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domingo, 24 de dezembro de 2017

Estado da evolução - vida, morte e renascimento

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"Ó nobre filho, ouça atentamente sem distrair-te. Existem seis estados de Bardo, que são: o estado natural do Bardo durante a vida; o Bardo do estado onírico (durante o sono); o Bardo do equilíbrio estático (da profunda meditação); o Bardo do momento da morte (Chikhai Bardo); o Bardo da experiência da Realidade (Chönyid Bardo); o Bardo do processo inverso da existência samsárica (ou o bardo do renascimento, Sidpa Bardo)... Ó nobre filho, é chegado o momento daquilo que denominam "morte"... Não te apegues mais a esta vida por fraqueza ou covardia... Não sejas fraco, não te apegues... Lembra-te que a preciosa verdade, agora, a ti se revelará..." [pág 71/72] Bardho Tödol

A ilusão do ego – personalidade

A maior parte de nós ainda pensa sobre si mesmo como sendo o corpo e/ou a personalidade, ou seja, como sendo o João ou a Maria. J
Contudo, os yogues sabem que múltiplos “eus” compõem a Entidade a que chamamos Homem. E tudo isto é bem entendido quando se muda de estado ou dimensão, melhor dizendo, quando a nossa consciência se move por entre os eus.

A morte como o despir de uma roupa velha e usada

Há uma imagem que gosto de utilizar, como metáfora, para explicar os corpos que possuímos em níveis energéticos progressivos. Somos tal como uma cebola, uma cebola especial, que tem uma lâmpada no interior cuja luz é mais forte de cada vez que retiramos uma pele. Estas peles são como múltiplas peças de roupa que vamos descartando ao longo da evolução espiritual. Ver mais aqui.

O caminho para descobrir a Verdade Absoluta leva-nos até a esta Luz Interior e uma vez conseguida esta façanha nunca mais voltamos e estar sós e perdidos.

A morte por etapas

A morte física dá-nos uma noção muito exata destes conceitos. Os povos orientais sempre a estudaram e dizem-nos com muita lógica que, sabendo o que se passa na altura da morte sabem também como somos constituídos e como interagem os nossos corpos extra físicos entre si.

1ª etapa - A ausência de filtros

É uma crença universal que temos o dever de proporcionar uma boa morte a todos os que a Vida nos confia. Isto porque, tal como nascemos, aquando da hora da morte perdemos os filtros proporcionados pela mente intelectual e personalidade. Estes filtros impedem que extrapolemos entre o muito bom e o muito mau. Sadhguru explica isto muito bem no seguinte filme. Diz ele que é como se fossemos de novo bebés em que com uma pequena infelicidade se gera um inferno de miséria e com uma pequena alegria um paraíso celestial.


2ª etapa – A ausência de prana e a morte do corpo físico

No filme anterior Sadhguru explica ainda a saída das 5 manifestações de prana (samana, prana, udana, apana, vyana) no pós-morte. Ao fim de 12h a saída da forma de prana geral (Vyana) impossibilita a ressuscitação.

3ª etapa: As ilusões dos planos astrais

Dizem os Tibetanos no seu célebre Bardho Tödol, Livro dos Mortos, que quando se morre, a maior parte das pessoas não está preparada para tal e nem percebe que morreu.

Quando alguém assim morre, a primeira coisa que faz é tentar falar com os vivos, com a sua família e amigos. Mas depois, percebe que ninguém a ouve e começa a vaguear e apercebe-se que não tem sombra, nem deixa pegadas na areia. Acaba afinal por entender que morreu e é nessa altura que se apercebe dos Auxiliares, que a têm a missão de ajudar os mortos no plano astral. Essas pessoas vão guiá-la e apoiam-na ao atravessar os 3 bardhos.

Há vários níveis de compreensão e evolução e para algumas pessoas é muito complicado pois não acreditam em nada, nem em Deus. Essas ficam numa bolha escura porque são ignorantes espiritualmente. Ficam ali até ser insuportável e até que começam a ver a luz astral. Os dogmas e crenças têm o mesmo efeito. A própria pessoa faz isso… aliás tudo o que nos acontece somos nós que produzimos devido ao que pensamos.

Essas pessoas ficam assim muito tempo (para elas) … o Tempo aqui não é igual ao nosso.

Por exemplo, os tibetanos acreditam que no final de 49 dias terrenos a pessoa está preparada para reencarnar. Os lamas tibetanos telepáticos comunicam com os monges que atravessam todo o período da morte, antes, durante e depois. No livro Bardho Tödol (livro tibetano dos mortos) fala nisto tudo e na reencarnação também. Bardho é o local onde a pessoa fica entre reencarnações. Para nós é o plano astral e existem vários níveis neste plano. Vamos para aquele nível compatível com a nossa energia.

A meditação como processo de sair da roda do Samsara

O nível mais alto deste plano é usado, na altura da morte, por monges muito evoluídos e que nele entram em meditação observando tudo o que a mente lhes apresenta: luzes, seres, sons, etc. Eles não se ligam a nada, nem se fascinam (apegam) com nada porque sabem que a mente produz tudo e nada disto é real. Entrando na meditação do vazio, sabem que apenas a Luz astral é verdadeira e ficam na Luz em Paz, ignorando tudo o resto. Se o fizerem bem não voltam a reencarnar pois atingem a iluminação pós morte.

As pessoas vulgares costumam apegar-se a algo que vêm durante esse tempo pós morte e é por isso que voltam a reencarnar, pois querem satisfazer um desejo, um apego.

Esta meditação deixa passar tudo tal como a meditação do vazio e em vez de se concentrarem na respiração (que já não existe porque estão mortos) ligam-se à Luz. Produz-se assim a Iluminação e ficam livres da roda do Karma (Samsara) e se quiserem voltar a reencarnar podem escolher onde e quando, sem serem obrigados ou atraídos sem escolha para um determinado casal. Essa fascinação ou apego obriga ao reencarne num determinado lugar onde seja possível satisfazer esse desejo. Geralmente as emoções levam-nos a esses apegos e podem dar lugar a situações muito complexas. Numa situação simples: o desejo de aprender ballet pode dar origem ao reencarne numa família adequada à satisfação desse desejo.

Se quiserem saber a descrição dos 49 dias dos Bardhos podem ler aqui.

O local do corpo onde a alma sai reflete a evolução espiritual do corpo e condiciona o loka onde reencarna:



Veja também o Brihadaranyaka Upanishad.

O Nascimento – quando entra a alma no corpo?

É um processo gradual…ao fim de 42 48 dias a vida entra no corpo do feto. Algumas vezes entra mais tarde e isso significa que é Alguém especial. Entre 84 e 90 dias a vida realmente liga-se ao feto e desde então passa a ser um bebé. Ver mais aqui.

O renascer iniciático

Como já disse noutro post, o renascer de um iniciado marca a sua nova vida e desde os mistérios Egípcios que temos arquivos que mostram que assim o é.

Durante três dias o iniciado desce aos infernos, faz serviço noutros lokas e acorda na sua “cruz elevada e cubo desenvolvido” com nova energia entrando pelo chakra coronário. É assim que se dá o passamento de neófito a iniciado. Seja dentro de um sarcófago numa pirâmide ou dentro de uma gruta, ou caverna ou catacumba, o processo e efeito é o mesmo.

A transmigração no Tibete

Lobsang Rampa e Ramacharáca reclamaram terem efetuado esse processo aqui no Ocidente usando corpos ocidentais para o efeito.

Mas no Tibete existem locais onde corpos estão em esquifes prontos a serem utilizados por grandes entidades que não querem colocar em risco os seus corpos originais aqui na Terra. No final de 3 dias a pessoa passa a sua consciência para o corpo que pode usar durante 1 ano menos um dia. Acredito que há muita gente por aí usando corpos destes.

25 Dezembro como o renascer do Sol

Embora o dia mais curto deste ano de 2017 tenha sido no solstício de inverno, dia 21 de Dezembro, e assim sendo a partir desta data os dias vão crescer… Isto é cientificamente mas esotericamente, a partir de 25 de Dezembro, temos o acordar do Sol e é o que celebramos no nascimento de Cristo e noutras celebrações da época.

O Renascer do Sol simboliza a Ressurreição com tudo o que isso implica e é por isso que hoje que é véspera de Natal, dia 24, quis acabar este artigo como sendo uma Luz de Esperança no vosso Caminho Espiritual e essa Luz é Cristo o verdadeiro Mestre e arquétipo do Vencedor da Morte.

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Paz e Amor
Curadora64 

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2 comentários:

Argelita Ferreira disse...

Ainda não tinha lido este artigo, e acho curioso o teres postado, pois foi mesmo neste dia que postaste o artigo que me chegou aos ouvidos o assunto sobre a tal "via".

Curadora64 disse...

As tais sincronicidades... mas já vês que tens de começar a ler mais o blog...ahahah...

Beijinhos

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Posted by Auras, Cores e Números on Sábado, 29 de agosto de 2015

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