O amor é
paciente,
o amor é prestável,
não é invejoso,
não é arrogante nem orgulhoso,
nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,
não se irrita nem guarda ressentimento.
Não se
alegra com a injustiça,
mas rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê,
tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará.
As profecias terão o seu fim,
o dom das línguas terminará
e a ciência vai ser inútil.
No decorrer do processo espiritual damos-nos conta da nossa
energia peculiar e, o que é melhor, as nossas capacidades únicas vêm ao de
cima.
Tudo isso é muito bom porque cada vez mais nos conhecemos
melhor e, também, conhecemos melhor os nossos amigos semelhantes a nós.
O que já não é bom mas suponho que faz parte do caminho, é a
uma dada altura acharmos que somos os maiores “qualquer-cognome-espiritual-de-que-se-possam-lembrar” que já pisou a face ta Terra… :)
Claro que vai haver confusão com os parceiros que não o vão
olhar do mesmo jeito empolado com que você se auto-denomina… rsrs
Tenho visto esta situação acontecer tantas vezes e é uma
pena, porque aquilo que condenamos nos mais materialistas, vamos fazer ainda
pior, é que já deveria existir uma consciência ética do nosso comportamento…
Depois de muitas situações complexas e delicadas finalmente
as pessoas entendem, na melhor das hipóteses, que é ridículo porque embora
sejamos todos diferentes estamos ao mesmo nível a não ser que sejamos algum Avatar.
Já agora se fossemos um Avatar a nossa mãe saberia mas, se
ela refila convosco como qualquer mãe nem tenham ilusões… :)
Tudo isso nos passa ao lado quando nos ocupamos com aquilo
que devemos.
Recomendo a visão desta visão budista, a partir do minuto 34
(com os meus agradecimentos a Monica C.):
Paz e Amor,
Curadora64
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