Todos sabemos que o nosso planeta gira à volta do sol, à velocidade louca de 107.000 quilómetros por hora. Esta viagem demora um ano e os astrónomos dividiram este tempo em períodos de 12 meses, ou os 12 signos do zodíaco, pois cada mês reflecte as influências que recebe dos astros que lhe estão mais próximos.
De igual modo, todo o
nosso sistema solar gira à volta de um sol central da nossa Galáxia, mas desta
vez à velocidade incrível de 1 milhão de quilómetros por hora, demorando 24.000
anos a realizar este giro. Também aqui os astrónomos dividiram estes 24.000
anos em 12 períodos de 2.000 anos cada, com os nomes dos 12 signos do zodíaco.
Cada período é influenciado pela proximidade com os astros da Galáxia.
E os humanos são
bastante afectados por estas emanações astrológicas em forma de energias,
porque tudo o que existe no Universo, são energias, em constante movimento.
Estas energias, tal como
a energia eléctrica das nossas casas, para se movimentar necessita de dois
polos, o positivo e o negativo.
A energia do nosso
planeta neste momento está passar dum tempo negativo que teve a duração de
12.000 anos, para um tempo positivo de mais 12.000 anos, perfazendo assim os
24.000 anos à volta da Galáxia.
O tempo negativo começou
com o símbolo zodiacal do Leão e acabou com o símbolo de Peixes. Crê-se que a
pirâmide de Gizé, no Egipto, foi construída exactamente para simbolizar o
começo deste período tão nefasto para a humanidade.
Esta passagem do
negativo para o positivo, não é instantânea. Demora anos a atravessar um
simples ponto. Podemos comparar esta demora, por exemplo, com o tempo que demora
um eclipse da Lua. Apesar da enorme velocidade a que o nosso planeta se
movimenta, estamos horas para vermos a lua a desaparecer em câmara lenta, e
mais umas tantas horas a vê-la aparecer.
Esta é uma realidade que
os astrónomos conhecem, mas têm medo de falar nela porque uma mudança deste nível
(negativo para positivo ou ao contrário), geralmente estava associada a grandes
catástrofes. Era a época do degelo, das inundações bíblicas e foi a causa
provável do desaparecimento da tão falada Atlântida, cuja existência ainda hoje
divide os nossos homens da ciência.
Mas esta maneira de
tentar desconhecer a realidade, apenas provoca a desconfiança e o medo, a que
estivemos tão habituados durante o período negativo, mas que no período
positivo não tem mais lugar, porque, e podemos citar novamente o exemplo da
electricidade das nossas casas, nada que seja negativo consegue penetrar no
positivo sem provocar um grande “curto circuito”.
Isto a nível da Terra
teria consequências bastante catastróficas para a nossa Galáxia.
Portanto, ninguém pode
alterar esta lei Cósmica, ou Divina, se preferirem.
Isto tem de acontecer. E
podemos estar certos que estamos a ser observados para que nada se passe que
possa alterar esta disposição. Os relatos de avistamentos de naves
desconhecidas são cada vez mais numerosos, mas muito ocultados de todos nós,
como já é habitual.
O tempo que demora até
se concretizar a mudança total, desconheço. O tempo não existe fora do nosso
espaço da terceira dimensão. Mas há quem afirme que tudo terá de estar
concluído em 2017.
A mudança teria começado
em 1987 e demoraria 30 anos a realizar-se.
Se for assim, não falta
muito, mas nesta altura já estamos a sofrer a influência do positivo, portanto cada
vez mais vamos começar a sentir os benefícios da mudança.
Para podermos entender o
que se poderá estar a passar com este nosso planeta, temos de saber primeiro
como se faz a movimentação dos astros neste Universo e depois, quem somos nós.
As duas explicações
sobre o Universo e sobre quem somos, não é uma teoria pessoal, mas uma verdade
já aprovada por cientistas e lideres religiosos.
O UNIVERSO
A ciência aprova a
expansão natural do Universo, e ficamos assim a saber que além de tudo ter
movimento, também tudo evolui em direção ao infinito para dar lugar a uma
criação constante.
Esta evolução parte das
energias mais densas, logo após a criação, para as mais subtis até atingirem um
grau de pureza que está fora da nossa compreensão, tal como nos é incompreensível
o infinito.
Esta evolução dá lugar
às diversas dimensões, que uns cientistas dizem ser 22, outros 27 e outros
ainda adiantam outros números. Mas creio que quando se fala em termos de
infinito, os números pouco adiantam.
Cada dimensão tem a sua
própria energia, portanto podemos dizer que as dimensões nada mais são que
energias diferentes, mas que se interligam, que se juntam, como os diferentes
líquidos que nós vertemos num mesmo copo.
QUEM SOMOS
E quem somos nós e para
que viemos a este mundo?
Os cientistas já estão a
chegar à conclusão que a fonte dos nossos pensamentos, a parte pensante de
todos nós, está fora dos nossos corpos. Onde, não dizem, ou não sabem ainda.
Todas as religiões dizem
que nós somos seres divinos. No entanto fazem-no tão veladamente e juntando
tantas variantes que nós ficamos desde muito novos com a ideia que somos apenas
humanos, sujeitos às “verdades” de cada religião, seres que pecaram e que
merecem agora passarem por todos os castigos para merecerem o céu.
Mas não é assim. Nós
fazemos parte da dimensão mais elevada.
Pertencemos à energia
mais pura que se sobrepõe a todas as outras. A Energia Divina.
Podemos dizer que somos
os trabalhadores de Deus, pois saímos Dele para cumprirmos voluntariamente os
trabalhos que tinham de ser feitos para que o Universo evoluísse.
Uns ficaram nas
dimensões mais elevadas e outros foram-se distribuindo por todas as outras
dimensões até chegarem às mais densas.
E foi esta dimensão mais
densa, a terceira dimensão, que nós escolhemos para aqui realizarmos o nosso
trabalho.
E só por isso, podemos dizer
que somos loucos por nos disponibilizarmos para um serviço tão ingrato e tão
diferente dos outros que ficaram acima de nós e a quem hoje chamamos anjos,
arcanjos, etc. Mas alguém tinha de fazer este trabalho e fomos nós que nos
oferecemos para o fazer. E só por isso merecemos o respeito de todos os outros
trabalhadores que trabalham outras dimensões, os anjos, arcanjos, etc.
Parece uma blasfémia o
que estou a dizer, mas não é. Apenas desconhecemos tudo isto, porque o nosso
cérebro é um computador que recebe as mensagens vindas da nossa fonte
pensadora, bloqueia o que não podemos saber para melhor cumprirmos o nosso
trabalho e descodifica as restantes transmitindo-as para o nosso corpo.
A MUDANÇA
O destino deste nosso
planeta, que até hoje cumpriu a sua estada na terceira dimensão, uma das mais
densas, é o de evoluir para a dimensão seguinte, como tem acontecido a todos os
outros astros mais antigos que a Terra.
Esta evolução terá de
ser acompanhada pela raça humana que desde o princípio trabalhou nesse sentido.
É muito importante esta
subida, quer para quem está a trabalhar as dimensões inferiores como para quem
está nas dimensões superiores, pois se ela não se fizer, todos serão afetados,
retardando o desenvolvimento do Universo. E não sei até que ponto isso possa
ser possível, pois esta progressão é uma lei Cósmica.
E alguma coisa se está a
passar com este nosso mundo. Estão a aparecer novas estrelas que os astrónomos,
na impossibilidade de saberem a razão, definem como se fossem apenas reflexos
de luzes vindas não sei de onde, ou até manifestações de outros acontecimentos
que arranjam para não dizerem claramente aquilo que pensam, com medo do
ridículo.
Mas o certo é que tudo
indica que realmente a Terra está a ascender para a dimensão seguinte.
A terceira dimensão é
definida por três pontos no espaço, mas os cientistas, pelo menos uma grande
parte deles, fazem referência a mais um ponto que é o tempo. E sendo assim, nós
não estamos na terceira dimensão, mas na quarta.
Os espiritualistas, por
sua vez, definem a quarta dimensão, como sendo aquela para onde as almas
regressam depois de desencarnarem. É o regresso a casa.
Por uma razão ou por
outra, este planeta pode estar neste momento a passar, com todos nós, para a
quinta dimensão. Esta passagem não será notada. É uma passagem dimensional que
apenas será notada em termos energéticos. Os átomos que nos formam o corpo e
formam o planeta, e que estão aptos para a passagem, passam a movimentar-se com
mais rapidez.
E aqui podemos ver outro
exemplo. Quando atamos um fio a uma pedra e o rodamos lentamente, começamos por
ver o fio e a pedra, mas conforme vamos dando mais velocidade, vamos deixando
de ver o fio e por último até mesmo a pedra.
O mesmo se passa com os
nossos corpos e com o planeta. Os átomos vão girando cada vez com mais
velocidade e vão formando uma nova Terra e os corpos cujos átomos estejam em
condições de acompanhar este aumento de velocidade, acompanham este novo
planeta.
E assim surgirá uma nova
Terra na quinta dimensão e ficará mais um planeta com todos aqueles que não puderam
ascender na terceira dimensão.
Aliás
isto é defendido agora pela nova teoria da Física Quântica sobre os Universos
Paralelos. Para haver um planeta positivo e a viver uma vida positiva, terá de
haver um semelhante no negativo, a viver uma vida negativa.
Autor:
Raposa
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2 comentários:
Gratidão por tuas palavras de luz ,,tu pleidiana do grande sol central do 2 anel cristico...emanada de luz te saúdo e mostro minha luz a ti ,,leio que ha muito pediste sinais e lux ,,,aqui te saúdo por tua dedicação
Semente estelar Zetha Orionis(seth),o filho do homem que se fez cair ,Kumara ,melkisedek da 2 ordem cristica,linhagem da casa de amelius ,emanação de buda amithaba ,plasmagem do anjo sereno
Com amor e luz no teu coração
É o fim do mundo nao se engane pois Cristo tem que voltar!
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