Colecções Auras G+

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Curadora Sessenta e Quatro

Publicação em destaque

Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Ecos de outras Eras - O Cisne Cósmico e o aparecimento da Mente Humana




            
Marishâ e seus 10 maridos Prajapatis


Diz na “Voz do silêncio” de H:P.B:

‘Diz a grande Lei: "Para te tornares o conhecedor da Personalidade Total, tens primeiro de conhecer a Personalidade". Para chegares ao conhecimento dessa Personalidade, tens de abandonar a personalidade à não-personalidade, o ser ao não-ser, e poderás então repousar entre as asas da Grande Ave. Sim, suave é o descanso entre as asas
D’Aquele que não nasce, nem morre, mas é o AUM através de eras eternas.

Cavalga a Ave da Vida, se queres saber.
Abandona a tua vida, se queres viver.’

O cisne da eternidade – Kalahamsa, que serve de veículo para Brahma, é o símbolo da liberdade soberana alcançada com a maturidade espiritual. O cisne revelaria a natureza dual de todos os seres. Ele tem a capacidade de flutuar na superfície das águas, sem deixar que elas o limitem. 

Quando abandona o domínio das águas, voa pelos ares, onde está tão à vontade quanto no mundo lá em baixo. 

Voando pelo espaço, emigra para o sul e para o norte, acompanhando o curso das estações. Ele transita nas esferas celestiais e esferas terrenas, movendo-se bem em ambas, sem que nenhuma o limite. Representando a liberdade da Essência Divina, Hamsa, quando deseja, pousa sobre as águas, caminha pela terra e voa quando quer às alturas. Esse voo marca os ciclos de criação e repouso, no Universo. É de um ovo desse pássaro que Brahma cria todos os mundos.

“Antes de Daksha, o pai de todos os Humanos com mente, haver nascido de Marisha – filha de Pramlochâ e Kandu – os homens é procriados pela vontade, pela vista, pelo tato, pelo suor e pelo yoga. (…) Marishâ por influencia de Soma, a Lua, é tomada como esposa pelos 10 Prajapatis (Prachetas), os filhos nascidos da mente de Brahma que dela tiveram Daksha, também filho de Brahma num kalpa ou vida anterior (e por isso chamado de ‘nascido duas vezes’).”
Fonte:


Pág. 194 Doutrina Secreta III

Pág. 65 Doutrina Secreta II



Leda e o Cisne
À semelhança da mitologia grega em que Leda dorme e Zeus, com aspecto de Cisne, aproximando-se de mansinho a seduz, Marishâ é seduzida pela Lua para que se torne esposa dos Prajapatis.
Esta é uma clara alusão aos Pitris lunares que influenciaram a Terra no tempo em que esta ainda era jovem estando sobre a alçada de sua mãe a Lua.
Por intermédio de um Cisne que a transporta para a Terra Marisha torna-se Eva já que o cisne Kalahamsa através de cujo pescoço ondulado desce o fogo interior divino é a ponte entre o Céu e a Terra.
Este mito reporta-se ao final da terceira raça em que o Homem hermafrodita se divide entre macho e fêmea. Daksha é assim o progenitor dos Datya (gigantes da 4ª raça - Atlantes) dos animais, dos Danavas (titãs e demónios feiticeiros), dos Nagas… em suma, a uma ordem e Brahma ele criou os seres inferiores e superiores, bípedes e quadrupedes…
O sacrifício de Daksha
Shiva vê, com o seu terceiro olho, que Daksha não é puro (assinala-se aqui o aparecimento do ego e das paixões humanas) e não se levanta para o cumprimentar numa grande reunião com todos os deuses do panteão divino hindu. Despeitado Daksha declara irado que nunca mais sacrificará aos pés de lótus de Shiva.
Por ter inveja de seu genro, Shiva, Daksha ofendendo-o não o convida para um grande sacrifício feito a Brahma e Vishnu. Naquele tempo estes sacrifícios eram grandes festas em que se imolavam carneiros e ofereciam-se aos três semideuses: Brahma e Vishnu e Shiva.
Sati, esposa de Shiva e filha de Daksha, resolve comparecer e defende o marido e rejeita o corpo que deve a seu pai auto imolando-se.
A Auto imolação de Sati, esposa de Shiva e filha de Daksha
Enquanto falava assim com seu pai na arena de sacrifício, Sati sentou-se no chão e voltou-se para o norte. Vestida de roupas açafroadas, ela santificou-se com água e fechou os olhos para absorver-se no processo de yoga místico. Em primeiro lugar, ela sentou-se na postura necessária, e então transportou o ar vital para cima e o colocou na posição de equilíbrio perto do umbigo. 
Depois, elevou seu ar vital, misturado com a inteligência, até o coração e então, aos poucos, até a passagem pulmonar, e dali até entre as sobrancelhas. Então, a fim de abandonar seu corpo, que se assentara tão respeitosa e afetuosamente no colo de Shiva, o qual é adorado por grandes sábios e santos, Sati, devido à ira contra seu pai, colocou-se a meditar no ar ígneo dentro do corpo. 
Sati concentrou toda a sua meditação nos santos pés de lótus de seu esposo, Shiva, que é o mestre espiritual supremo de todo o mundo. Assim, ela purificou-se inteiramente de todas as manchas de pecado e abandonou seu corpo sob fogo ardente, através da meditação nos elementos ígneos.
A autoimolação de Sati.
Shiva envia Virabhadra, o gigante demónio formado de um dos seus cabelos, que corta a cabeça a Daksha. No entanto, a pedido de Brahma, Shiva perdoa Daksha, que se arrepende, e devolve-lhe uma cabeça de carneiro. Mais precisamente: a cabeça do carneiro sacrificial.

Vishnu aparece então, estabelecendo a Paz,  e todos o veneram incluindo Daksha…
Adorando assim o Supremo Senhor Vishnu mediante a realização ritualística do sacrifício, Daksha situou-se inteiramente no caminho religioso. Além disso, todos os semideuses que se reuniram para o sacrifício abençoaram-no para que sua piedade aumentasse, e então partiram.
Contaram-me que, após abandonar o corpo que recebera de Daksha, Dakshayani, sua filha, nasceu no reino dos Himalaias. Ela nasceu como filha de Mena. Isto eu ouvi de fontes autorizadas. Ambika [a deusa Durga], que era conhecida como Dakshayani [Sati], novamente aceitou Shiva como seu esposo, assim como diferentes energias da Suprema Personalidade de Deus agem durante o decurso de uma nova criação.

O Senhor Vishnu respondeu: “Brahma, Shiva e Eu somos a causa suprema da manifestação material. Eu sou a Superalma, a testemunha auto-suficiente. Do ponto de vista impessoal, porém, não há diferença entre Brahma, Shiva e Eu. Eu sou a original Personalidade de Deus, mas, a fim de criar, manter e aniquilar esta manifestação cósmica, ajo através de Minha energia material, e, de acordo com os diferentes graus de actividades, Minhas representações recebem diferentes nomes”.
O Senhor continuou: “Quem não tem conhecimento adequado pensa que semideuses como Brahma e Shiva são independentes, ou pensa inclusive que as entidades vivas são independentes. Uma pessoa com inteligência normal não pensa que a cabeça e outras partes do corpo são separados. Do mesmo modo, Meu devoto não diferencia Vishnu, a omnipenetrante Personalidade de Deus, de alguma coisa ou de alguma entidade viva. Aquele que não considera Brahma, Vishnu, Shiva ou as entidades vivas em geral como separadas do Supremo, e que conhece o Brahman, realmente obtém paz; os outros não”.

Segundo os tibetanos, Daksha é esotericamente o buda Avalokiteshvara, representando Cherenzig. É o Bodhisattva que representa a suprema compaixão de todos os Budas. Um Bodhisattva é aquela criatura que está adiantada ou pronta para alcançar o estado de Buda; contudo faz voto de só alcançá-lo plenamente quando nenhum ser estiver mais no samsara, ou na roda de encarnações neste mundo. Fazendo o sacrifício supremo ele recebe a recompensa maior de todas.
A forma feminina deste buda e para o povo chinês é Kwan Yin



E é com esta reflexão que termino: está aqui escrita aqui a evolução dos semideuses e das Raças Humanas. Estas passagens são simbólicas, porque se tratam de arquétipos mas são como um farol que mostra um caminho espiritual e nos inundam de esperança... 

Paz e Amor
Curadora64

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terça-feira, 23 de maio de 2017

Los 24 Ancianos y el Manu de Ptala


A mi llamado a aclarar, el Maestro D. K. me guió, en visión, hasta el planeta escondido de Manu.

Llegué sola, pero mi par cósmico, H., ya me esperaba con una sonrisa. Nuestras manos se tocaron en señal de bienvenida. Nos dirigimos a una gran sala en un pabellón en la planta baja, que a su vez, descansaba en un jardín magnífico.

La sala era blanca y deslumbrante, me senté un poco a ciegas, con H. a mi derecha, en la cima de una gran mesa.

En ese momento mi visión se aclaró y los colores me mostraron 12 mujeres jóvenes y bellas a mi izquierda y 12 jóvenes hombres igualmente deslumbrantes a la derecha de H. En el otro extremo de la mesa se estaban instalando el bondadoso Manu y su amable esposa.

Sonríe en saludos y Manu habló:

- ¿Existe un asunto para esta convocatoria general, no es así?

Una de las mujeres, al centro de su grupo, asintió:

-Uno de los seres de Ptala pide suavización de karma, dijo ella lanzando una semilla en el centro de la mesa.

La semilla se desarrolló y mostró todas las reencarnaciones de esa entidad en Ptala como si fueran nosotros de una tela.

Estaba yo a absorber todas las situaciones y ubicaciones del caso cuando el hombre frente a ella dirigió su mano hacia la semilla y mostró las potencialidades como una luz que salía de esa tela al techo de la sala.

Todos hablaron a la vez: - Este nudo puede ser apagado, este nudo deshecho y este nudo ayudado porque el Ser es sincero y prometió dedicarse al Amor por eones y eones.

Manu concluyó: - ¡Que así sea!

La semilla absorbió la luz y la tela y desapareció en la mesa a una señal de la mujer que la generó.

- Tenemos otra situación de Ptala, esta vez son varios grupos de entidades a pedir por el restablecimiento del plan de Paz Universal.

Todas las mujeres lanzaron semillas al centro de la mesa delante de él. Una gran tela de miles de nudos fue generada. Los hombres se levantaron y organizaron los nudos. Las mujeres supervisaron y concordaron.

Cuando se detuvo Manu observó y dijo:

-¡Que así sea!

La esposa de Manu me dijo sonriendo: - Ahora ya sabes cómo los Hijos de los Siete resuelven los asuntos de Ptala.

Sin hablar agradecí a todos telepáticamente y emitiendo partículas de luz condensada a partir de mi corazón para cada uno de ellos. Las aceptaron y las absorbieron haciéndolas aún más brillantes.

Manu se levantó y se retiró con su esposa para sus aposentos y los 24 se desvanecían muy despacio sonriendo unos a otros.

H. y yo nos retiramos a nuestra casa en las Híades y en nuestro jardín no pudo escapar a mis preguntas insistentes y bien colocadas ... rsrs

Paz y Amor
Curadora64

traducción: Sonia Cecilia (gracias 💙)

http://auras-colours-numbers.blogspot.pt/2017/05/os-24-anciaos-e-o-manu-de-ptala.html

sábado, 20 de maio de 2017

Os 24 Anciãos e o Manu de Ptala



Ao meu chamado para esclarecimento o Mestre D. K. guiou-me, em visão, até ao planeta escondido de Manu.

Cheguei sózinha mas o meu par cósmico, H., já me esperava com um sorriso. As nossas mãos tocaram-se em sinal de boas vindas. Dirigimo-nos para uma grande sala num pavilhão térreo que por sua vez repousava num jardim magnífico.

A sala era branca e ofuscante, sentei-me um pouco às cegas, com H. à minha direita, no topo de uma grande mesa.

Nessa altura a minha visão aclarou e as cores mostraram-me 12 mulheres jovens e belas à minha esquerda e 12 jovens homens igualmente deslumbrantes à direita de H. No outro topo da mesa estavam a instalar-se o bondoso Manu e sua amável esposa.

Sorrimos em cumprimentos e Manu falou:

- Existe um assunto para esta convocação geral, não é assim?

Uma das mulheres, ao centro do seu grupo, assentiu:

-Um dos seres de Ptala pede suavização de karma, disse ela lançando uma semente no centro da mesa. 

A semente desenvolveu-se e mostrou todas as reencarnações dessa entidade em Ptala como se fossem nós de uma teia.

Estava eu a absorver todas as situações e ubicações do caso quando o homem em frente dela dirigiu a sua mão para a semente e mostrou as potencialidades como uma luz que saía dessa teia para o tecto da sala.

Todos falaram à vez: - Este nó pode ser desligado, este desfeito e este ajudado porque o Ser é sincero e prometeu dedicar-se ao Amor por evos e evos.

Manu concluiu: - Que assim seja!

A semente absorveu a luz e a teia e desapareceu na mesa a um sinal da mulher que a gerou.

-Temos outra situação de Ptala, desta vez são vários grupos de entidades a pedirem pelo restabelecimento do plano de Paz Universal.

Todas as mulheres lançaram sementes para o centro da mesa à sua frente. Uma grande teia de milhares de nós foi gerada. Os homens levantaram-se e organizaram os nós. As mulheres supervisionaram e concordaram.

Quando pararam Manu observou e disse:

-Que assim seja!

A esposa de Manu disse-me sorrindo: - Agora já sabes como os Filhos dos Sete resolvem os assuntos de Ptala.

Sem falar agradeci a todos telepaticamente e emitindo partículas de luz condensada a partir do meu coração para cada um deles. Eles aceitaram-nas e absorveram-nas ficando ainda mais brilhantes.

Manu levantou-se e retirou-se com sua esposa para os seus aposentos e os 24 esvaneceram-se muito devagar sorrindo uns para os outros. 

H. e eu retiramos-nos para a nossa casa nas Híades e, no nosso jardim não conseguiu escapar às minhas perguntas insistentes e bem colocadas… rsrs

Paz e Amor
Curadora64

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LA ANATOMÍA DEL CUERPO DE LUZ - LOS CHAKRAS

                         

Leslie Temple - Thurston con Brad Lauhlin Resumen de un texto del libro Matrimonio del Espíritu. Viviendo iluminado en el mundo de hoy. WVA

Y refiriéndonos nuevamente a la afirmación de Jesús en Mateo 6:22, "si tu ojo es único, todo tu cuerpo tendrá luz", vemos que, cuando nuestro flujo de conciencia asciende al tercer ojo, el ojo único, entonces empezamos a iluminarnos para nuestra naturaleza como unidad.


Al fortalecer el cuerpo sutil a través del procesamiento y de la meditación, trayéndonos al equilibrio, aprendemos a retener la luz y a no disiparla innecesariamente.



LA ANATOMÍA DEL CUERPO DE LUZ - EL SHUSHUMNA



Veremos un poco más de la anatomía del cuerpo de luz (Fig. 7.3).

El cuerpo de luz posee un núcleo o un eje central. En sánscrito se conoce como Shushumna, y corresponde aproximadamente a la columna física. El Shushumna es el núcleo luminoso de iluminación dentro de cada uno de nosotros. La mayoría de las personas en el sistema separado no es consciente de que existe y raramente lo sienten.

Todos los velos de la personalidad condicionada - miedos, desequilibrios, sistemas de creencias negativas y limitantes, etc. - han sido enrollados firmemente a su alrededor y escondido de nuestra visión consciente.


De hecho, parecen una capa de cuero grueso y negro, como una capa, alrededor del Shushumna. Restringen y cortan el flujo natural de luz y energía que normalmente subiría y emanaría del Shushumna a través de nuestro cuerpo físico.

A medida que aumentamos en vibración, descascando los velos del ego, liberando las creencias de separación y de limitación, la luz literalmente asciende y emana a partir del Shushumna, ligándonos hasta la cima, desde el chakra de la raíz hasta el chakra de la corona .

Por eso, cuando meditamos, es importante mantener la columna recta y erecta para ayudar en el flujo de luz que asciende a través del Shushumna.


En el Oriente la luz o energía que se mueve y anima el cuerpo se llama kundalini. La kundalini es nuestra fuerza vital. Ella viene de la palabra sánscrita kundalini, que significa espiral. Vista de forma clarividente, la kundalini está enroscado en la base de la columna, como una serpiente, y cuando se despierta se mueve como una serpiente subiendo a través del cuerpo.

Cuando el flujo único, semejante a un hilo de luz o kundalini, asciende hasta la cima del Shushumna, desde la raíz hasta la corona, sin interrupciones de limitaciones egoicas, el estado de samadhi se inicia. Samadhi, como se describe en el capítulo anterior, es una etapa avanzada de Conciencia y es el precursor de la iluminación.

Limpiando patrones limitantes y restrictivos del ego, mientras progresamos en el camino de la autodescubierta, hace que la vía de comunicación es más larga y nuestro estado de samadhi evoluciona  y crece.


Samadhi es una experiencia de la luz de Shushumna. La luz es unidad y contiene información. Cuando entramos en Samadhi, hacemos un download de la información en la luz, que más tarde es descodificada a través del cuerpo mental, donde nos hacemos conscientes de las comprensiones multidimensionales.

Por ejemplo, podemos recibir insights sobre procesos actuales, que nos ayudan a desenredar patrones de comportamiento destructivos, como exceso de alimento y el fumar.

RETENIENDO SU LUZ

Para alcanzar estados más altos de conciencia usted necesita tener mucha luz y energía. Nuestra conciencia es como un péndulo. Oscila con nuestros pensamientos y emociones desequilibradas.

          


El punto fijo en el centro es el lugar del testigo neutro (Fig. 7.2).

Cuando estamos desequilibrados y oscilamos mental y emocionalmente, perdemos nuestra luz y energía; la fuerza vital es empujada hacia fuera.

Y como un limpiador de parabrisas que empuja el agua fuera del parabrisas. Y cada vez que oscilamos más, perdemos más. Somos drenados y, a menudo, nuestra salud física sufre. Al fortalecer el cuerpo sutil a través del procesamiento y la meditación, trayéndonos al equilibrio, aprendemos a retener la luz y a no disiparla innecesariamente.



La pérdida de luz y energía ocurre porque existen agujeros en el cuerpo sutil, creados por el proceso de condicionamiento que vivimos en la infancia. Donde quiera que existan desequilibrios en la personalidad, existirá agujeros en el cuerpo sutil. La luz está siempre entrando, ya que nuestra verdadera esencia es un flujo de luz divina y de conexión con la fuente.

Pero a veces perdemos luz con mayor rapidez de lo que ganamos, cuando estamos por debajo de la paridad. Cada vez que tenemos éxito en conciencia y equilibrar nuestros patrones desequilibrados de personalidad - por ejemplo, nuestras oscilaciones extremas de humor - estamos llenando los agujeros.


Cuando perdimos mucha luz, caemos en estados negativos, y quedamos deprimidos e infelices, debido a la luz insuficiente. Cuando estamos llenos de luz, estamos felices, equilibrados y confiados. Estamos inspirados, creativos, estimulados con todo. Tenemos energía y esto nos hace pasar el día sin tener que arrastrarnos.



Fig. 7-2. - En la medida en que el hilo del péndulo es más corto, el péndulo oscila con más rapidez. Él oscila cada vez menos y se mueve hacia más cerca del punto fijo. Y a medida que procesamos y nos identificamos más con la conciencia neutra, acortamos el hilo del péndulo.

Los cuerpos de luz fuertes y luminosos son generalmente prerrogativa de los jóvenes y fuertes. Para ellos no es tan vital tener mucho equilibrio en la personalidad y una conciencia tan fortalecida. Pero a medida que nos quedamos más viejos y estos patrones se vuelven más atrincherados, continuamos perforando el cuerpo luminoso más y más con nuestros comportamientos desequilibrados, creencias negativas y actitudes autodestructivas.


Tenemos que tomar más cuidado mientras envejecemos porque perdemos la luz con más facilidad. Desarrollando la conciencia y utilizando las técnicas de procesamiento, equilibramos la personalidad, fortalecemos el cuerpo sutil y la luz es retenida con más facilidad en el sistema de cuerpos.

Es esencial que dejemos de oscilar y lleguemos al punto fijo, si queremos retener nuestra luz, para mejorar la calidad de vida y alcanzar estados más elevados de conciencia.



RESUMEN DEL CAPITULO

 Aquí se encuentran algunos de los principales puntos introducidos hasta ahora:

• La existencia no es real en el sentido en que nos enseñaron a verla.

• El mundo material es transitorio, efímero y la vida es como un holograma.

• Viendo la vida a partir del nivel energético, percibimos más sobre nuestro propio patrón egoico, así como el de los demás, y más de la interconexión de la vida, incluyendo sincronizaciones.

• La anatomía del cuerpo de luz incluye: chakras, el Shushumna, el Ida y el Pingala. Kundalini es la fuerza vital que se mueve a través del cuerpo y lo anima.

• Para alcanzar estados más altos de conciencia, es importante tener luz y energía.

• Tenemos luz cuando el ego está limpio y equilibrado.

• Perdimos luz cuando el ego no está limpio y está desequilibrado.

• La medida en que limpiamos la consciencia del tercer chakra - asuntos polarizados de poder - nos movemos a través del nudo de Vishnu, o puerta del cielo, hacia el paradigma del corazón, el sistema de flujo continuo.

MIRANDO PARA EL MUNDO A SU ALREDEDOR

Mirar y ver son dos cosas diferentes. Miramos las cosas, pero aún así no las vemos realmente con claridad. Esto ocurre debido a nuestra impresión de separación, que crea la impresión de facultades limitadas.

Hemos tenido que ver y escuchar de forma limitada. Cuando escuchamos algo, internalizamos apenas una pequeña fracción de lo que estamos escuchando, sin perder el foco.

Lo mismo ocurre con el ver: cuando miramos algo, internalizamos una cantidad muy limitada de datos. Para aumentar la visión, intente dibujar un objeto.

La mayoría de los individuos sienten que no tienen habilidades artísticas, pero lo que realmente ocurre es que la visión no está completamente desarrollada para representar claramente un objeto.

Todos tienen un artista en su interior. El problema está en la visión. Se mira al mundo constantemente, pero seleccionamos sólo una fracción de los datos disponibles. Cuando alguien dibuja algo, hay una investigación más profunda de la naturaleza del objeto. Haciendo ese ejercicio, usted se dará cuenta como su visión es selectiva.

• Seleccione y dibuje un objeto del cuál realmente guste, algo simple para empezar, como una concha, una hoja, un flor, una flor, una taza, etc.

• Dibuja algo de mayor atractivo, pero más complejo, como un vaso que contiene una flor, una estatua, su mascota dormida, un árbol, etc.

• Salga al mundo, vaya a un lugar que le inspire, preferiblemente un lugar que usted encuentre hermoso, relajante y pacífico. Quédate allí por tiempo suficiente para encontrar un lugar de paz y calma en tu interior.


Por el tiempo que esté allí, mire a su alrededor. ¿Qué tipo de terreno es? ¿Puedes ver el horizonte? ¿Existe vegetación? Si hay edificios, ¿qué tipo de edificios son? ¿Cuáles son los colores predominantes en la escena? ¿Cómo le parece la luz y cómo la afecta? ¿Cómo se ve afectado por la luz y el color de la escena? Describa en detalles en su diario todas las cosas que percibe.

 LA LUZ, CONSCIENCIA Y MEDITACIÓN

Muchos de los mayores científicos del mundo, artistas y líderes tienen acceso a niveles más altos de luz -tanto de forma consciente, como inconsciente- y así son capaces de recibir informaciones y nuevas ideas. La luz es a veces vivenciada - generalmente en la meditación - como una presencia de felicidad, éxtasis y expansión; el amor incondicional del Divino.

La luz del Shushumna está relacionada con la conciencia no dualística. Tradicionalmente, la participación de la conciencia Shushumna se hace principalmente con la práctica de la meditación. A través de la meditación, se abren gradualmente puertas en el espacio interior del individuo y la conciencia se llena con estado de conciencia no dualística, que es nuestro estado natural. La experiencia es a menudo una forma espectacular de realización de la unidad.


Sin embargo, a través de la utilización de las técnicas de procesamiento, conseguimos lenta y gentilmente desgastar nuestros velos, posibilita pasar a realizarse a la consciencia común del día a día, trayéndonos fácil y suavemente al estado integrado del despertar.


LA ANATOMÍA DEL CUERPO DE LUZ - IDA Y PINGALA

Ida y pingala son los nombres sánscritos para los flujos de energía que forman el campo electromagnético bipolar del cuerpo. Ellos toman la forma de una doble hélice y se enroscan alrededor del Shushumna (Fig. 7.4).

La conciencia se mueve por esos flujos percibiendo lo positivo y lo negativo, el bien y el mal y las otras dualidades de la vida en el sistema separado. Nuestras atracciones y repulsiones en el campo electromagnético giran la energía a través de Ida y Pingala.


El Ida es el flujo descendente pasivo, o Yin, y está asociado con la energía femenina; El pingala es el flujo ascendente activo, o Yang, y está asociado con la energía masculina.

Equilibrando nuestra consciencia a través de la unificación de opuestos, nuestra consciencia comienza a poder percibir a partir del Shushumna, así como del Ida y del Pingala.

Esta es la adición del tercer canal de conciencia, descrito como "testigo" en el capítulo anterior, a los canales de positivo y negativo. El testigo está, en realidad, fuera del campo electromagnético de la zona polarizada. En la medida en que equilibramos el Yin y el Yang, el femenino y el masculino, nos encontramos cada vez menos en la mente discriminatoria, asociada al sistema dual y limitado, y cada vez más en el estado de centrado y desapego asociado al testigo.

Es interesante referirnos brevemente al Génesis 3: 22-24, en la historia de Adán y Eva, después de haber ingerido el fruto prohibido, aprendido sobre el bien y el mal, y caído:


"Entonces dijo el Señor Dios: es que el hombre es como uno de Nosotros, sabiendo el bien y el mal; pues para que no extienda su mano, y tome también del árbol de la vida, y coma y viva eternamente; ... el SEÑOR Dios, pues, lo echó fuera del jardín del Edén, para labrar la tierra de la que había sido tomado.

Y habiendo echado fuera al hombre, puso ... una espada inflamada que andaba alrededor, para guardar el camino del árbol de la vida”. Creo que la historia se refiere a la anatomía del cuerpo de luz.

El árbol de la vida es Shushumna, y cuando comemos de este fruto vivimos para siempre; Esto quiere decir que conocemos nuestra naturaleza como eternidad.

Pero a partir de nuestro estado caído, separado, hay una espada flameante (centelleante) que guarda el camino hacia él, siendo por lo tanto de difícil acceso. Cuando alguien ve el Shushumna de forma clarividente, se parece a una espada flameante.

Usted percibirá en el diagrama que el Ida y el Pingala se inician justo debajo del tercer ojo. Es ahí que la mente discriminatoria comienza. Por debajo del tercer ojo es donde percibimos la dualidad, que engloba del sexto al primer chakra. La conciencia está a menudo centrado en el tercer ojo. Por encima del tercer ojo se encuentra el chakra de la corona, que además del Shushumna, es donde percibimos nuestra conexión con la fuente.

Y refiriéndonos nuevamente a la afirmación de Jesús en Mateo 6:22, "si tu ojo es único, todo tu cuerpo tendrá luz", vemos que, cuando nuestro flujo de conciencia asciende al tercer ojo, el ojo único, entonces empezamos a ilumirnos para nuestra naturaleza como unidad.




Fig. 7-4. - Ida y Pingala, olas de fuerzas que fluyen en una hélice doble alrededor del Shushumna. Note,por favor, que este diagrama es simple y bidimensional no demuestra las cualidades tridimensionales de la doble hélice.


EL PARADIGMA DEL CORAZÓN - EL SISTEMA DE FLUJO

Con ese trabajo de procesamiento nos estamos moviendo a través de uno de los velos más densos de la consciencia humana, del tercero al cuarto chakra. Este es un aspecto de la ascensión - moviéndose de un viejo paradigma de poder e impotencia polarizados para un nuevo paradigma, centrado en el corazón y de naturaleza más unificada.

La densidad de la conciencia, que mantiene los dos paradigmas separados, se refleja en el cuerpo físico como el diafragma, que es una división muy gruesa, muscular y separativa, como un techo por encima del tercer chakra.

Hay un nudo en la consciencia allí, que está exprimiendo el Shushumna y cerrándolo con mucha fuerza, el cual vamos aflojando y despejando en la medida en que hacemos el trabajo de procesamiento.

En el Oriente se conoce como el nudo de Vishnu. Cuando se abrió para mí, mis guías lo llamaron la puerta del cielo.
  
Vamos a echar un vistazo a la diferencia entre los dos sistemas. El sistema del tercer Chakra es el mundo de la polaridad - ganar-perder, tirano-víctima, autoridad-subordinación, poder-impotencia.

El área se refiere a las batallas que luchamos todos los días, a las pérdidas que asumimos, a las victorias que conquistamos. Y un sistema de alternancia entre expansión y contracción. Esta es la vida en el mundo, de extrema dualidad.

A través del trabajo de limpieza del ego traemos todo esto a la conciencia, equilibrando todo, percibiendo los pedazos que faltan. Al hacerlo, el corazón se abre cada vez más y más. Usted se mueve al siguiente nivel, donde tiene fe, confianza, visión, equilibrio, compasión y aprende a mantenerse abierto con más facilidad.

El nuevo paradigma es otro sistema. Y un sistema de corazón despierto, de emanación y flujo continuo, en el cual la energía se mueve de forma diferente, como una naciente burbuja brotando de la tierra.

Él no expande o contrae, no está sujeto a la atracción y la repulsión extremas, y no se encuentra vacío parte del tiempo y lleno en la otra parte.
  
Entonces, nunca hay un estado vacío. Él no oscila tan extremadamente entre positivo y negativo. El sistema del corazón despierto no es un sistema de ganancia-pérdida, o / o; es un sistema de ganancia-ganancia.

Cuando iniciamos el camino de auto-descubrimiento, estamos viviendo entre los dos mundos. A pesar de hablar de los dos paradigmas como distintamente separados uno del otro, en verdad un individuo se mueve gradualmente entre los dos por un período de tiempo, a menudo viviendo en los dos simultáneamente.

No es posible saltar de una vez para el nuevo paradigma. Esto explotaría todos nuestros circuitos; es un gran voltaje para que nuestros viejos yo soporten. Lleva tiempo hasta que el cuerpo integre las diferencias y para que el circuito del cuerpo mantenga las nuevas tasas vibratorias. Como una vieja casa que necesita de fijación nueva, el cuerpo debe poder mantener las nuevas experiencias.

A menudo, después de haber hecho una sesión de procesamiento, sentimos que nuestro cableado está siendo cambiado, y literalmente esto no está lejos de la verdad. Con el cableado del viejo paradigma, tenemos el potencial en nuestro interior para vivir la luz del Shushumna por sólo unos segundos.

Esto se traduciría en una experiencia espiritual de pico. Para mantener la experiencia por más tiempo, debemos cambiar nuestro cableado una y otra vez, hasta que gradualmente nos acostumbramos a ella. A través de la utilización de las técnicas de procesamiento, se hace una unión de las escisiones, o líneas fallas, en nuestros cuerpos sutiles, lo que resulta en un nuevo cableado en nuestros circuitos, haciéndonos más íntegros y capaces de vivenciar nuestra totalidad.
  
Para juntar el viejo y el nuevo paradigma, asumimos la máscara intermedia del guerrero espiritual. Vivimos a partir de esta máscara, elegimos vivir en completa integridad con nuestra verdad interior y con el mundo a nuestro alrededor.

Estamos dispuestos a ver el mundo como un espejo de nuestras proyecciones y no culpar al exterior por nuestras propias limitaciones. Encaramos nuestros asuntos egoístas inconscientes y nuestros sistemas de creencias destructivas con la intención de disolver la vieja personalidad y de mover nuestra conciencia hacia el corazón.

Adoptando la máscara del guerrero espiritual, poseemos un vehículo para ayudarnos a, gradualmente, movernos dentro de las experiencias, cada vez más largas, de la luz del Shushumna.

Poseemos muchos cuerpos además del físico; el cuerpo que nos rodea es, en realidad, un cuerpo de energía y conciencia. También tenemos un cuerpo mental, un cuerpo emocional, así como un vasto cuerpo de luz.

En el camino del auto-descubrimiento es importante y un tanto inevitable que nos familiarizamos con todos ellos. Para el propósito de nuestra discusión, echar un vistazo al cuerpo de luz, algunas veces también conocido como cuerpo sutil - a menudo visto por paranormales y llamado aura.

Aunque usted, en este momento, es incapaz de ver o sentir su propio cuerpo de luz o el cuerpo de luz de otras personas, es importante saber lo que viene a ser, así como algo acerca de su funcionamiento. Sabiendo respeto de su existencia, aprendemos a sentirlo más, y nos volvemos más conscientes de su fortalecimiento.

El trabajo de fortalecimiento apoya el proceso del despertar espiritual. Cuando purificamos el ego y despertamos, nos volvemos capaces de percibir los movimientos energéticos en el cuerpo de luz. Saber sobre esto de antemano será de utilidad por ese motivo. Aquí daremos un breve ojeada en la anatomía del cuerpo de luz, incluyendo el sistema de chakras.

Nuestra intención es, en vez de eso, dar una introducción a ellos, así como una comprensión general de los chakras.

Los chakras son centros de energía en el cuerpo y se encuentran activos todo el tiempo, estén o no conscientes de esto. Chakra es una palabra sánscrita que denota círculo y movimiento, o puede ser traducida como rueda.

Los chakras están asociados con aspectos de los cuerpos físico mental y emocional. Poseemos muchos chakras en nuestro interior, y algunos incluso más allá del cuerpo físico. Hay siete chakras principales en el cuerpo, y esos son los que vamos a mostrar aquí.


Fig. 7-5. Los chakras son centros de fuerza del cuerpo sutil. Cuando son vistos a través de la clarividencia, los rayos irradiantes que configuran los chakras parecen flores o ruedas. Son puntos de contacto entre los cuerpos etérico y físico, transmisores y retenedores de energías cósmicas y de fuerza vital.


Hay aspectos de la consciencia y características de comportamiento asociados a cada chakra. Cuando alguien medita sobre un chakra, puede percibir los niveles de conciencia que se describen a continuación. Mencionamos sólo los aspectos básicos de consciencia asociados con cada chakra; existen en realidad, muchos otros.

El primer chakra se llama chakra de la raíz y se encuentra entre el ano y los genitales, en la base de la columna. La consciencia asociada al chakra de la raíz es aquella de la seguridad, de la supervivencia física, de los mecanismos de lucha-fuga y luchas de vida o muerte.

El segundo chakra se encuentra entre el ombligo y los genitales. Sexualidad, procreación, las emociones de nutrición y asuntos familiares (o tribus) están asociados a él. Y el portal para el infinito.

El tercer chakra se encuentra en el plexo solar. Y el centro de poder y es donde trabajamos los asuntos de poder e impotencia, víctima-tirano, pérdida-ganancia, éxito-fracaso y dominio, manipulación y control. Y donde aprendemos las lecciones asociadas al poder polarizado, a la autoridad, nombre y fama.

El cuarto chakra se encuentra en el corazón y es a menudo llamado el chakra del corazón. La consciencia asociada con el chakra del corazón es la del amor, de la fe, de la devoción, del deber y de la compasión. También se asocia con la atracción y la repulsión en las relaciones amorosas - rechazo y aceptación.

El quinto chakra está localizado en la garganta y es el centro energético del arte, el conocimiento, la maestría y la entrega a la voluntad divina.

El sexto chakra está localizado entre las cejas y se conoce como el tercer ojo. Este es el centro energético de la consciencia, la sabiduría, la visión, la clarividencia y la percepción psíquica.


El séptimo chakra se encuentra en la parte superior de la cabeza y es conocido porque se coloca en la cabeza como una corona. Es un vórtice de energía que se abre hacia arriba como un embudo. La corona real utilizada por reyes y reinas es una suya en forma física. El chakra de la corona está asociado a nuestra conexión divina, o unión con todo lo que hay.


A medida que procesamos y meditamos, desarrollamos una sensibilidad en los chakras y podemos sentirlos energéticamente. La mayoría de nosotros los sentía en algún momento especialmente en el cuerpo físico, pero no somos conscientes de ellos porque no fuimos enseñados a percibir las energías o consciencia de esta forma.


Por ejemplo, cuando una persona experimenta una pérdida extrema, digamos que pierde una gran suma de dinero para un competidor en un negocio, el sentimiento puede ser descrito como el de llevar un puñado en el estómago, o la persona puede incluso sentir náuseas.

Estos son sentimientos en el área del Tercer Chakra, que está asociado con ganar o perder, poder e impotencia. Si pudiéramos ver el tercer chakra en el aura en esta situación, algo que los clarividentes pueden hacer, percibiríamos que el centro energético parece desequilibrado, balanceando y derramando energía. La persona pierde luz, o vacía energía, en una situación de pérdida.


A menudo, en una instancia de pérdida como en nuestro ejemplo en nuestro deseo de comer. Esto ocurre porque la comida tiende a poner energía o fuerza vital en el área de nuestro estómago y nos ayuda a aterrizar.

Esta es una reacción natural porque si en algún nivel el cuerpo nos está diciendo que perdemos luz y energía y estamos sintiendo deficiente en el área del tercer chakra.

Entonces podemos ver que el cuerpo físico nos da pistas relativas a nuestro estado de consciencia. Al volvernos conscientes de la energía en el cuerpo físico y de los centros energéticos llamados chakras, podemos saber cuándo necesitamos procesar, podemos aprender a estar más equilibrados y a retener nuestra luz.

Cuando alguien recibe una noticia devastadora, como la muerte de una persona amada, o cualquier cosa que podría ser descrita como de partir el corazón, es común que la primera reacción sea colocar la mano sobre el corazón.

Somos conscientes de que estamos vaciando energía del chakra del corazón; luego la mano está posicionada en el intento de retener la luz. Al llegar a ser conscientes de estas cosas podemos volver al testigo neutral mientras vivimos las emociones y procesamos la situación, para que podamos estar más equilibrados y desapegados de la pérdida y ganar en el mundo físico.


traducción: Sonia Cecilia (gracias 💙)


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