O ponto fixo no centro é o lugar da testemunha
neutra (Fig. 7.2).
Quando estamos desequilibrados e oscilamos mental
e emocionalmente, perdemos nossa luz e energia; a força vital é empurrada para
fora.
E como um limpador de pára-brisa que
empurra a água para fora do pára-brisa. E cada vez que oscilamos mais, perdemos
mais. Somos drenados e, frequentemente, nossa saúde física sofre. Ao fortalecer
o corpo sutil através do processamento e da meditação, trazendo-nos para o
equilíbrio, aprendemos a reter a luz e a não dissipá-la desnecessariamente.
A perda de luz e energia acontece porque existem
buracos no corpo subtil, criados pelo processo de condicionamento que
vivenciamos na infância. Onde quer que existam desequilíbrios na personalidade,
existirão buracos no corpo subtil. A luz está sempre entrando, já que nossa
verdadeira essência é um fluxo de luz divina e de conexão com a fonte.
Mas algumas vezes perdemos luz com maior
rapidez do que ganhamos, quando estamos abaixo da paridade. Toda vez que temos
sucesso em testemunhar e equilibrar nossos padrões desequilibrados de
personalidade — por exemplo, nossas oscilações extremas de humor — estamos
preenchendo os buracos.
Quando perdemos muita luz, caímos em estados
negativos, e ficamos deprimidos e infelizes, devido à luz insuficiente. Quando
estamos plenos de luz, estamos felizes, equilibrados e confiantes. Estamos
inspirados, criativos, estimulados com tudo. Temos energia e isto nos faz
passar o dia sem termos que nos arrastar.
Fig. 7-2. - Na medida em que o fio do pêndulo
fica mais curto, o pêndulo oscila com mais rapidez. Ele oscila cada vez menos e
se move para mais perto do ponto fixo. E à medida que processamos e nos
identificamos mais com a testemunha neutra, encurtamos o fio do pêndulo
Corpos de luz fortes e luminosos são geralmente
prerrogativa dos jovens e fortes. Para eles não é tão vital ter muito
equilíbrio na personalidade e uma testemunha tão fortalecida. Mas, à medida que
ficamos mais velhos e esses padrões tornam-se mais entrincheirados, continuamos
a perfurar o corpo luminoso mais e mais com nossos comportamentos
desequilibrados, crenças negativas e atitudes autodestrutivas.
Temos que tomar mais cuidado enquanto
envelhecemos porque perdemos luz com mais facilidade. Desenvolvendo a
testemunha e utilizando as técnicas de processamento, equilibramos a
personalidade, fortalecemos o corpo sutil e a luz é retida com mais facilidade
no sistema de corpos.
E essencial que deixemos de oscilar e cheguemos
ao ponto fixo, se quisermos reter nossa luz, para melhorarmos a qualidade de
vida e atingirmos estados mais elevados de consciência.
RESUMO DO CAPITULO
Aqui se encontram alguns dos principais pontos
introduzidos até agora:
• A existência não é real no sentido em que fomos
ensinados a vê-la.
• O mundo material é transitório, efêmero e a
vida é como um holograma.
• Vendo a vida a partir do nível energético,
percebemos mais sobre nosso próprio padrão egóico, assim como o dos outros, e
mais da interconexão da vida, incluindo sincronicidades.
• A anatomia do corpo de luz inclui: chakras, o Shushumna,
o Ida e o Pingala.
• Kundalini é a força vital que se move através
do corpo e o anima.
• Para alcançar estados mais elevados de
consciência, é importante ter luz e energia.
• Retemos luz quando o ego está limpo e equilibrado.
• Perdemos luz quando o ego não está limpo e está
desequilibrado.
• A medida em que limpamos a consciência do
terceiro chakra — assuntos polarizados de poder — movemo-nos através do nó de
Vishnu, ou portão do céu, em direção ao paradigma do coração, o sistema de
fluxo contínuo.
OLHANDO PARA O MUNDO AO SEU REDOR
Olhar e ver são duas coisas diferentes. Olhamos
as coisas, mas ainda assim não as vemos realmente com clareza. Isto ocorre
devido à nossa impressão de separação, que cria a impressão de faculdades
limitadas.
Tendemos a ver e a escutar de forma limitada.
Quando escutamos algo, internalizamos apenas uma pequena fração do que estamos
escutando, sem perder o foco
O mesmo ocorre com o ver: quando olhamos para
algo, internalizamos uma quantidade muito limitada de dados. Para aumentar a
visão, tente desenhar um objeto. A maioria dos indivíduos sente que não possui
habilidades artísticas, mas o que realmente ocorre é que a visão não está
completamente desenvolvida para representar claramente um objeto.
Todos possuem um artista em seu interior. O
problema está na visão. Olhamos para o mundo constantemente, mas selecionamos
apenas uma fração dos dados disponíveis. Quando alguém desenha algo, há uma
investigação mais profunda da natureza do objeto. Fazendo esse exercício, você
se dará conta como sua visão é seletiva.
• Selecione e desenhe um objeto do qual realmente
goste, algo simples para começar, tal como uma concha, uma folha, um vaso, uma
flor, uma xícara etc.
• Desenhe algo de maior apelo, mas mais complexo,
tal como: um vaso contendo uma flor, uma estátua, sua mascote adormecida, uma
árvore etc.
• Saia para o mundo, vá a um lugar que o inspire,
preferivelmente um lugar que você ache belo, relaxante e pacífico. Fique lá por
tempo o bastante para encontrar um lugar de paz e calma em seu interior.
Pelo tempo que estiver lá, olhe à sua
volta. Que tipo de terreno é? Você pode ver o horizonte? Existe vegetação? Se
houver prédios, que tipo de prédios são? Quais são as cores predominantes na
cena? Como lhe parece a luz e como ela o afeta? Como você é afetado pela luz e
cor da cena? Descreva em detalhes em seu diário todas as coisas que perceber.
A LUZ, CONSCIÊNCIA E MEDITAÇÃO
Muitos dos maiores cientistas do mundo,
artistas e líderes têm acesso a níveis mais elevados de luz — quer de forma
consciente, quanto inconsciente — e assim são capazes de receber informações e
novas ideias. A luz é algumas vezes vivenciada — geralmente na meditação
— como uma presença de felicidade, êxtase e expansão; o amor incondicional do
Divino.
A luz do Shushumna é está relacionada como
consciência não dualística. Tradicionalmente, o envolvimento da consciência Shushumna
é feito principalmente com a prática da meditação. Através da meditação,
abrem-se gradualmente portas no espaço interior do indivíduo e a consciência é
preenchida com estado de consciência não-dualística, que é nosso estado
natural. A experiência é, frequentemente, uma forma espetacular de
realização da unidade.
Entretanto, através da utilização das técnicas de
processamento, conseguimos vagarosa e gentilmente desgastar nossos véus,
possibilita passar a realinhar-se à consciência comum do dia-a-dia,
trazendo-nos fácil e suavemente ao estado integrado do despertar.
A ANATOMIA DO CORPO DE LUZ - IDA E PINGALA
Ida e pingala são os nomes
sânscritos para os fluxos de energia que formam o campo eletromagnético bipolar
do corpo. Eles tomam a forma de uma dupla-hélice e se enroscam à volta do Shushumna
(Fig. 7.4).
A consciência move-se por esses fluxos percebendo
o positivo e o negativo, o bem e o mal e as outras dualidades da vida no
sistema separado. Nossas atrações e repulsões no campo eletromagnético giram a
energia através do Ida e Pingala.
O Ida é o fluxo descendente passivo, ou Yin, e
está associado com a energia feminina; o pingala é o fluxo ascendente ativo, ou
Yang, e está associado com a energia masculina.
Equilibrando nossa consciência através da
unificação de opostos, nossa consciência começa a poder perceber a partir do Shushumna,
assim como do Ida e do Pingala.
Esta é a adição do terceiro canal de
consciência, descrito como “testemunha” no capítulo anterior, aos canais de
positivo e negativo. A testemunha está, em realidade, fora do campo
eletromagnético da zona polarizada. Na medida em que equilibramos o Yin e o Yang,
o feminino e o masculino, encontramo-nos cada vez menos na mente
discriminativa, associada ao sistema dualístico e limitado, e cada vez mais no
estado de centramento e desapego associado à testemunha.
E interessante referir-nos brevemente ao Gênesis
3:22-24, na história de Adão e Eva, após terem ingerido o fruto proibido,
aprendido sobre o bem e o mal, e caído:
“Então disse o Senhor Deus: eis que o homem
é como um de Nós, sabendo o bem e o mal; ora, pois para que não estenda sua
mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente; … o SENHOR
Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora
tomado.
E havendo lançado fora o homem, pôs... uma
espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da
vida”. Acredito que a história se refira à anatomia do corpo de luz.
A árvore da vida é Shushumna, e quando comemos
deste fruto vivemos para sempre; isto quer dizer que conhecemos nossa natureza
enquanto eternidade.
Mas a partir de nosso estado caído,
separado, há uma espada flamejante que guarda o caminho para ele, sendo
portanto de difícil acesso. Quando alguém vê o Shushumna de forma clarividente,
parece-se com uma espada flamejante.
Você perceberá no diagrama que o Ida e o Pingala
iniciam-se logo abaixo do terceiro olho. E aí que a mente discriminativa
começa. Abaixo do terceiro olho é onde percebemos a dualidade, que engloba do
sexto ao primeiro chakra. A testemunha está, frequentemente, centrada no
terceiro olho. Acima do terceiro olho encontra-se o chakra da coroa, que além
do Shushumna, é onde percebemos nossa conexão com a fonte.
E referindo-nos novamente à afirmação de
Jesus em Mateus 6:22, “se teu olho for único, todo o teu corpo terá luz”, vemos
que, quando nosso fluxo de consciência ascende para o terceiro olho, o olho
único, então começamos a nos iluminar para nossa natureza como unidade.
Fig. 7-4. — Ida e Pingala, ondas de forças que
fluem em uma hélice dupla ao redor do Shushumna. Note, por favor, que este
diagrama simples e bidimensional não demonstra as qualidades tridimensionais da
hélice dupla.
O PARADIGMA DO CORAÇÃO - O SISTEMA DE FLUXO
Com esse trabalho de processamento estamos nos
movendo através de um dos véus mais densos da consciência humana, do terceiro
para o quarto chakra. Este é um aspecto da ascensão — movendo-se de um velho paradigma
de poder e impotência polarizados para um novo paradigma, centrado no coração e
de natureza mais unificada.
A densidade da consciência, que mantém os
dois paradigmas separados, é refletida no corpo físico como o diafragma, que é
uma divisão muito grossa, muscular e separativa, como um teto acima do terceiro
chakra.
Existe um nó na consciência ali, que está
espremendo o Shushumna e fechando-o com muita força, o qual vamos afrouxando e
desembaraçando na medida em que fazemos o trabalho de processamento.
No Oriente é conhecido como o nó de Vishnu.
Quando se abriu para mim, meus guias o chamaram de portão do céu.
Vamos dar uma olhada na diferença entre os dois
sistemas. O sistema do terceiro Chakra é o mundo da polaridade — ganhar-perder,
tirano-vítima, autoridade-subserviência, poder-impotência.
A área diz respeito a batalhas que lutamos
todos os dias, às perdas que assumimos, às vitórias que conquistamos. E um
sistema de alternância entre expansão e contração. Esta é a vida no mundo, de
extrema dualidade.
Através do trabalho de limpeza do ego trazemos
tudo isso para a consciência, equilibrando tudo, percebendo os pedaços que
faltam. Fazendo isso, o coração gradualmente abre-se mais e mais. Você se move
para o próximo nível, onde possui fé, confiança, visão, equilíbrio, compaixão e
aprende a manter-se aberto com mais facilidade.
O novo paradigma é outro sistema. E um sistema de
coração desperto, de emanação e fluxo contínuo, no qual a energia move-se de
forma diferente, como uma nascente borbulhante brotando da terra.
Ele não expande ou contrai, não está sujeito à
atração e à repulsão extremas, e não se encontra vazio parte do tempo e cheio
na outra parte.
Conhecemos perda e ganho no velho sistema. O novo
sistema não se encontra contido por tipos pesados de polarização. E menos
limitado, permitindo um estado de quase contínua plenitude. Logo que há um
fluxo de energia em direção ao exterior, este é reposto por um novo influxo de
energia.
Então, nunca há um estado vazio. Ele não oscila
tão extremamente entre positivo e negativo. O sistema do coração desperto não é
um sistema de ganho-perda, ou/ou; é um sistema de ganho-ganho.
Quando iniciamos o caminho de autodescoberta,
estamos vivendo entre os dois mundos. Apesar de falarmos sobre os dois
paradigmas como distintamente separados um do outro, em verdade um indivíduo
move-se gradualmente entre os dois por um período de tempo, frequentemente
vivendo nos dois simultaneamente.
Não é possível pular de uma vez para o novo
paradigma. Isto explodiria todos os nossos circuitos; é muita voltagem para
nossos velhos eus suportarem. Leva tempo até que o corpo integre as diferenças
e para que o circuito do corpo mantenha as novas taxas vibratórias. Como uma
velha casa que precisa de fiação nova, o corpo deve poder manter as novas
experiências.
Frequentemente, após termos feito uma sessão de
processamento, sentimos que nossa fiação está sendo trocada, e literalmente
isto não está longe da verdade. Com a fiação do velho paradigma, temos o
potencial em nosso interior para vivenciar a luz do Shushumna por apenas alguns
segundos.
Isto se traduziria em uma experiência
espiritual de pico. Para manter a experiência por mais tempo, devemos trocar
nossa fiação vez após vez, até gradualmente tornarmo-nos acostumados a ela.
Através da utilização das técnicas de processamento, faz-se uma junção das
cisões, ou linhas falhas, em nossos corpos sutis, o que resulta em uma nova
fiação em nossos circuitos, tornando-nos mais íntegros e capazes de vivenciar
nossa totalidade.
Para juntar o velho e o novo paradigma, assumimos
a máscara intermediária do guerreiro espiritual. Vivendo a partir dessa
máscara, escolhemos viver em completa integridade com nossa verdade interior e
com o mundo à nossa volta.
Estamos dispostos a ver o mundo como um
espelho de nossas projeções e não culpar o exterior por nossas próprias
limitações. Encaramos nossos assuntos egóicos inconscientes e nossos sistemas
de crenças destrutivos com a intenção de dissolver a velha personalidade e de
mover nossa consciência para o coração.
Adotando a máscara do guerreiro espiritual,
possuímos um veículo para ajudar-nos a, gradualmente, mover-nos para dentro das
experiências, cada vez mais longas, da luz do Shushumna.
Possuímos muitos corpos além do físico; o corpo
que nos circunda é, em realidade, um corpo de energia e consciência. Possuímos
também um corpo mental, um corpo emocional, assim como um vasto corpo de luz.
No caminho da autodescoberta é importante e
um tanto inevitável que nos tornemos familiarizados com todos eles. Para o
propósito de nossa discussão, daremos uma olhada no corpo de luz, algumas vezes
também conhecido como corpo sutil — frequentemente visto por paranormais e
chamado aura.
Mesmo que você, neste momento, seja incapaz
de ver ou sentir seu próprio corpo de luz ou o corpo de luz de outras pessoas,
é importante saber o que ele vem a ser, assim como algo a respeito de seu
funcionamento. Sabendo respeito de sua existência, aprendemos a senti-lo mais,
e nos tornamos mais conscientes de seu fortalecimento.
O trabalho de fortalecimento apoia o processo do
despertar espiritual. Quando purificamos o ego e despertamos, tornamo-nos
capazes de perceber os movimenta energéticos no corpo de luz. Saber sobre isso
antecipadamente será de utilidade por esse motivo. Aqui daremos uma breve
olhada na anatomia do corpo de luz, incluindo o sistema de chakras.
Nossa intenção é, em vez disso, dar uma
introdução a eles, assim como uma compreensão geral dos chakras.
Os chakras são centros de energia no corpo e se
encontram ativos o tempo todo, estejam ou não conscientes disto. Chakra é uma
palavra sânscrita que denota círculo e movimento, ou pode ser traduzida como
roda.
Os chakras estão associados com aspectos
dos corpos física mental e emocional. Possuímos muitos chakras em nosso
interior, e alguns mesmo além do corpo físico. Existem sete chakras principais
no corpo, e esses são os que vamos mostrar aqui.
Fig. 7—5. Os chakras são centros de força do
corpo sutil. Quando vistos através da clarividência, os raios irradiantes que
configuram os chakras parecem flores ou rodas. São pontos de contato entre os
corpos etérico e físico, transmissores e retentores de energias cósmicas e de
força vital.
Existem aspectos da consciência e características
de comportamento associados a cada chakra. Quando alguém medita sobre um
chakra, pode perceber os níveis de consciência que se encontram descritos
abaixo. Mencionamos apenas os aspectos básicos de consciência associados com
cada chakra; existem, em verdade, muitos outros.
O primeiro chakra é chamado chakra da raiz e está
localizado entre o ânus e os genitais, na base da coluna. A consciência
associada ao chakra da raiz é aquela da segurança, da sobrevivência física, dos
mecanismos de luta-fuga e lutas de vida ou morte.
O segundo chakra está localizado entre o umbigo e
os genitais. Sexualidade, procriação, as emoções de nutrição e assuntos de
família (ou tribo) estão associados a ele. E o portal para o infinito.
O terceiro chakra está localizado no plexo solar.
E o centro de poder e é onde trabalhamos os assuntos de poder e impotência,
vítima-tirano, perda-ganho, sucesso-fracasso e domínio, manipulação e controle.
E onde aprendemos as lições associadas ao poder polarizado, à autoridade, nome
e fama.
O quarto chakra está localizado no coração e é frequentemente
chamado de chakra cardíaco. A consciência associada com o chakra do coração é a
do amor, da fé, da devoção, do dever e da compaixão. Também é associada com a
atração e repulsão em relacionamentos amorosos — rejeição e aceitação.
O quinto chakra está localizado na garganta e é o
centro energético da arte, conhecimento, maestria e entrega à vontade divina.
O sexto chakra está localizado entre as
sobrancelhas e é conhecido como o terceiro olho. Este é o centro energético da
consciência, sabedoria, insight, clarividência e percepção psíquica.
O sétimo chakra está localizado no topo da cabeça
e é conhecido c coroa porque se posiciona na cabeça como uma coroa. Ele é um
vórtice de energia que se abre para cima como um funil. A coroa real utilizada
por reis e rainhas é uma sua em forma física. O chakra da coroa está associado
à nossa conexão divina, ou união com tudo-o-que-há.
À medida que processamos e meditamos,
desenvolvemos uma sensibilidade nos chakras e podemos senti-los
energeticamente. A maior parte de nós os sentiu em algum momento especialmente
no corpo físico, mas não estamos conscientes deles porque não fomos ensinados a
perceber as energias ou consciência desta forma.
Por exemplo, quando uma pessoa vivencia uma perda
extrema, digamos que ela perca uma grande soma de dinheiro para um competidor
em um negócio, o sentimento pode ser descrito como o de levar um soco no
estomago, ou a pessoa pode mesmo sentir náuseas.
Esses são sentimentos na área do Terceiro
Chakra, que está associado com ganhar ou perder, poder e impotência. Se
pudéssemos em verdade ver o terceiro chakra na aura nesta situação, algo que os
clarividentes podem fazer, perceberíamos que o centro energético parece
desequilibrado, balançando e vazando energia. A pessoa perde luz, ou vaza
energia, em uma situação de perda.
Em uma pessoa equilibrada em circunstâncias
normais, o chakra parece-se com um vórtice de energia homogêneo, brilhante
sempre girando.
Frequentemente, em uma instância de perda como
em nosso exemplo em nosso o desejo de comer. Isto ocorre porque a comida tende
a pôr energia ou força vital na área do nosso estômago e nos ajuda a aterrar.
Essa é uma reação natural porque, se em algum
nível o corpo está nos dizendo que perdemos luz e energia e estamos nos
sentindo deficiente na área do terceiro chakra.
Então podemos ver que o corpo físico nos dá
pistas relativas a nosso estado de consciência. Tornando-nos conscientes da
energia no corpo físico e dos centros energéticos chamados chakras, podemos
saber quando necessitamos processar, podemos aprender a estar mais equilibrados
e a reter nossa luz.
Aqui está um outro exemplo de nosso corpo Físico
nos dando informações sobre a energia do corpo sutil, já experimentado por
muitas pessoas.
Quando alguém recebe uma notícia
devastadora, como a morte de uma pessoa amada, ou qualquer coisa que poderia
ser descrita como de partir o coração, é comum a primeira reação
ser posicionar a mão por sobre o coração.
Novamente temos o corpo nos mostrando que,
em algum nível, estamos conscientes do que estamos vazando energia do Chakra do
coração; sentimos como se tivéssemos perdido algo de que precisamos.
Ficamos conscientes que estamos vazando energia do chakra do
coração; logo, a mão é posicionada na tentativa de reter a luz. Tornando-nos
conscientes dessas coisas podemos retornar à testemunha neutra, enquanto
vivenciamos as emoções e processamos a situação, para que possamos estar mais
equilibrados e desapegados da perda e ganho no mundo físico.