Serpent Mound - Ohio, USA
Resolvi escrever sobre os Antigos que habitaram a Terra,
porque a história da Terra é complexa, emocionante e totalmente diferente do
que ensinam nas escolas.
Quando era pequena, e atingi a idade da razão, comecei a
lembrar-me de outras vidas através de sonhos “diferentes”.
Havia um sonho, recorrente, em que um gigante adormecido era
enterrado por seres muito mais pequenos. Ambos eram de forma humanóide. Devo
dizer que só li sobre Lilliput
muito mais tarde, nessa altura eu ainda andava no 1º ano, mal sabia ler, sendo
a minha leitura favorita os livros do tio Patinhas e do rato Mickey. J
Escrevi sobre estes gigantes já por três vezes em:
Da última vez não seria tão evidente a ligação mas, digo-o
agora, este símbolo (tridente) é um dos símbolos antigos utilizado por este
povo (penso que seria mesmo o que o simbolizava):
Assim como a Suástica,
que foi bastante usada em todo o mundo, indicando a existência de uma
civilização global. O que me deu a ideia de procurar evidências dos gigantes na
América do Norte, pois a suástica também lá é um símbolo relevante.
Não queria muito dar nomes a estes gigantes, mas a minha
recente consulta dos registos Akáshicos preencheu algumas lacunas da minha
memória e das evidências espalhadas no mundo.
Então sigam o meu raciocínio, e desta vez vou dar algumas
datas e contar uma estória: a estória da Terra.
Há 2 milhões de anos os Jardineiros, Observadores ou
Vigilantes, os Deuses, enfim… como queiram chamar-lhes, trouxeram para a Terra
as primeiras plantas e os primeiros seres com alguma inteligência: animais,
plantas e habitaram os mares e uma grande plataforma continental de forma
retangular e de um tamanho superior ao conjunto de todos os actuais continentes
juntos. Esse conjunto seria a Pangeia verdadeira não aquela que vos vou mostrar
na figura seguinte. A desta figura é muito interessante, mas faltam algumas
“peças”, pedaços gigantescos de terra que faziam a Pangeia original um perfeito
rectângulo.
Pangeia com Países e Fronteiras
O nosso jovem sistema solar de então, com apenas 2,5 milhões de anos,
era um bocadinho diferente também. Alguns dos planetas que existem agora, não
existiam e, outros que existiam foram destruídos entretanto. A Lua não existia,
por exemplo.
Com o passar do tempo, os nossos Mentores descobriram que, a
Terra estava um bocado instável devido ao grande continente e à configuração do
sistema solar em que estava inserida. Eles procederam a ajustes e um deles foi
provocar a cisão do mega continente em vários continentes mais pequenos.
Mas, esta tentativa não era suficiente e eles modificaram a
posição dos polos magnéticos da Terra, fazendo com que a distribuição dos novos
continentes se situasse sobretudo na zona equatorial. Anteriormente, o mega
continente estava em posição longitudinal em relação aos polos.
Foi nessa altura, que os Jardineiros da Terra, resolveram
viver connosco e construíram os monumentos que serviam, e servem ainda, para
manter a estabilidade geomagnética da Terra.
E aqui entram as noções que dei anteriormente sobre vórtices
da Terra, tudo isto era utilizado para manter o equilíbrio da jovem Terra e
dos seus habitantes.
Os primeiros habitantes eram poucos, muito poucos na
verdade, e muito altos. Nesse tempo ainda havia dinossauros e os Jardineiros
criaram os seres terrenos com dupla dentição e 6 dedos em cada mão e pé. Eram
criaturas muito altas e fortes, perfeitamente adaptadas e tinham uma certa
particularidade. O seu queixo poderoso tinha uma fenda na parte inferior. O que
fez com que tivessem uma pequena covinha.
Tanto esta, como as outras particularidades: grande altura,
seis dedos e dupla dentição ainda se encontra em muitos povos Ameríndios e em
outros um bocadinho mais longe, do outro lado do Atlântico…
Eu não tenho seis dedos, nem dentição dupla e na verdade sou
baixinha - tenho 1,60 metros – mas, tenho a famosa covinha…rsrs
E melhor que tudo o resto, tenho a 3ª visão.
Assim que os gigantes atingiram alguma maturidade espiritual
a população foi aumentando porque muitas sementes de estrela encarnaram neles
habitando neste belo planeta, que na altura, por sinal tinha uma temperatura
muito agradável durante todo o ano… J
Nesse tempo, os nossos Mentores viviam aqui connosco e
governavam os povos da Terra. Vivia-se mais tempo do que agora e não havia
doenças pois havia sempre a cura para estas devido à avançada tecnologia dos
Deuses.
Foi o tempo em que os homens se misturaram com os Deuses
gerando descendência e dando origem a uma nova raça (Atlante) e a novos reinos.
Estes povos não se entenderam e o resultado foram algumas
guerras - em que se usaram armas atómicas, entre as diversas facções
antagónicas - resultou uma nova mudança dos polos da Terra e algumas terras
submergiram tendo outras emergido. A Terra passou a ter estações e a Lua foi
criada para dar mais estabilidade e inserir novas variáveis interessantes. A
Lua serve como base de observação também, entre outras coisas…mas isso é outro
assunto. J
E a diferença foi sobretudo, num continente que existia a
oeste da América, naquele que é hoje em dia o Oceano Pacífico, nesse local
viveram os Antigos Gigantes. Se observarem o mapa seguinte, que mostra a
actividade vulcânica nesta região, podemos aceitar que as ilhas da Micronésia
são os cumes das montanhas desse antigo continente, que a tradição denomina de
Mu e, que jaz hoje debaixo das águas azuis do Pacífico.
A última idade do gelo durou 100.000 anos e foi composta por 90.000 anos de extremo frio que culminou há 20.000 anos. Como em média, no nosso planeta, temos 10.000 anos de era quente, entre cada período mais frio, digamos que deve estar prestes a começar uma nova era glaciar.
Há cerca de 15.000 anos iniciou-se um degelo bastante
acentuado que teve como resultado o desaparecimento gradual do continente de
Mu. Os gigantes que aí viviam foram predominantemente para a América do Norte e
do Sul. Neste continente, viveram em paz durante alguns milhares de anos e,
muitas sepulturas com restos mortais destes gigantes foram encontradas até
final do século passado, em que desapareceram misteriosamente no acervo do Smithsonian
Institute, fundado em 1846, e que pertence ao governo dos EUA.
Bill Vieira,
investigando os gigantes perdidos da América.
A esta mesma conclusão chegaram os irmãos Veira de
Massachusetts - estudiosos dos gigantes ancestrais na América e que pelo
nome parecem luso-descendentes - ao investigarem um túnel em Goshen, Massachusetts. Depois de
muitas dificuldades conseguiram demonstrar que esse túnel era mais complexo do
que parecia há primeira vista mas, sem terem licença de escavação, por não
serem cientistas não conseguiram avançar mais. Foram de certo modo desacreditados
e parece que a série no Canal História não chegou a ter mais do que quatro
episódios.
Lembro-me que eles descobriram um dente de tamanho XXL,
noutra localização, e mandaram analisar o DNA. No entanto, o relatório do DNA não
foi apresentado… L
Não me admira, porque a pressão de certas elites da América
do Norte é muito forte e isto são verdades que não interessam a ninguém. Presto
a minha homenagem a estes homens e mulheres que não têm receio de enfrentarem o
que for preciso para trazer a verdade à luz do dia.
Outro factor relevante para mim, e que os irmãos Vieira realçaram
sempre, é a descrição dos gigantes como sendo sempre xamãs.
Eles foram inclusive à ilha de Catalina, na costa da
Califórnia, mas descobriram consternados que tinham destruído todos os locais
de enterro no início do século XX. Foi também no final do século XIX que o
Smithsonian admite ter destruído esqueletos de gigantes em massa.
Inclusive os encontrados no Monte Shasta, local tradicional
de morada de Lemurianos, ainda nos nossos dias, pelo menos no plano Etérico.
Os nativos americanos modernos são, na maioria das vezes, geneticamente asiáticos em ascendência, e são considerados pela maioria da principal corrente de cientistas como aparecendo pela primeira vez nas Américas em torno de 9.500 a.C. Eles vieram para a América, de acordo com esta teoria, migrando através do Estreito de Bering, e de lá vieram para preencher ambos os continentes americanos em um ritmo relativamente rápido.
O que defendo é a migração a partir dum super continente existente no Pacifico para a Ásia e para as Américas.
O que parece ser comprovado através da análise do DNA mitocondrial destes povos:
Observando o gene B, seguindo a descrição que se faz no link
anterior e supondo que nem toda a
transmigração se dá através de continentes é fácil de concluir que, entre 33.000
a. C. e 9.000 a. C, se deu uma importante migração de seres cujo genoma só
existe nas Américas, num lugar particular da Ásia e nas ilhas do Pacífico.
Não vou aqui falar de uma particularidade associada também a alguns dos gigantes: os crânios
alongados descobertos em todo o mundo.
Por uma razão simples: existiam não gigantes que também tinham este tipo de crânio e esta
característica estava disseminada profusamente por todos os continentes e em
todas as estaturas mas não era acompanhada pelo maxilar poderoso de dupla
dentição.
Os crânios alongados pertenciam à elite governante. Seriam
dos Deuses e seus descendentes.
No texto do link em cima, da organização Edgar Cayce, também há
referências a um gene único na Península Ibérica…mas esse fica para falar
depois e é sobre outra raça. A raça Atlante.
Deixo-vos com um gigante de 7 metros descoberto no Equador.
Paz e Amor,
Curadora64
Curadora64
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