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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

terça-feira, 31 de maio de 2016

Os Sete Caminhos da Felicidade



Os Sete Caminhos da Felicidade* não existiam (a). As Grandes Causas da Desgraça** não existiam, porque não havia ninguém que as produzisse e fosse por elas aprisionado (b).


(a) Há "Sete Caminhos" ou "Vias" que conduzem à "Felicidade" da Não-Existência, que é o absoluto Ser, Existência e Consciência. Não existiam, porque o Universo até então se achava vazio, só existindo no Pensamento Divino.

(b) Porque são... as Doze Nidânas, ou Causas do Ser. Cada uma é o efeito da Causa antecedente, e, por seu turno, a causa da que lhe sucede; estando a soma total das Nidânas baseada nas Quatro Verdades, doutrina especialmente característica do Sistema Hînayâna**.

Pertencem elas à teoria de que todas as coisas seguem o curso da lei, a lei inevitável que produz o mérito e o demérito, e que finalmente faz sentir a força do Karma em toda a sua plenitude. É um sistema fundado na grande verdade de que a reencarnação infunde temor, porque a existência neste mundo só traz ao homem sofrimento, desgraça e dor; sendo a própria morte incapaz de dar ao homem a sua libertação, porque a morte não é mais que a porta pela qual ele passa de uma para outra vida na terra, após um breve repouso no umbral, ou seja, no Devachan. O Sistema Hînayâna, ou Escola do Pequeno Veículo, data de tempos muito remotos, ao passo que o Mahâyâna, ou Escola do Grande Veículo, pertence a um período mais recente e teve início após a morte de Buddha. Todavia, as doutrinas deste último sistema são tão antigas como as montanhas que têm servido de locais para escolas semelhantes desde épocas imemoriais; e na verdade as Escolas Hînayâna e Mahâyâna ensinam ambas a mesma coisa. Yâna, ou Veículo, é uma expressão mística, e os dois "Veículos" significam que o homem pode escapar às tribulações dos renascimentos, e até à ilusória felicidade do Devachan, por meio da obtenção da Sabedoria e do Conhecimento, os únicos que podem dissipar os frutos da Ilusão e da Ignorância.


Mâyâ, ou Ilusão, é um elemento que participa de todas as coisas finitas, porque tudo quanto existe possui tão só um valor relativo, e não absoluto, tendo em vista que a aparência assumida pelo númeno perante o observador depende do poder de cognição deste último. Aos olhos incultos do selvagem uma pintura se apresenta como um aglomerado confuso e incompreensível de linhas e manchas coloridas, ao passo que a vista educada descobre ali imediatamente uma figura ou uma paisagem. Nada é permanente, a não ser a Existência Una, absoluta e oculta, que contém em si mesma os númenos de todas as realidades. As existências pertencentes a cada plano do ser, incluindo os Dhyan Chohâns mais elevados, são comparáveis às sombras projectadas por uma lanterna mágica em uma superfície branca. No entanto, todas as coisas são relativamente reais, porque o conhecedor é também um reflexo, e por isso as coisas conhecidas lhe parecem tão reais quanto ele próprio.

Para conhecer a realidade das coisas há mister considerá-las antes ou depois de haverem passado, qual um relâmpago, através do mundo material; pois, não podemos discernir essa realidade directamente, quando só dispomos de instrumentos sensitivos que trazem à nossa consciência apenas os elementos do mundo material. Seja qual for o plano em que possa estar actuando a nossa consciência, tanto nós como as coisas pertencentes ao mesmo plano somos as únicas realidades do momento. À medida, porém, que nos vamos elevando na escala do desenvolvimento, percebemos que, nos estádios já percorridos, havíamos tomado sombras como realidades, e que o progresso ascendente do Ego é um contínuo e sucessivo despertar, cada passo à frente levando consigo a ideia de que então alcançamos a "realidade". Mas só quando houvermos atingido a Consciência absoluta, e com ela operarmos a fusão da nossa, é que viremos a libertar-nos das ilusões de Mâyâ.
______________________

* Nirvana, em chinês Noppang; Neibban em birmanês; Moksha na Índia
** Nidâna e Mâyâ. As "Doze" Nidânas (em tibetano Ten-brel Chug-nyi) são as causas principais da existência, efeitos gerados por um encadeamento.

in "A Doutrina Secreta" de H. P. Blavatsky

terça-feira, 24 de maio de 2016

O chakra da orelha :)


Neste momento na evolução da humanidade novos chakras serão desenvolvidos.. Este será o chakra da orelha, o oitavo chakra... Este chakra será o "ouvido interno," semelhante ao "olho interior," o sexto chakra...

Quando se trata da vida interior pode-se entrar em foco através não só do "olho interior," mas também através do "ouvido interno," deve-se perceber que há também um "sistema de comunicação interna" que não verbaliza como uma caixa de voz... Essa verbalização interior é uma forma a que chamamos de ESP, que se expressa tão bem e claramente como o nosso discurso sendo igualmente capaz de nuances de expressão...

Neste chakra somos capazes de ouvir nossa própria voz interior; a voz da sabedoria, da compaixão, do conhecimento... Também podemos ouvir a voz Divina, a maior fonte de sabedoria e verdade a que os chakras superiores nos permitem conectar...

Quando combinamos a voz divina com a nossa própria voz interior, e seguimos o nosso Caminho Espiritual, então estamos verdadeiramente vivendo a nossa Verdade... Podemos atingir a independência e liberdade... Liberdade do medo, do discernimento, da disfunção...Podemos ouvir, seguir e falar com o nosso Interior e Verdade Divina. Princípio básico: Ressonância do Ser Cor: Vermelho-Violeta.. Localização: um palmo à frente dos ouvidos físicos Sentido: audição... Planeta Regente: Mercúrio. Cristais: Âmbar, celestite, rodonita, quartzo fantasma Frase chave: Eu ouço Frases positivas: ouço somente a verdade. Eu ouço os meus guias claramente. Eu ouvi outros claramente. Principais funções: Clariaudiência, o processo em que é ouvida, desejo por orientação espiritual Funções: a orelha chakra é a cor vermelho-Violeta e é a sede de clariaudiência, clara audiência. A orelha chakra está localizado um palmo à frente dos ouvidos físicos. Existe um centro de energia, de ambos os lados da cabeça; no entanto, é um chakra completo. Processa o que ouvir. Um ouvido saudável chakra permite processar correctamente o que foi dito e concentra a sua atenção sobre a pessoa falando, ajudando assim a reduzir os erros de comunicação. Além disso, abre o canal para a audição espiritual e competências de medium e abriga o desejo por orientação espiritual. É a fonte de toda comunicação extra-sensorial. Sinais de desequilíbrio: Hipoactiva: falta de atenção, a incapacidade de processar o que ouvires, infecções de ouvido, ouvindo doenças incluindo surdez, vertigens Hiperativa: sensibilidade à barulhos altos, a incapacidade de música ou desactivar a janela com outros espíritos ou entidades à vontade, tonturas. Afirmações: Eu ouço a orientação Divina facilmente e sem esforço. Eu ouvi os outros clara e facilmente. Eu ouço apenas mensagens positivas. Eu ouço e reconheço a verdade. Eu ouço os meus guias claramente. Eu ouço o meu Eu Superior. Estou a ouvir e a compreender. Eu ouço os meus anjos claramente. Eu ouço e nutro a minha Criança Interior. fonte

segunda-feira, 23 de maio de 2016

THE EAR CHAKRA






At this Time in the Evolution of Mankind a New Chakra will be brought into being.. This will be the Ear Chakra, the eighth chakra.. This chakra will be the “inner ears,” similar to the “inner eye,” the sixth chakra.. When one’s inner life can come into focus through not only the “inner eye,” but also the “inner ears,” one must realize there is also an “inner communication system” that does not verbalize as a voice box.. This inner verbalization is a form of what we call ESP, only just as loud and communicable as our speech and just as capable of nuances of expression.. In this chakra we are able to hear our own inner voice; the voice of wisdom, of compassion, of knowledge.. We also can hear the Divine voice, the higher source of wisdom and truth that the upper chakras connect us to.. When we combine the Divine voice with our own inner voice, and follow the path it leads us down, then we are truly living our Truth.. We can attain an independence and freedom..freedom from fear, from judgment, from dysfunction.. We can hear, follow and speak our inner and Divine Truth.



Basic principle : Resonance of Being



Color: Red-violet.. Location: One inch in front of physical ears

Sense: Hearing.. Ruling Planet: Mercury

Ear Crystals: Amber, Celestite, Rhodonite, Phantom Quartz

Key Phrase: I Hear

Positive Phrases: I Hear only Truth. I Hear my guides clearly. I Hear others clearly.

Key Functions: Clairaudience, process what is heard, desire for Spiritual Guidance

Functions: The Ear chakra is the color red-violet and is the seat of clairaudience, clear hearing. The Ear chakra is located one inch in front of the physical ears. There is an energy center on both sides of the head; however, it is one complete chakra.

It processes what you hear. A healthy Ear chakra allows you to correctly process what has been said and focuses your attention on the person speaking, thus helping to reduce communication errors. It also opens the channel for spiritual hearing and medium skills and houses the desire for spiritual guidance. It is the source for all extrasensory communication.

Signs of Imbalance:

Underactive: lack of attention, an inability to process what you hear, ear infections, hearing ailments including deafness, vertigo

Overactive: sensitivity to loud noises, the inability to tune out or turn off dialog with other spirits or entities at will, dizziness.

EAR CHAKRA AFFIRMATIONS:
I Hear Divine Guidance easily and effortlessly.
I Hear others clearly and easily.
I Hear only positive messages.
I Hear and recognize Truth.
I Hear my guides clearly. 
I Hear my Higher Self.
I Hear and understand.
I Hear my angels clearly.
I Hear and nurture my inner child.


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Energia – O que é?



Ultimamente têm-me colocado muitas questões sobre energia. 

Embora já tenha escrito exaustivamente sobre este assunto, neste blogue, como os conteúdos estão muito espalhados pelas postagens vou condensar aqui tudo o que puder.

Para compreendermos melhor vou usar uma analogia com o auxílio da água.

Reparem bem, a água pode estar em vários estados: condensada – gelo, líquida e vapor de água – nuvens por exemplo.

Os elementos que a constituem são os mesmos mas, a geometria e nível de energia potencial é diferente.

Com a energia passa-se o mesmo, com as devidas ressalvas, é claro…

Temos uma energia muito subtil, em primeiro lugar, que é mais luz, do que energia propriamente dita, que pode ser comparada ao vapor de água em forma e aparência, nem todos a vêem e, dou como exemplo, a energia dos nossos “corpos subtis” de dimensões superiores, vulgarmente chamados de aura.

É uma energia de alta frequência e grande comprimento de onda, que é gerada fora do universo físico conhecido, sendo depois propagada para aqui através de portais estelares tais como, o nosso sol ou centros da galáxia e seus buracos negros duplos.

Quando, passamos a um estado cada vez mais condensado de energia, temos de usar campos electromagnéticos, de forma geométrica, que façam o efeito de uma cápsula, que vai localizar grandes quantidades de energia num pequeno espaço, dando origem à matéria.

Para isso acontecer, inteligentemente, existem uma série de códigos que devem ser respeitados e mantidos. É para isso mesmo que serve o ADN: para manter e preservar organismos complexos.

Mas no início de uma gestação o que se passa?

Os cientistas já descobriram… J

Uma energia alta e “inesperada” – porque não se sabe a proveniência, apenas se sabe que o elemento Zinco está presente em altas quantidades - é adicionada e, é isso que vai iniciar o processo da multiplicação de células embrionárias.

Mas essa energia de onde vêm?

Vem do pensamento, que é o estado intermédio, correspondente à água em estado líquido da analogia anterior.



                                                    ~ lâmpada de Dendera~

Os antigos representavam a energia por pequenas ondas e durante muito tempo os arqueólogos pensaram que era água… Mas não, é um símbolo muito antigo que significa energia.

Deviam até, ser revistos textos muito antigos em que se fala de água e, se substituíssem esta palavra por energia, iam descobrir coisas maravilhosas.

Os antigos Egípcios usavam pensamentos forma para tudo: protecção, cura, influências. Esses conhecimentos ainda se mantêm nas antigas escolas de mistérios.

Alguma coisa tem saído cá para fora e, alguns não sabem utilizar, metendo-se desta forma em encrencas mas, aqueles que o sabem e, são puros de coração, conseguem fazer milagres.

Uma consciência superior que é esclarecida e está em conexão com todos os seus corpos subtis e densos, pode gerar energia suficiente para fazer condensados de energia com informação e poder suficiente para modificar a matéria.

A isto chamamos vulgarmente de orbes. Existem de várias cores e tamanhos, dependendo da informação e cura que carregam em si. Algumas têm o poder de se ligar a nós, se assim o desejarmos.

Todos nós, sem excepção, as conseguimos fabricar, espontaneamente, sobre determinadas condições.

Se repararem elas aparecem e vemos-las quando estamos em ambiente descontraído e/ou na Natureza.

Algo mais virá a lume…os cientistas descobriram uma nova partícula.

Cada vez mais pessoas vêem orbes e ficam a pensar o que será. Algumas terão medo… Não é preciso terem receio, nunca se ouvirem relatos de ataques de orbes. rsrs J


Paz e Amor
Curadora64

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terça-feira, 10 de maio de 2016

Dualidade e a partícula única




Falamos muito de dualidade e pouco entendemos do que se trata a maior parte das vezes.

O que é interessante para mim são as implicações no universo físico, embora também ache interessante o que se passa no plano mental.

Nos anos 80 um físico teórico postulou que todo o universo seria a manifestação das andanças de uma única partícula entre dois limites. Estes dois limites, opostos em posição e propriedades, é que são a dualidade.

Todos sabemos as propriedades: quente e frio, denso e subtil, água e fogo, alma e matéria, sol e lua…etc.

Eles são, também, o que chamamos de forças opostas.

Ultimamente falo muito disso, talvez por considerar que quanto mais os olhos, ceguinhos de uma alma jovem, se abrirem para estas manifestações e, as compreenderem, mais podemos desenvolver uma consciência correcta.

No campo mental, seguindo o primeiro princípio da tábua esmeralda, passa-se o mesmo: “em cima como em baixo”.

Na nossa aura temos algo que atrai as pessoas opostas a nós, em termos de elementos, e é através dessas relações, quase sempre dolorosas, que mudamos interiormente.

Isto só acontece se nos recusamos, por ignorância geralmente, a mudar.

Viemos mudar por forma a albergarmos mais amor no nosso coração… Abrir o cardíaco é fundamental, se não o fizermos por nós próprios, a Vida vai forçar-nos a fazê-lo.

Claro que podia aqui perder-me em simbologia esotérica e exotérica mas isso não tem importância nenhuma…

Todos nós sabemos destes assuntos intuitivamente e basta alguém dar-nos um lamiré que entendemos aquilo que precisamos nessa altura.


Este é o ano de relembrar…aproveitemos essa energia. J

Paz e Amor
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sábado, 7 de maio de 2016

As Cores do Amor



Psique resgatada por Eros
William-Adolphe Bouguereau


As antigas escolas esotéricas estabeleceram os três tipos de Amor: Eros, Filos e Ágape.

C.S. Lewis estabeleceu quatro tipos de amor mas, só me interessam estes três para definir as cores que se manifestam na aura.

Se quiserem aprofundar sigam as hiperligações nas palavras-chave. É muito interessante em termos de arquétipos.

Eros é o amor de cariz sexual, o amor mais físico e, a sua cor, varia desde um formoso carmesim a um vermelho escuro. Depende da pureza do sentimento e da pureza da concretização desse sentimento.

Eros, ou Cupido, é também o deus do Amor, no panteão dos deuses gregos. Filho de Afrodite, deusa da Beleza e do Amor, com Ares, deus da Guerra.  

Segundo a Teogonia, Eros não crescia até ter um irmão, Anteros, que como o nome diz é o oposto do amor. Esta oposição, ou dualidade, fez com que Eros se torne um rapaz garboso pelo qual, Psique, a deusa da Alma se enamora perdidamente, sendo correspondida com ardor.

Filos é o amor desapaixonado que é incondicional, sem procura de correspondência ou benefícios. É o amor devotado à Amizade, àqueles com quem temos afinidades.

Alguns autores antigos, como Platão e Aristóteles, dizem que a amizade se mantém enquanto existem benefícios mútuos. Essa é também a opinião da psicologia moderna, as associações de indivíduos mantêm-se enquanto houver crescimento mútuo.

Na Natureza, este tipo de arranjo, é também evidente.

Este tipo de amor tem uma bela e delicada cor rosa.

Mas é aqui, também, neste Grande Ser Cósmico que é a Terra, que se dão as maiores excepções, manifestando-se assim o terceiro tipo de Amor e, talvez, o mais importante: Ágape.

O Apóstolo Paulo descreve o amor como se segue: «O amor (ágape) é paciente, o amor é amável. Sem inveja, ele não tem ostentação, ele não é orgulhoso. Não é rude, ele não é interessado, ele não se irrita facilmente, ele não mantém nenhum registo dos erros. O amor não se deleita com o mal mas rejubila com a verdade. Protege sempre, confia sempre, sempre tem esperança, sempre persevera. O amor nunca falha.» (I Coríntios 13:4-8).

Ágape, para os antigos, era mais do que Amor, era a união entre o universo material, mental e espiritual. Era, e é, o Grande Triângulo Cósmico da Geometria Sagrada que deu origem à Divina Manifestação da Vida.

“Deus é Amor” e este amor é Ágape manifestando-se na Vida.

Este amor é azul, curiosamente a cor do chakra laríngeo, que tem dado tanto que fazer a todos nós ultimamente.


Dizem que a colheita está perto e por isso o trigo se está a separar do joio…

Como pode ser isso se somos todos UM?

A União faz sentido e também faz a Força, o contrário é a desunião e o Caos e este caminho já foi percorrido e exaurido.

Cabe agora unir para subirmos todos e eu digo-vos, tenho intuído isto fortemente até, só quando estivermos unidos ascenderemos… ninguém ficará para trás.

Pois se todos pertencemos ao mesmo Deus, como pode Ele promover a desunião entre os seus Filhos?

Escrevo este texto na esperança de despertar as vossas mentes e corações, num dia 7 (união) de um mês 5 (mudança), num ano 9 (2016) que é de finalização.


Paz e Amor
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terça-feira, 3 de maio de 2016

O Grande Silêncio



                                  Queensland - Austrália


"Nos últimos meses os meus lábios disseram demasiadas palavras a uns e a outros, e é então que se corre o perigo de as palavras se esvaziarem de sabedoria, como as conchas da praia que, embora possam ser belas, não têm alma nem vida. Foi por este motivo que a minha boca esteve fechada, a repousar no silêncio do Espírito; porque é do silêncio que surge a palavra que nutre e que alimenta."  in O Jardineiro de Grian 

segunda-feira, 2 de maio de 2016

A Transmutação do Opositor



Tenho pensado muito em transmutação, por oposição à extirpação do mais denso, daquilo a que vulgarmente se denomina de mal…

Ainda no século passado se falava em exterminação do que é mau em nós, fuga aos nossos inimigos, afastar-nos dos que nos fazem mal e mesmo lutar contra eles em guerras que nos causam tanto dano.

Aos poucos vejo que neste século, o grosso da mentalidade segue o diálogo, a compreensão, a abertura e a transformação.

Transformação interior primeiro e a posterior transformação de atitudes.

Vejo isso com alegria e alívio, talvez porque eu própria comecei a pensar cada vez mais assim, embora saiba que me falta um longo caminho a percorrer, tal como a muitos dos meus irmãos.

Ando a ler um livro: “O Jardineiro” de Grian. São contos para curar a alma, como diz no subtítulo.

Deixo-vos com os resumos de dois contos. O primeiro mostra que o que é danoso actua protegendo e transformando a nossa alma, muito melhor do que aquilo que é suave e amoroso. E o segundo indica que temos de nos abrir à mudança, e não lutar contra o nosso opositor interior…

Primeiro: uma planta daninha pede ao Jardineiro para não a matar. Este comove-se e não o faz, embora ela esteja a rodear perigosamente a sua planta mais rara e delicada. Vem uma terrível geada e todas as plantas do jardim morrem excepto a planta rara e maravilhosa que estava debaixo da planta daninha.

Segundo: um jovem quer mudar o mundo. O Jardineiro diz-lhe, muda-te a ti mesmo e terás mudado o mundo. Ele pergunta - Como o faço? 
Resposta do Jardineiro: - Não tentando, porque “se tentares não conseguirás, tens de desejar a mudança e estar aberto a que a transformação ocorra no teu interior. Se tentares provocar a mudança, vai ocorrer uma guerra no teu coração que te deixará maltratado e ferido. Abre simplesmente o teu coração e deixa que a transformação ocorra quando a Vida o considerar oportuno. Ninguém explica ao pássaro como deve voar. … Simplesmente um dia lança-se ao vento e a Natureza faz o resto. … O Homem só precisa de se lançar às correntes da Vida com o coração aberto, e a sua própria Natureza fará o resto. O Amor é que trará a transformação na tua alma, e com ela virá a transformação no mundo.”

É isso, acredito em redempção e transmutação e tal, aos poucos, vai revelar-se em tudo. :)

Paz e Amor
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