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segunda-feira, 8 de junho de 2015

A Meditação – alguns conceitos

 

Tenho muita pena mas a Meditação mais verdadeira, a ÚNICA, tem sido corrompida por associação a outras coisas que não o são… nem por sombras.
Como já tive ensejo de o dizer por sobejas vezes, vivemos numa sociedade materialista e egocêntrica, que favorece o imediato e os sentidos materiais embotando assim os sentidos mais nobres do Homem, que são os Sentidos Espirituais.  
É como ensinar a alguém que nunca viu, porque é cego, o que é a cor rosa. Se calhar seria mais fácil, porque essa pessoa embora nunca tivesse visto, já teria ouvido falar na cor e não teria dúvidas da sua existência.
Então…quando o aluno está pronto o mestre aparece porque os mentores só podem fazer algo por vós: explicar e ordenar aquilo que já sabem. E depois apontar para outras coisas que não sabem…que nem sabem que existem mas sentem falta. :)
Passo o paradoxo porque quando entramos na vida Espiritual são coisas que não faltam: os paradoxos! rsrs
Por isso muitos Mestres como o Maior entre Eles, Cristo, falava por parábolas e metáforas.
Comparando os meus primeiros posts com os últimos vejo que cada vez uso menos metáforas.
Cada vez sou mais direta e sei que muitos de entre vós me compreendem porque já viram e experimentaram certas coisas.
Portanto, vamos começar pelo princípio…
O que é a meditação?
A meditação é composta de fases ou etapas. É como se subíssemos degraus. Mesmo o mais adiantado dos Mestres não pode ultrapassar essas etapas. Pode, isso sim com a prática, passar por todas elas mais eficientemente.
Primeiro vou enumerá-las e nomeá-las:
1ª Escolha do lugar
2ª Escolha da posição
3ª Colocar-se em repouso e silêncio
4ª Olhar para dentro
5ª Observar com Atenção e em Consciência
6ª Contemplação
Segundo o Código (em Sânscrito) do próprio Buda existem 7 factores de Iluminação:
  • Atenção plena (sati) conhecida atualmente por mindfulness
  • Investigação dos fenómenos (dhamma-vicaya)
  • Energia (viriya)
  • Êxtase (piti)
  • Tranquilidade (passaddhi)
  • Concentração (samadhi)
  • Equanimidade (upekkha)
Estes factores devem ser treinados da mesma forma que o são as posições ou posturas físicas do Yoga…São qualidades a adquirir pela mente e pelo corpo.
Detesto nomes, como sabem – já o disse tantas vezes-, mas sei que já experimentei sem saber o que eram, os vários métodos e várias etapas de muitas escolas sem ninguém me ensinar.
Por isso, acredito que a meditação é algo inato ao ser humano. E por isso pode ser aprendida e praticada correctamente. Existem tantas escolas e métodos que podem ser adequados a cada um, porque cada um de nós está num estágio em que pode acompanhar seguramente algumas das etapas a que me referi anteriormente, senão mesmo todas elas…
É uma questão de praticar com intenções sérias e métodos comprovados.
Escolha do lugar
Isto é igual para todos. Escolham um lugar calmo, solitário e com pouca luz para iniciarem as vossas práticas. Quanto menos distrações melhor, por isso, o silêncio é um grande aliado.
É aqui que a verdadeira meditação diverge da “meditação” de pacotilha que há por aí…Meditação guiada dizem-nos…nã…essas “coisas” só servem para nos desviar da nossa Luz interior, da nossa Essência.
Escolha da posição
Então, segundo a minha experiência, quando quero meditar - e porque já me conheço bem – não me coloco na tradicional posição sentada, a não ser que tenha as costas bem apoiadas.
Em 2012 fui com uma amiga aprender a meditação Tibetana em que me ensinaram a meditar sentada, sem apoio nas costas. Eu nessa altura não estava preparada ainda para esse género de meditação. Mas tinha vontade de aprender e sabia que ali no meio de tanta gente não era o local nem o método.
Colocar-se em repouso e silêncio
Então o que fiz eu?
Improvisei… sabia fazer respiração yoga já há muitos anos e segundo o Orientador (ao qual agradeço pela “desbastação de terreno”) esta podia ser utilizada para acalmar a mente.
Depois de acalmar a mente e conseguir colocar o meu corpo perfeitamente imóvel (que já tinha treinado antes, durante anos, na postura do morto do yoga) só restava…
Olhar para dentro
Existem vários métodos, mantras, sons puros de uma nota apenas, ruídos brancos.
O meu é, realmente, enrolar a língua para trás (Khechari Mudra) tal como Buda ensinou porque descontrai-me a mente e ajuda-me a entrar em alfa. Desde muito nova que o faço sem ninguém me ensinar e sempre me deu conforto. J
E, com os olhos fechados, concentrar-me numa bolinha branca ou amarela que aparece entre os meus olhos. Eu sou mais visual por isso reajo assim. Já reparei que a mente das pessoas clarividentes é direcionada ao aspecto visual. A mente das pessoas clariaudientes é despertada pelo som.
Estou convencida, até porque já me aconteceu, que consigo ver determinados sons. Numa reunião de sons/tambores xamânicos foi assim.
Qualquer um dos métodos está ligado à activação da glândula pineal…deve-se esperar e confiar no processo.
No meu caso, a partir do momento em que a bolinha amarela fica rodeada por outra maior de cor laranja limito-me a …
Observar com Atenção e em Consciência
O que nos leva a uma vertente do Hatha Yoga que é a atenção plena ou, como se diz agora, mindfulness.
Vamos começar pela definição de Hatha: Ha significa sol e é representado pelo sol do seu corpo, a sua alma. Tha significa lua, que representa a sua consciência, a sua mente. Então o Hatha Yoga é a busca do equilíbrio entre as forças solar e lunar, respectivamente masculina e feminina. Isto é conseguido através da união da mente com a alma.
Uma das características do Hatha Yoga é a plena atenção na ação. Ou seja, se você está fazendo uma asana (postura física) deve estar totalmente presente em todas as fases, que são: entrada, permanência e saída. Se você está praticando uma pranayama (exercício respiratório) deve-se estar com plena atenção à respiração.
De novo a concentração ou atenção plena…primeiro no corpo, depois para descansar a mente e mais tarde para observar a mente.
A este estado todos podemos chegar e, até podemos depois, fazer o seguinte…
Contemplação de uma situação ou objecto com absoluta imparcialidade. É este estado que uso para ver auras à distância ou saber algo que preciso.
Ontem usei toda esta técnica para saber como iria apresentar este texto sobre a meditação.
A informação aparece-me organizada segundo imagens e nem preciso de tomar notas…sentei-me aqui e saiu toda e por ordem. J
Isto não é um grande feito… esperem para chegar à última "fase"…
Nirvana
Não, eu não me esqueci de o assinalar como fase da meditação…
É que o Nirvana não é uma fase…simplesmente É…
É o Amor, a Alegria, a Felicidade em que sabemos que estamos acima da mente e do corpo e em que apenas Somos. É o Êxtase!
Bom… mais conselhos…
Leiam aqui a meditação do Buda, que foi o melhor texto que encontrei on line e que explica a meditação oriental versus a “ocidental”.
Pratiquem a posição do morto do yoga e a respiração yogue e façam a atenção plena em qualquer situação. Se estiverem a lavar a louça pensem apenas na louça. Especialmente os gestos rotineiros devem ser treinados com a atenção plena para unir o corpo e mente.
Depois de treinarem o suficiente para se sentirem confortáveis e relaxados…enrolem a vossa língua e olhem para dentro…observem a vossa mente e um dia podem ser Iluminados!
Assim seja!
Paz e Amor
Curadora64

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