lançou mão de todas as suas armas para destronar Zeus.
Num primeiro momento, ela pariu os incontáveis Andróginos, seres com quatro pernas e quatro braços que se ligavam por meio da coluna terminado em duas cabeças, além de possuir os órgãos genitais femininos e masculinos. Os Andróginos surgiam do chão em todos os quadrantes e escalavam o Olimpo com a inteção de destruir Zeus, mas, por conselhos de Têmis, ele e os demais deuses deveriam acertar os Andróginos na coluna, de modo a dividi-los exatamente ao meio. Assim feito, Zeus venceu.
Em uma outra oportunidade, Gaia produziu uma planta que ao ser comida poderia dar imortalidade aos Gigantes; todavia a planta necessitava de luz para crescer. Mas ao saber disto Zeus ordenou que Hélios, Selene, Eos e as Estrelas não subissem ao céu, e escondido nos véus de Nix, ele encontrou a planta e a destruiu. Mesmo assim Gaia incitou os Gigantes a colocarem as montanhas umas sobre as outras na intenção de subir o céu e invadir o Olimpo. Mas Zeus e os outros deuses venceram novamente.
Como última alternativa, enviou seu filho mais novo e o mais horrendo, Tifão para dar cabo dos deuses e seus aliados, mas os deuses se uniram contra a terrivel criatura e depois de uma terrivel e sangrenta batalha, eles conseguem vencer o último filho de Gaia.
Enfim, Gaia cedeu e acordou com Zeus que jamais voltaria a tramar contra seu governo. Dessa forma, ela foi recebida como uma deusa Olímpica
Portanto, Gaia era o nome de uma deusa da terra na Grécia antiga. O nome foi usado para ilustrar uma teoria científica: a de que o planeta Terra se comporta como um ser vivo. Com a popularização do conceito, Gaia hoje já é quase um sinónimo para Terra (o planeta), ou a natureza do planeta em um aspecto feminino: Mãe Gaia.

A teoria de Gaia foi proposta pelo cientista e ambientalista inglês James Lovelock nos anos 60. Apesar de ainda não ser unanimidade, o conceito hoje já tem aceitação razoável no meio científico.
A teoria diz que o planeta se comporta como um organismo vivo — por exemplo, na alocação de calor— não que efetivamente seja um.


Hipótese de Gaia
A hipótese Gaia, também denominada como hipótese biogeoquímica, é hipótese controversa em ecologia profunda que propõe que a biosfera e os componenetes físicos da Terra (atmosfera, criosfera, hidrosfera e litosfera) são intimamente integrados de modo a formar um complexo sistema interagente que mantêm as condições climáticas e biogeoquímicas preferivelmente em homeostase. Originalmente proposta pelo investigador britânico James E. Lovelock como hipótese de resposta da Terra, ela foi renomeada conforme sugestão de seu colega, William Golding, como Hipótese de Gaia, em referência a Deusa grega suprema da Terra – Gaia.[3]
A hipótese é frequentemente descrita como a Terra como um único organismo vivo. Lovelock e outros pesquisadores que apoiam a ideia atualmente consideram-a como uma teoria científica, não apenas uma hipótese, uma vez que ela passou pelos testes de previsão.

O cientista britânico, juntamente com a bióloga estadunidense Lynn Margulis analisaram pesquisas que comparavam a atmosfera da Terra com a de outros planetas, vindo a propor que é a vida da Terra que cria as condições para a sua própria sobrevivência, e não o contrário, como as teorias tradicionais sugerem.



Vista com descrédito pela comunidade científica internacional, a Teoria de Gaia encontra simpatizantes entre grupos ecológicos, místicos e alguns pesquisadores. Com o fenómeno do aquecimento global e a crise climática no mundo, a hipótese tem ganhado credibilidade entre cientistas.


Relação do ser humano com o planeta
As reações do planeta às ações humanas podem ser entendidas como uma resposta auto-reguladora desse imenso organismo vivo, Gaia, que sente e reage organicamente. A emissão de gás carbônico, de clorofluorcarbonetos (CFCs), de desmatamentos dos biomas importantes como a floresta amazônica, a concentração de renda, o consumismo e a má distribuição de terra podem causar sérios danos ao grande organismo vivo e aos outros seres vivos, inclusive ao ser humano. Por conta disso, há aumento do efeito-estufa, a intensificação de fenômenos climáticos, o derretimento das calotas polares e da neve eterna das grandes montanhas, a chuva ácida, a miséria e a exclusão humana.
Apesar das dificuldades de definição do que é a vida no mundo científico, essa teoria é uma nova forma de se entender o meio ambiente, pois se sabe que o ser humano faz parte do todo e que o planeta é um ser que se auto-regula. A Terra é uma interação entre o vivo e o não-vivo. Precisamos perceber que fazemos parte de um organismo vivo que se auto-regula e interage com os outros seres. A analogia da Sequóia esclarece muito: é uma espécie de árvores que chega até 115 metros de altura, e é composta por 97% de material não-vivo. Comparando-a com o planeta Terra, pode-se perceber que o planeta é composto por uma grande quantidade de material não-vivo e possui uma fina camada de vida (seres vivos). O grande corpo do planeta tem a capacidade de auto-regulação, fruto da interação dos seres vivos e não-vivos.
Hipótese
Os organismos individuais não somente se adaptam ao ambiente físico, mas, através da sua ação conjunta nos ecossistemas, também adaptam o ambiente geoquímico segundo as suas necessidades biológicas. Desta forma,as comunidades de organismos e seus ambientes de entrada e saída desenvolve-se em conjunto, como os ecossistemas. A química da atmosfera e o ambiente físico da terra são completamente diferentes das condições reinantes em qualquer outro planeta do sistema solar, fato este que levou a hipótese Gaia(sustenta os organismos, principalmente, os microorganismos, evoluíram com o ambiente físico, formando um sistema complexo de controle, o qual mantém favoráveis à vida as condições da terra-Lovelock 1979).
Hipótese II
A comunidade ocidental tradicionalmente observa os eventos ecológicos através do viés naturalista instituído nos séculos XVIII e XIX, onde há uma clara segregação entre a organicidade propriamente "natural" e o universo dos objetos humanos, ou mundo "artificial". Além disso, não há em momento inicial algum, as possibilidades de infraestrutura orgânica com objetivo de suporte ao organismo informacional. Revisões de conceitos contemporâneos e dos próprios paradigmas científicos procuram atualmente retificar lacunas emergentes nos campos da física quântica, da astronomia e da biologia, além da cibernética e da filosofia. Conceitos novos que desmontam o raciocínio linear e materialista acumulado historicamente, que porém ainda domina diversas instituições científicas, inclusive, algumas ONGs ambientalistas. Observando-se através de um viés mais complexo, comprovado pela própria abordagem biológica tradicional, o ecossistema informacional (que também existe na natureza através da linguagem das cores, odores, temperatura, movimentos etc.) encontra suporte nos objetos humanos, estendendo a rede orgânica convencionalmente denominada natural, para toda matéria derivada dos organismos vivos.
Facto que pode levar à hipótese (esta que não invalida as lutas ecológicas, mas complementa) de que a tecnologia e o meio urbano, as máquinas e a vida artificial são consequências naturais do desdobramento biológico desde a matéria inorgânica, e são portanto, também vivos. Isso deve gerar uma discussão em termos de desequilíbrio ecológico, e não em termos de invasão da artificialidade e exclusão da natureza. Analogias morfológicas e funcionais das formas urbanas e artificiais em geral são ecos da natureza.
Portanto, um processo teleológico que institui um caminho através da artificialidade em direção à naturalidade eterna, incluindo assim um suporte informacional como os neurônios, e órgãos de fluxo como as vias de transporte, de amadurecimento e de defesa do organismo em escala global e muitas funções próprias de organismos individualizados. Em proporção semelhante à da sequóia, 99,9% da massa da sociedade humana é "morta", fazendo porém, parte de um corpo constituído por processos orgânicos e fases de crescimento, intimamente ligados aos ritmos circadianos. O processo como um todo assemelha-se aos desdobramentos entre organismos(indivíduos)unicelulares, multicelulares, colônias e novamente, indivíduo(multicelular), num ciclo ascendente e global, lembrando também as funções fractais e o anamorfismo mineral / biológico.
Algumas hipóteses bem conhecidas, mas também com abordagens metafísicas externas à práxis centifica em seus métodos de inferência, afirmam que os minerais são vivos, pois algumas pedras preciosas e semi-preciosas, e muitos elementos geológicos (vide espeleologia) comportam-se parcialmente como seres vivos, já que nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. Fato que em sua incompletude, entra em análise acompanhados dos vírus, inclusive os de computador, pois sabe-se que (os primeiros) são inertes e praticamente minerais quando não hospedados, apesar de evoluirem.
Pesquisas em inteligência artificial e a própria rotina da internet e dos computadores demonstram que formas "vivas" (trojans, virus, spywares, worms, backdoors, etc.) também comportam-se, em termos epistemológicos, como os seres vivos tradicionais, recebendo de forma ligeiramente irônica, nomes de seres vivos.
Fonte : Wikipédia , re-blogado de
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Posted by Auras, Cores e Números on Sábado, 29 de agosto de 2015

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