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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

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terça-feira, 3 de novembro de 2015

A Aura Interativa - Dharma Dhannyael


No fim serás sempre o que és.
— Goethe, ‘‘Quarto de Trabalho’
de Fausto: 1a Parte
(1808)

A visualização é como um pintor diante de uma tela em branco. Nossa imaginação - o pincel e as tintas - é somente uma ferramenta, um meio para um fim. Aquilo em que nos concentramos cresce. A imaginação e a visualização são as sementes que lançamos hoje para criar a realidade de amanhã.

Harmonia - A Energia da Luz Branca da Aura

A luz branca é o aspecto visual da energia que sustenta, purifica e harmoniza o corpo humano,  a aura e flui pelo universo inteiro. Essa energia também pode ser percebida por todos os nossos sentidos físicos quando os voltamos para dentro durante uma sessão de meditação.
Desse modo, podemos não só “ver” essa energia como luz branca, cor da harmonia e do equilibrio como também podemos ouvi-la como harmonias interiores.

Podemos tocar ou sentir os raios de luz e as ondas sonoras dessa energia; além disso, ela traz consigo uma sensação de amor e bem-estar.
A aura é um tipo de radiação invisível, embora luminosa, que lembra um halo ao redor do corpo físico. Ela tem paralelo com o campo de força eletromagnético pelo fato de envolver o corpo com um campo de energia biomagnética que funciona como um barômetro de seus processos fisiológicos. Todas as formas de vida tem uma aura composta de frequências vibracionais emitidas por partículas fundamentais do corpo. 
A luz branca é o aspecto visual de nossa essência divina, nossa Mônada e é a energia mais curativa e transformadora do universo. Por isso, quando estamos em busca de transformação e cura e de limpeza da aura devemos invocar essa luz durante a meditação e usar técnicas específicas de respiração e visualização.

Em sua “Autobiografia de um Iogue Contemporâneo”, Yogananda afirma que quando nos concentramos calmamente no chakra da sobrancelha - a sede de nossa “visão interior” - e depois passamos nossa atenção para um determinado ponto entre o bulbo (medula oblongata) e o hipotálamo, a corrente de energia que vem dos dois olhos dirige-se primeiro ao ponto da testa e depois para o bulbo; em seguida, a energia da luz branca aparece no terceiro olho, ou chakra da sobrancelha, refletida ali pelo bulbo.

Alguns minutos depois de manter a concentração nesse chakra da sobrancelha,  é possível sentir  uma expansão de consciência, e o contato com a Divina Presença

Portanto, há técnicas que podemos utilizar para ver essa luz branca - o combustível é nossa intenção sincera de procurar sentir a natu­reza ilimitada de nosso ser.

As técnicas práticas, caminhadas e exercícios respiratórios devem ser praticados para purificação da aura. Através de minha experiência pessoal e de orientação interior, descobri que é mais fácil conseguir isso depois que sintonizamos nossa frequência com o trabalho de respiração.

Grattan afirma que a energia de Mahatma alinha-nos com uma vida mais requintada, mais espiritual, onde os ideais mais elevados da humanidade podem ser concretizados.

Além disso, a combina­ção de sentir a vibração que nos sustenta mais seu aspecto visual de luz é mais intensa, pois juntas, essas experiências desenca­deiam sentimentos de felicidade e amor incondicional dentro de nós que podem ser comparados a estar envolvido pelos braços do Divino, ou da Unidade.

A unidade é a re-união de Mônadas, de almas, de consciências inteligentes que estão no plano de Luz do sol Maior.

Trabalhar com vibrações e com a energia da luz branca, da Alma ou  Eu Sou é a base de toda cura e de todo trabalho de transformação e, combi­nado à visualização criativa, permite-nos entrar em contato - e depois criar de acordo - com nossa natureza divina, ilimitada.

 “Tudo é energia. Tudo é Deus. A essência de Deus é amor.” Chega a dizer que a forma mais pura de energia de todos os universos é a energia de Mahatma, que é luz branca e dourada, e personifica a consciência que percorre todas as dimensões de volta à Fonte.

Ele chama essa energia de energia do futuro, que “trará as mais elevadas qualidades e valores de vida, bem como o bem espiritual da humanidade.”

Chega a dizer que o uso dessa energia vai libertar a humanidade dos limites da terceira dimensão e permitir que a espiritualização da matéria ocorra neste plano da existência.

Expansão da Aura 
A aura humana varia muito em tamanho, densidade e cor, além de consistir de diferentes raios de luz colorida, cada um, associado a um orgão do corpo. A vibração e a tonalidade de uma aura depende da evolução espiritual da pessoa, assim como de sua saúde geral. Quanto mais equilibrado e saúdavel você é, maior é seu campo áurico.

Também podemos sentir o gosto dessa energia quando a glândula pineal segrega um néctar, ou fluido, chamado pelos antigos iogues de fonte da juventude, ou amrita.
A aura é na verdade um sistema interativo, que transforma espontaneamente as nossas experiências, emoções, pensamentos e inter-relações em manifesta­ções visíveis de energia. Como já sabemos, as experiências positivas ten­dem a expandi-la e iluminá-la.

A conclusão lógica é que uma relação posi­tiva com nós mesmos está entre os meios mais eficazes de fortalecer e energizar a aura.

Todos os instrumentos e estratégias de desenvolvimento psíquico fundamentam-se nesse ponto central que é a expressão humana positiva, incluindo pensamento, imagem mental, afirmação e ação.

Em contraste com as experiências positivas que fortalecem o sistema áurico, as negativas tendem a contraí-lo e a
drenar-lhe a energia, o que é prontamente visível na aura.

Atitudes negativas, tais como hostilidade, res­sentimento, animosidade, preocupação, ansiedade e desânimo invariavel­mente abatem e descolorem a aura e ela se torna reativa e se une com auras compatíveis com suas emoções e desejos.

Escreva em seu diário, não quero ser medíocre. O medíocre tem uma aura apagada, revelam o campo magnético sem luz, e vivem desconectado da Unidade.

A palavra medíocre sinaliza para uma pessoa grosseira, egoísta, sem vontade própria,  não satisfatória, péssima, preguiçosa, inexpressiva, chata , meão, trivial, comum, banal, ordinário, fraco, insignificante, sem luz própria, irrelevante, sem talento, vulgar, que deixa a desejar.

Mais do que isso, as mesmas influên­cias que enfraquecem a aura também esgotam a mente, o corpo e o espíri­to.

Muitas pessoas vivem isoladas, e podem estar  com medo, ou vivendo no passado e sua aura não se comunica com o coletivo, com ou outro e  podem criar setas  em sua aura solitária.

O silêncio da mente, a harmonia com a Unidade, a meditação pode libertar a alma que está escrava de uma pessoa ou  de um espírito obsessor.

Um dos principais objetivos do desenvolvimento do poder psíquico é reverter os efeitos debilitadores da nossa postura negativa, revelando os nossos recursos positivos e utilizando-os para enriquecer a nossa vida.

Assim como acontece com as interações do nosso eu interior, as condições exteriores também afetam a aura e interferem em suas funções.

As nossas inter-relações magnéticas com o meio ambiente, principalmente com a natureza, podem energizar não só a aura, mas a mente, o corpo e o espírito, além de nos alçar a novos níveis de percepção e conferir novo significado à nossa vida.

De modo semelhante, as nossas interrela­ções com o plano espiritual podem fortalecer diretamente a aura, ao mes­mo tempo que nos incutem uma compreensão mais profunda da nossa existência.

A luz da nossa aura brilha com a chama  da harmonia acesa em nosso coração, com a integração com  a Unidade, com a generosidade inteligente, empática.

Nós emergimos dessas interações mais esclarecidos, inspirados, energizados e sintonizados, efeitos que se refletem de imediato na aura.

Dentre os fatores mais importantes que influenciam a aura, destaca-se a nossa relação com as outras pessoas. De modo geral, os relacionamentos sociais positivos, pessoais ou de grupos, energizam, expandem e iluminam o campo energético que nos circunda.

No caso de grupos, o relacionamen­to positivo pode na verdade gerar um amplo corpo de energia brilhante que se vê com frequência pairando sobre o grupo. Esse fenômeno sinérgico é apreensível por qualquer pessoa que se aproxime ou ingresse no espaço ocupado pelo grupo mesmo após sua dispersão.

A relação social, profissional negativa, por outro lado, tende a reduzir, esgotar e descolorir a aura individual e do grupo. Nenhum de nós é invulnerável às influências sociais, profissionais adversas.

Neste contexto, muitas empresas são fechadas, casamentos destruídos e podemos citar a traição e o logro em uma sociedade, em um grupo, em uma equipe que geram desconfiança e angústia – os encontros negativos, que nos perturbam e diminuem a nossa capacidade de concen­trar energia de forma construtiva e os rompimentos, que causam um dolo­roso desgaste nos nossos recursos de recuperação.

Todavia, quando sofre­mos reveses, é importante termos em mente que mesmo as experiências negativas podem ser vistas como oportunidades de crescimento, porque nos desafiam a enfrentar e superar as vicissitudes.

Uma aura forte, resistente, e cheia de energia invariavelmente reflete os efeitos benéficos dos embates com as adversidades do passado.

Com frequência, as influências sociais são tão sutis que escapam à nos­sa percepção consciente. Entretanto, podemos detectá-las por seu reflexo não só na aura, mas também no nosso comportamento.

Nas nossas rela­ções interpessoais, por exemplo, ajustamos espontaneamente a distância espacial que nos separa do outro, num fenômeno quase imperceptível que é paralelo à interação de dois sistemas de energia.

Simplificando, nós nos aproximamos das pessoas cuja energia nos atrai e nos afastamos daquelas cuja energia nos repele. Em geral, não fazemos qualquer esforço para ade­quar a distância quando a energia é neutra.

E comum que o exame da aura durante relações sociais positivas revele sistemas altamente energizados e amplos, indicando atração mútua.

E como se nesses relacionamentos as auras buscassem umas às outras, unindo-se e, em alguns casos, literalmente se abraçando, já as inter-relações prejudiciais em geral resultam na diminuição e na separação das auras.

Nas terapias de casais, pode-se ver a aura dos cônjuges que se distan­ciaram um do outro repelindo uma à outra e resistindo à interação.

Quase sempre, as mudanças nas duas auras acompanham com eficácia o progres­so, ou não, do casal na resolução dos problemas no relacionamento.

Entre os casais, bem como entre os grupos, as interações mutuamente satisfatórias normalmente geram uma energia radiante em toda a aura dos parceiros. Muitas das estratégias de fortalecimento da aura já apresentadas, tais como a Técnica de Sintonização Cósmica e a Técnica de Intervenção Abrangente, podem ser facilmente adaptadas para casais e grupos.

A simples participa­ção em exercícios de visualização energiza a aura e estimula relações sociais produtivas. Além disso, vários instrumentos concretos de energização e suas respectivas estratégias, tais como a Energização Por Meio de Cami­nhadas pela Natureza, Energização Por Meio das Árvores e a Técnica da Energia da Pirâmide que descrevemos anterior mente, são absolutamente eficazes quando usadas e praticadas por casais e grupos.

As relações energéticas mutuamente positivas exercitam a capacidade da aura não só de gerar energia, mas também de enviá-la e recebê-la.

A aura saudável se energiza ainda mais por meio de intercâmbios positivos com outros sistemas áuricos. A aura debilitada ou subdesenvolvida, que sofre de deficiência energética, é quase sempre incapaz de gerar energia, quanto mais de irradiá-la.

Para os indivíduos que não dominam o seu contato com sua Alma, com a Chama  Trina do seu coração, com a Unidade as estratégias de energização da própria aura, sugar a energia das outras pessoas pode pare­cer a única forma de suprir sua deficiência.
O egoísmo, a corrupção, a maldade do mau caráter, a preguiça, o oportunismo, a falsidade, o medo, a ambição, as drogas, roubo nos afastam da Fonte Divina do amor Universal que ilumina as auras, que revela a luz da Divina Presença.

Em consequência, eles frequentemente procuram pessoas dotadas de energia em abundância ou que têm uma inclinação natural para doar energia.

O resultado pode ser o afastamento daqueles que não estão dispostos a fazer esse tipo de doação ou uni relacionamento de dependência com aquelas que gostem de doar energia

Ocasionalmente desenvolve-se um relacionamento de dependência mútua em que indivíduos que sentem necessidade de doar energia dependem do parceiro que precisam recebê-la e vice-versa. A longo prazo, esses relacionamentos retardam o crescimento das partes envolvidas.

Emende os rasgos de sua aura, o campo magnético que está ao redor do seu corpo e que constitui a manifestação combinada da alma, mente e corpo.
Pode pensar em sua aura como uma estação emissora e receptora que envia tanto vibrações positivas como negativas, e que recebe vibrações dos outros assim como as vibrações superiores do mundo celestial. A sua aura revela tudo o que você é, e tudo o que já foi alguma vez. A troca a cada momento entre os sentimentos e pensamentos lhe dão cores.
Algumas vezes criamos distúrbios ou "buracos" em nossa aura e a luz sai por ali. Condenar-se a si mesmo, mesmo que seja um pouquinho, é como fazer buracos de agulha numa bacia de água.

Isto é o que acontece com sua aura quando permite que algo ou alguém o faça pensar que não é digno do amor de Deus. Não importa quanta luz atraia de Deus, ela vai fugir por esses buracos de agulha.

Queremos ter uma aura forte, ser espiritualmente íntegros.

Quando as pessoas dizem "sinto-me espiritual e fisicamente esgotado. Como posso recuperar a minha energia?" Isto ocorre devido à perda das energias de Deus, vindas através da Presença EU SOU e do Santo Cristo Pessoal.
Para saber se você tem uma aura frágil, faça a seguintes perguntas para si mesmo: Muda de opiniões e de decisões muito fácil? Falta concentração? É difícil manter a alegria? Cansa-se aparentemente sem nenhuma razão? Deixa-se influenciar facilmente pelos desejos e as vibrações negativas de outras pessoas?
Existem muitas maneiras em que isto pode ocorrer. Poderia sentir-se exausto porque literalmente deu partes de si mesmo. Quem sabe se sente como se tivessem drenado, porque está dando sua energia aos outros constantemente, especialmente se você é um profissional de saúde, um conselheiro ou alguém que trabalha num ofício orientado ao serviço.

O profissional de saúde iluminado pelo amor, com o tempo pode fortalecer sua aura, e  multiplicar a luz que ela emana com o silencio da meditação, com o encontro com a luz de Deus. A música antes de dormir é um purificador natural da aura. Quando sair do trabalho, seria bom fazer um ritual de deixar os sapatos  no local  e procurar seguir com a mente  iluminada com o agora.

O doador pode oferecer o seu trabalho ao seu anjo, à Divina Presença Eu Sou.
Eu sou a luz que cura Eu sou.

Para seguir dando, você necessita selar a sua aura e mantê-la selada. Lembre-se que a sua energia vai onde vai a sua atenção. Sua atenção é sua essência espiritual.
Conversas desnecessárias são outra maneira de se perder luz. As palavras inúteis, agressivas fazem com que gastemos nossa energia preciosa. Tente conservar as palavras e veja se adquire mais energias para fazer o que é verdadeiramente importante em sua vida.

Nossa sociedade é propensa ao ruído e o ruído pode danificar a aura. Algumas vezes preenchemos os espaços vazios do dia com o televisor ou o rádio ou com conversas. Não tenha medo de ter momentos de silêncio em sua vida para caminhar e falar com os anjos e com o seu Santo Cristo Pessoal.

A inveja e a crítica dos outros podem perfurar a aura. Quando alguém tem inveja, ou critica, ou faz ironias, está enviando "flechas envenenadas" e a atenção que os outros põem sobre si pode sugar a energia como um aspirador, a menos que esteja alerta e tenha formado um muro de proteção ao redor de si.
O descontrole emocional e a raiva também perfuram a aura. Alguns estudos dizem que os homens e as mulheres que têm uma grande hostilidade estão em maior risco de contraírem doenças coronárias e câncer.
A enfermidade primeiro começa a manifestar-se na aura. É como disparar um canhão contra si mesmo ou deixar que alguém o dispare. Os que se enraivecem com facilidade podem perder muito carma bom que tenham feito com árduo trabalho. Já vi pessoas que se irritam e perdem vários fragmentos de sua alma nesse momento.

Também tenho testemunhado pessoas que num acesso de fúria literalmente extinguirem sua centelha divina. Isto é muito sério.
Se você se dá conta de que tem um agulheiro em sua aura, pode reverter rapidamente a situação ao fazer orações e decretos dinâmicos. O decreto do Tubo de Luz e os decretos ao Arcanjo Miguel sempre são a sua primeira linha de defesa para fortalecer a sua aura.

Aura Meditação Guiada
Aqui estão os quatro passos para a prática de meditação da aura que promove a cura, a expansão da aura.

1.    Respire profundamente e lentamente no início, sentindo a presença da bioenergia "força vital" dentro de você.
2.    Sinta essa energia fluindo, circulando com a luz branca através de você e imagine que você está sendo  iluminado.
3.    Visualize essa energia dentro de seu corpo irradiando mais e mais. Veja se você pode ver / sentir a cor da energia.
4.    Enquanto visualiza a energia (e cor, se possível), direcionar essa energia nutritiva para a área do corpo que precisa de cura (por exemplo, áreas do corpo onde a dor reside ou se sentir fraco).
Passe 3-5 minutos por etapa.
Gratidão Meditação Guiada
Outra versão deste para todos os treinos dia usa o conceito de gratidão pelo bem-estar emocional:
1.    Sentir a presença de gratidão em seu coração. Pergunte a si mesmo o que você é grato neste momento ... e mantenha que em sua consciência / mente.
2.    Sinta essa gratidão fluindo através de você, limpando e curando você.
3.    Visualize irradiando a gratidão que sinto de volta para o Universo.
Fim da primeira  parte do texto.

Este texto é resultado de uma pesquisa inspirado em vários mestres do assunto, e pesquisa na internet
1.    Elizabeth  Clare Prophet .
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A ANATOMIA DO CORPO DE LUZ - OS CHAKRAS - Dharma Dhannyael






A ANATOMIA DO CORPO DE LUZ - OS CHAKRAS


Leslie Temple – Thurston com Brad Lauhlin 

Resumo de um texto do livro Casamento do Espírito. Vivendo iluminado no mundo de hoje. WVA

E referindo—nos novamente à afirmação de Jesus em Mateus 6:22, “se teu olho for único, todo o teu corpo terá luz”, vemos que, quando nosso fluxo de consciência ascende para o terceiro olho, o olho único, então começamos a nos iluminar para nossa natureza como unidade.

Ao fortalecer o corpo subtil através do processamento e da meditação, trazendo-nos para o equilíbrio, aprendemos a reter a luz e a não dissipá-la desnecessariamente.

A ANATOMIA DO CORPO DE LUZ - O SHUSHUMNA



Veremos um pouco mais da anatomia do corpo de luz (Fig. 7.3).

O corpo de luz possui um núcleo ou eixo central. Em sânscrito é conhecido como Shushumna, e corresponde aproximadamente à coluna física, O Shushumna é o núcleo luminoso de iluminação dentro de cada um de nós. A maioria das pessoas no sistema separado não está consciente de que ele existe e raramente o sentem.


Todos os véus da personalidade condicionada — medos, desequilíbrios, sistemas de crenças negativos e limitantes etc. — têm sido enrolados firmemente à sua volta e o escondido de nossa visão consciente.



De fato, eles parecem uma camada de couro grossa e negra, como uma capa, em volta do Shushumna. Restringem e cortam o fluxo natural de luz e energia que normalmente subiria e emanaria do Shushumna através de nosso corpo físico.



A medida que aumentamos em vibração, descascando os véus do ego, liberando as crenças de separação e de limitação, a luz literalmente ascende e emana a partir do Shushumna, ligando-nos até o topo, desde o chakra da raiz até o chakra da coroa.

E por isto que, quando meditamos, é importante manter a coluna reta e ereta para ajudar no fluxo de luz que ascende através do Shushumna.

No Oriente a luz ou energia que se move e anima o corpo é chamada de kundalini. A kundalini é nossa força vital. Ela vem da palavra sânscrita kundalini, que significa espiral. Vista de forma clarividente, a kundalini está enroscada na base da coluna, como uma cobra, e quando despertada move-se como uma serpente subindo através do corpo.

Quando o fluxo único, semelhante a um fio de luz ou kundalini, ascende até o topo do Shushumna, desde a raiz até a coroa, sem interrupções de limitações egóicas, o estado de samadhi inicia-se. Samadhi, como descrito no capítulo anterior, é um estágio avançado de testemunhar e é o precursor da iluminação.

Limpando padrões limitantes e restritivos do ego, enquanto progredimos no caminho da autodescoberta, torna o filete mais largo e nosso estado de samadhi evolui e cresce.

Samadhi é uma experiência da luz do Shushumna. A luz é unidade e contém informação. Quando entramos em Samadhi, fazemos um download da informação na luz, que mais tarde é decodificada através do corpo mental, onde nos tornamos conscientes de compreensões multidimensionais.


Por exemplo, podemos receber insights sobre processos atuais, que nos ajudam a desembaraçar padrões de comportamento destrutivos, como excesso de alimento e o fumar.


RETENDO SUA LUZ


Para alcançar estados mais elevados de consciência você precisa ter muita luz e energia. Nossa consciência é como um pêndulo. Oscila com nossos pensamentos e emoções desequilibrados.






O ponto fixo no centro é o lugar da testemunha neutra (Fig. 7.2).


Quando estamos desequilibrados e oscilamos mental e emocionalmente, perdemos nossa luz e energia; a força vital é empurrada para fora.


E como um limpador de pára-brisa que empurra a água para fora do pára-brisa. E cada vez que oscilamos mais, perdemos mais. Somos drenados e, frequentemente, nossa saúde física sofre. Ao fortalecer o corpo sutil através do processamento e da meditação, trazendo-nos para o equilíbrio, aprendemos a reter a luz e a não dissipá-la desnecessariamente.


A perda de luz e energia acontece porque existem buracos no corpo subtil, criados pelo processo de condicionamento que vivenciamos na infância. Onde quer que existam desequilíbrios na personalidade, existirão buracos no corpo subtil. A luz está sempre entrando, já que nossa verdadeira essência é um fluxo de luz divina e de conexão com a fonte.


Mas algumas vezes perdemos luz com maior rapidez do que ganhamos, quando estamos abaixo da paridade. Toda vez que temos sucesso em testemunhar e equilibrar nossos padrões desequilibrados de personalidade — por exemplo, nossas oscilações extremas de humor — estamos preenchendo os buracos.


Quando perdemos muita luz, caímos em estados negativos, e ficamos deprimidos e infelizes, devido à luz insuficiente. Quando estamos plenos de luz, estamos felizes, equilibrados e confiantes. Estamos inspirados, criativos, estimulados com tudo. Temos energia e isto nos faz passar o dia sem termos que nos arrastar.






Fig. 7-2. - Na medida em que o fio do pêndulo fica mais curto, o pêndulo oscila com mais rapidez. Ele oscila cada vez menos e se move para mais perto do ponto fixo. E à medida que processamos e nos identificamos mais com a testemunha neutra, encurtamos o fio do pêndulo


Corpos de luz fortes e luminosos são geralmente prerrogativa dos jovens e fortes. Para eles não é tão vital ter muito equilíbrio na personalidade e uma testemunha tão fortalecida. Mas, à medida que ficamos mais velhos e esses padrões tornam-se mais entrincheirados, continuamos a perfurar o corpo luminoso mais e mais com nossos comportamentos desequilibrados, crenças negativas e atitudes autodestrutivas.


Temos que tomar mais cuidado enquanto envelhecemos porque perdemos luz com mais facilidade. Desenvolvendo a testemunha e utilizando as técnicas de processamento, equilibramos a personalidade, fortalecemos o corpo sutil e a luz é retida com mais facilidade no sistema de corpos.


E essencial que deixemos de oscilar e cheguemos ao ponto fixo, se quisermos reter nossa luz, para melhorarmos a qualidade de vida e atingirmos estados mais elevados de consciência.


RESUMO DO CAPITULO


Aqui se encontram alguns dos principais pontos introduzidos até agora:


• A existência não é real no sentido em que fomos ensinados a vê-la.


• O mundo material é transitório, efêmero e a vida é como um holograma.


• Vendo a vida a partir do nível energético, percebemos mais sobre nosso próprio padrão egóico, assim como o dos outros, e mais da interconexão da vida, incluindo sincronicidades.


• A anatomia do corpo de luz inclui: chakras, o Shushumna, o Ida e o Pingala.


• Kundalini é a força vital que se move através do corpo e o anima.


• Para alcançar estados mais elevados de consciência, é importante ter luz e energia.


• Retemos luz quando o ego está limpo e equilibrado.


• Perdemos luz quando o ego não está limpo e está desequilibrado.


• A medida em que limpamos a consciência do terceiro chakra — assuntos polarizados de poder — movemo-nos através do nó de Vishnu, ou portão do céu, em direção ao paradigma do coração, o sistema de fluxo contínuo.


OLHANDO PARA O MUNDO AO SEU REDOR


Olhar e ver são duas coisas diferentes. Olhamos as coisas, mas ainda assim não as vemos realmente com clareza. Isto ocorre devido à nossa impressão de separação, que cria a impressão de faculdades limitadas.

Tendemos a ver e a escutar de forma limitada. Quando escutamos algo, internalizamos apenas uma pequena fração do que estamos escutando, sem perder o foco
O mesmo ocorre com o ver: quando olhamos para algo, internalizamos uma quantidade muito limitada de dados. Para aumentar a visão, tente desenhar um objeto. A maioria dos indivíduos sente que não possui habilidades artísticas, mas o que realmente ocorre é que a visão não está completamente desenvolvida para representar claramente um objeto.


Todos possuem um artista em seu interior. O problema está na visão. Olhamos para o mundo constantemente, mas selecionamos apenas uma fração dos dados disponíveis. Quando alguém desenha algo, há uma investigação mais profunda da natureza do objeto. Fazendo esse exercício, você se dará conta como sua visão é seletiva.

• Selecione e desenhe um objeto do qual realmente goste, algo simples para começar, tal como uma concha, uma folha, um vaso, uma flor, uma xícara etc.


• Desenhe algo de maior apelo, mas mais complexo, tal como: um vaso contendo uma flor, uma estátua, sua mascote adormecida, uma árvore etc.


• Saia para o mundo, vá a um lugar que o inspire, preferivelmente um lugar que você ache belo, relaxante e pacífico. Fique lá por tempo o bastante para encontrar um lugar de paz e calma em seu interior.


Pelo tempo que estiver lá, olhe à sua volta. Que tipo de terreno é? Você pode ver o horizonte? Existe vegetação? Se houver prédios, que tipo de prédios são? Quais são as cores predominantes na cena? Como lhe parece a luz e como ela o afeta? Como você é afetado pela luz e cor da cena? Descreva em detalhes em seu diário todas as coisas que perceber.


A LUZ, CONSCIÊNCIA E MEDITAÇÃO


Muitos dos maiores cientistas do mundo, artistas e líderes têm acesso a níveis mais elevados de luz — quer de forma consciente, quanto inconsciente — e assim são capazes de receber informações e novas ideias.  A luz é algumas vezes vivenciada — geralmente na meditação — como uma presença de felicidade, êxtase e expansão; o amor incondicional do Divino.


A luz do Shushumna é está relacionada como consciência não dualística. Tradicionalmente, o envolvimento da consciência Shushumna é feito principalmente com a prática da meditação. Através da meditação, abrem-se gradualmente portas no espaço interior do indivíduo e a consciência é preenchida com estado de consciência não-dualística, que é nosso estado natural. A experiência é, frequentemente, uma forma espetacular de  realização da unidade.


Entretanto, através da utilização das técnicas de processamento, conseguimos vagarosa e gentilmente desgastar nossos véus, possibilita passar a realinhar-se à consciência comum do dia-a-dia, trazendo-nos  fácil e suavemente ao estado integrado do despertar.


A ANATOMIA DO CORPO DE LUZ - IDA E PINGALA


Ida e pingala são os nomes sânscritos para os fluxos de energia que formam o campo eletromagnético bipolar do corpo. Eles tomam a forma de uma dupla-hélice e se enroscam à volta do Shushumna (Fig. 7.4).


A consciência move-se por esses fluxos percebendo o positivo e o negativo, o bem e o mal e as outras dualidades da vida no sistema separado. Nossas atrações e repulsões no campo eletromagnético giram a energia através do Ida e Pingala.


O Ida é o fluxo descendente passivo, ou Yin, e está associado com a energia feminina; o pingala é o fluxo ascendente ativo, ou Yang, e está associado com a energia masculina.


Equilibrando nossa consciência através da unificação de opostos, nossa consciência começa a poder perceber a partir do Shushumna, assim como do Ida e do Pingala.


Esta é a adição do terceiro canal de consciência, descrito como “testemunha” no capítulo anterior, aos canais de positivo e negativo. A testemunha está, em realidade, fora do campo eletromagnético da zona polarizada. Na medida em que equilibramos o Yin e o Yang, o feminino e o masculino, encontramo-nos cada vez menos na mente discriminativa, associada ao sistema dualístico e limitado, e cada vez mais no estado de centramento e desapego associado à testemunha.

E interessante referir-nos brevemente ao Gênesis 3:22-24, na história de Adão e Eva, após terem ingerido o fruto proibido, aprendido sobre o bem e o mal, e caído:


“Então disse o Senhor Deus: eis que o homem é como um de Nós, sabendo o bem e o mal; ora, pois para que não estenda sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente; … o SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado.


E havendo lançado fora o homem, pôs... uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida”. Acredito que a história se refira à anatomia do corpo de luz. 


A árvore da vida é Shushumna, e quando comemos deste fruto vivemos para sempre; isto quer dizer que conhecemos nossa natureza enquanto eternidade.


Mas a partir de nosso estado caído, separado, há uma espada flamejante que guarda o caminho para ele, sendo portanto de difícil acesso. Quando alguém vê o Shushumna de forma clarividente, parece-se com uma espada flamejante.


Você perceberá no diagrama que o Ida e o Pingala iniciam-se logo abaixo do terceiro olho. E aí que a mente discriminativa começa. Abaixo do terceiro olho é onde percebemos a dualidade, que engloba do sexto ao primeiro chakra. A testemunha está, frequentemente, centrada no terceiro olho. Acima do terceiro olho encontra-se o chakra da coroa, que além do Shushumna, é onde percebemos nossa conexão com a fonte.


E referindo-nos novamente à afirmação de Jesus em Mateus 6:22, “se teu olho for único, todo o teu corpo terá luz”, vemos que, quando nosso fluxo de consciência ascende para o terceiro olho, o olho único, então começamos a nos iluminar para nossa natureza como unidade.

Fig. 7-4. — Ida e Pingala, ondas de forças que fluem em uma hélice dupla ao redor do Shushumna. Note, por favor, que este diagrama simples e bidimensional não demonstra as qualidades tridimensionais da hélice dupla.


O PARADIGMA DO CORAÇÃO - O SISTEMA DE FLUXO


Com esse trabalho de processamento estamos nos movendo através de um dos véus mais densos da consciência humana, do terceiro para o quarto chakra. Este é um aspecto da ascensão — movendo-se de um velho paradigma de poder e impotência polarizados para um novo paradigma, centrado no coração e de natureza mais unificada.


A densidade da consciência, que mantém os dois paradigmas separados, é refletida no corpo físico como o diafragma, que é uma divisão muito grossa, muscular e separativa, como um teto acima do terceiro chakra.


Existe um nó na consciência ali, que está espremendo o Shushumna e fechando-o com muita força, o qual vamos afrouxando e desembaraçando na medida em que fazemos o trabalho de processamento.

No Oriente é conhecido como o nó de Vishnu. Quando se abriu para mim, meus guias o chamaram de portão do céu.

Vamos dar uma olhada na diferença entre os dois sistemas. O sistema do terceiro Chakra é o mundo da polaridade — ganhar-perder, tirano-vítima, autoridade-subserviência, poder-impotência.


A área diz respeito a batalhas que lutamos todos os dias, às perdas que assumimos, às vitórias que conquistamos. E um sistema de alternância entre expansão e contração. Esta é a vida no mundo, de extrema dualidade.

Através do trabalho de limpeza do ego trazemos tudo isso para a consciência, equilibrando tudo, percebendo os pedaços que faltam. Fazendo isso, o coração gradualmente abre-se mais e mais. Você se move para o próximo nível, onde possui fé, confiança, visão, equilíbrio, compaixão e aprende a manter-se aberto com mais facilidade.

O novo paradigma é outro sistema. E um sistema de coração desperto, de emanação e fluxo contínuo, no qual a energia move-se de forma diferente, como uma nascente borbulhante brotando da terra.


Ele não expande ou contrai, não está sujeito à atração e à repulsão extremas, e não se encontra vazio parte do tempo e cheio na outra parte.


Conhecemos perda e ganho no velho sistema. O novo sistema não se encontra contido por tipos pesados de polarização. E menos limitado, permitindo um estado de quase contínua plenitude. Logo que há um fluxo de energia em direção ao exterior, este é reposto por um novo influxo de energia.


Então, nunca há um estado vazio. Ele não oscila tão extremamente entre positivo e negativo. O sistema do coração desperto não é um sistema de ganho-perda, ou/ou; é um sistema de ganho-ganho.


Quando iniciamos o caminho de autodescoberta, estamos vivendo entre os dois mundos. Apesar de falarmos sobre os dois paradigmas como distintamente separados um do outro, em verdade um indivíduo move-se gradualmente entre os dois por um período de tempo, frequentemente vivendo nos dois simultaneamente.


Não é possível pular de uma vez para o novo paradigma. Isto explodiria todos os nossos circuitos; é muita voltagem para nossos velhos eus suportarem. Leva tempo até que o corpo integre as diferenças e para que o circuito do corpo mantenha as novas taxas vibratórias. Como uma velha casa que precisa de fiação nova, o corpo deve poder manter as novas experiências.


Frequentemente, após termos feito uma sessão de processamento, sentimos que nossa fiação está sendo trocada, e literalmente isto não está longe da verdade. Com a fiação do velho paradigma, temos o potencial em nosso interior para vivenciar a luz do Shushumna por apenas alguns segundos.


Isto se traduziria em uma experiência espiritual de pico. Para manter a experiência por mais tempo, devemos trocar nossa fiação vez após vez, até gradualmente tornarmo-nos acostumados a ela. Através da utilização das técnicas de processamento, faz-se uma junção das cisões, ou linhas falhas, em nossos corpos sutis, o que resulta em uma nova fiação em nossos circuitos, tornando-nos mais íntegros e capazes de vivenciar nossa totalidade.


Para juntar o velho e o novo paradigma, assumimos a máscara intermediária do guerreiro espiritual. Vivendo a partir dessa máscara, escolhemos viver em completa integridade com nossa verdade interior e com o mundo à nossa volta.

Estamos dispostos a ver o mundo como um espelho de nossas projeções e não culpar o exterior por nossas próprias limitações. Encaramos nossos assuntos egóicos inconscientes e nossos sistemas de crenças destrutivos com a intenção de dissolver a velha personalidade e de mover nossa consciência para o coração.

Adotando a máscara do guerreiro espiritual, possuímos um veículo para ajudar-nos a, gradualmente, mover-nos para dentro das experiências, cada vez mais longas, da luz do Shushumna.


Possuímos muitos corpos além do físico; o corpo que nos circunda é, em realidade, um corpo de energia e consciência. Possuímos também um corpo mental, um corpo emocional, assim como um vasto corpo de luz.


No caminho da autodescoberta é importante e um tanto inevitável que nos tornemos familiarizados com todos eles. Para o propósito de nossa discussão, daremos uma olhada no corpo de luz, algumas vezes também conhecido como corpo sutil — frequentemente visto por paranormais e chamado aura.

Mesmo que você, neste momento, seja incapaz de ver ou sentir seu próprio corpo de luz ou o corpo de luz de outras pessoas, é importante saber o que ele vem a ser, assim como algo a respeito de seu funcionamento. Sabendo respeito de sua existência, aprendemos a senti-lo mais, e nos tornamos mais conscientes de seu fortalecimento.

O trabalho de fortalecimento apoia o processo do despertar espiritual. Quando purificamos o ego e despertamos, tornamo-nos capazes de perceber os movimenta energéticos no corpo de luz. Saber sobre isso antecipadamente será de utilidade por esse motivo. Aqui daremos uma breve olhada na anatomia do corpo de luz, incluindo o sistema de chakras.


Nossa intenção é, em vez disso, dar uma introdução a eles, assim como uma compreensão geral dos chakras.


Os chakras são centros de energia no corpo e se encontram ativos o tempo todo, estejam ou não conscientes disto. Chakra é uma palavra sânscrita que denota círculo e movimento, ou pode ser traduzida como roda.


Os chakras estão associados com aspectos dos corpos física mental e emocional. Possuímos muitos chakras em nosso interior, e alguns mesmo além do corpo físico. Existem sete chakras principais no corpo, e esses são os que vamos mostrar aqui.


Fig. 7—5.  Os chakras são centros de força do corpo sutil. Quando vistos através da clarividência, os raios irradiantes que configuram os chakras parecem flores ou rodas. São pontos de contato entre os corpos etérico e físico, transmissores e retentores de energias cósmicas e de força vital.


Existem aspectos da consciência e características de comportamento associados a cada chakra. Quando alguém medita sobre um chakra, pode perceber os níveis de consciência que se encontram descritos abaixo. Mencionamos apenas os aspectos básicos de consciência associados com cada chakra; existem, em verdade, muitos outros.


O primeiro chakra é chamado chakra da raiz e está localizado entre o ânus e os genitais, na base da coluna. A consciência associada ao chakra da raiz é aquela da segurança, da sobrevivência física, dos mecanismos de luta-fuga e lutas de vida ou morte.


O segundo chakra está localizado entre o umbigo e os genitais. Sexualidade, procriação, as emoções de nutrição e assuntos de família (ou tribo) estão associados a ele. E o portal para o infinito.


O terceiro chakra está localizado no plexo solar. E o centro de poder e é onde trabalhamos os assuntos de poder e impotência, vítima-tirano, perda-ganho, sucesso-fracasso e domínio, manipulação e controle. E onde aprendemos as lições associadas ao poder polarizado, à autoridade, nome e fama.


O quarto chakra está localizado no coração e é frequentemente chamado de chakra cardíaco. A consciência associada com o chakra do coração é a do amor, da fé, da devoção, do dever e da compaixão. Também é associada com a atração e repulsão em relacionamentos amorosos — rejeição e aceitação.


O quinto chakra está localizado na garganta e é o centro energético da arte, conhecimento, maestria e entrega à vontade divina.


O sexto chakra está localizado entre as sobrancelhas e é conhecido como o terceiro olho. Este é o centro energético da consciência, sabedoria, insight, clarividência e percepção psíquica.


O sétimo chakra está localizado no topo da cabeça e é conhecido c coroa porque se posiciona na cabeça como uma coroa. Ele é um vórtice de energia que se abre para cima como um funil. A coroa real utilizada por reis e rainhas é uma sua em forma física. O chakra da coroa está associado à nossa conexão divina, ou união com  tudo-o-que-há.


À medida que processamos e meditamos, desenvolvemos uma sensibilidade nos chakras e podemos senti-los energeticamente. A maior parte de nós os sentiu em algum momento especialmente no corpo físico, mas não estamos conscientes deles porque não fomos ensinados a perceber as energias ou consciência desta forma.


Por exemplo, quando uma pessoa vivencia uma perda extrema, digamos que ela perca uma grande soma de dinheiro para um competidor em um negócio, o sentimento pode ser descrito como o de levar um soco no estomago, ou a pessoa pode mesmo sentir náuseas.


Esses são sentimentos na área do Terceiro Chakra, que está associado com ganhar ou perder, poder e impotência. Se pudéssemos em verdade ver o terceiro chakra na aura nesta situação, algo que os clarividentes podem fazer, perceberíamos que o centro energético parece desequilibrado, balançando e vazando energia. A pessoa perde luz, ou vaza energia, em uma situação de perda.


Em uma pessoa equilibrada em circunstâncias normais, o chakra parece-se com um vórtice de energia homogêneo, brilhante sempre girando.


Frequentemente, em uma instância de perda como em nosso exemplo em nosso o desejo de comer. Isto ocorre porque a comida tende a pôr energia ou força vital na área do nosso estômago e nos ajuda a aterrar.


Essa é uma reação natural porque, se em algum nível o corpo está nos dizendo que perdemos luz e energia e estamos nos sentindo deficiente na área do terceiro chakra.


Então podemos ver que o corpo físico nos dá pistas relativas a nosso estado de consciência. Tornando-nos conscientes da energia no corpo físico e dos centros energéticos chamados chakras, podemos saber quando necessitamos processar, podemos aprender a estar mais equilibrados e a reter nossa luz.


Aqui está um outro exemplo de nosso corpo Físico nos dando informações sobre a energia do corpo sutil, já experimentado por muitas pessoas.


Quando alguém recebe uma notícia devastadora, como a morte de uma pessoa amada, ou qualquer coisa que poderia ser descrita como de partir o coração, é comum a primeira reação ser posicionar a mão por sobre o coração.


Novamente temos o corpo nos mostrando que, em algum nível, estamos conscientes do que estamos vazando energia do Chakra do coração; sentimos como se tivéssemos perdido algo de que precisamos.


Ficamos conscientes que estamos vazando energia do chakra do coração; logo, a mão é posicionada na tentativa de reter a luz. Tornando-nos conscientes dessas coisas podemos retornar à testemunha neutra, enquanto vivenciamos as emoções e processamos a situação, para que possamos estar mais equilibrados e desapegados da perda e ganho no mundo físico.



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Posted by Auras, Cores e Números on Sábado, 29 de agosto de 2015

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