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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Notícias do Mundo

 
Embora os sinais de mudança comecem a ser bem visíveis e cada vez mais acelerados, grande parte dos lideres europeus continuam a tentar agradar à elite da NWO, mesmo sabendo que a opção que fizeram já está perdida. Mas são fiéis até ao fim, honra lhes seja feita!
 
E com isto a Europa se vai afundando, com os “profissionais da política” sempre a darem sinais de esperança e crescimento, coisa que cada vez se vê menos.
 
As eleições na Grécia trouxeram uma nova esperança para todos nós.      

 As primeiras declarações de Alexis Tsipras, repudiando a troika e a dívida, fez com que ele imediatamente começasse a receber ameaças de morte (porque a liberdade e a democracia na Europa não chega a todos).
 
E porque a Europa não podia garantir a segurança de Tsipras, foi o embaixador russo em Atenas que teve, de imediato, de dispensar a sua guarda pessoal para garantir a segurança do novo líder grego. No entanto, logo em seguida, Putin enviou 125 militares das forças especiais russas para substituírem a guarda pessoal do embaixador na protecção ao Primeiro Ministro grego. Foram os próprios serviços secretos das Forças Navais Americanas que deram isto a conhecer.
 
Também sabemos que a Rússia ofereceu assistência à Grécia para pagar a dívida e que o país Helénico se mostrou aberto a essa colaboração, de modo que as portas para uma eventual "fuga" para os BRICS estão abertas, embora nas sondagens o povo grego tenha manifestado a vontade de permanecer na Europa.
 
E é por isso que Yanis Varoufakis, ministro grego da economia, começou uma ronda pela Europa a tentar alianças com diversos países para fortalecer a sua posição nas conversações com a União Europeia, tendo já recebido o apoio da França, da Itália e de uma Espanha titubeante. Creio que se ele não conseguir o apoio que quer, acabará mesmo por escolher a proposta russa, contra a vontade do seu povo.
 
Hoje mesmo vi na RT (Russia Today) a notícia que Holland e Angela Merkel vão falar com Putin a Moscovo, em princípio sobre a guerra na Ucrânia. Mas como nem tudo o que parece é, certamente que na agenda também estará o apoio russo à Grécia.
 
Varoufakis ainda não veio a Portugal (pelo menos à hora em que estou a escrever isto). Mas segundo as declarações que o nosso Primeiro Ministro tem prestado aos órgãos de comunicação, está afastada a hipótese de um acordo com a Grécia, indício de que vamos continuar a ter austeridade mas disfarçada com novas roupagens de modo a parecer que são medidas de crescimento.
 
É que a situação financeira na Europa está muito crítica e a União Europeia está a lutar para impedir que a promessa do novo governo grego em cancelar a dívida, destrua o sistema financeiro da UE.
 
A razão pela qual a UE está tão relutante em reduzir a dívida grega é porque mais de 100 triliões em derivados se iriam vender muito abaixo do seu valor, fazendo entrar em colapso os bancos. No entanto, o novo governo grego está determinado a parar a pilhagem da economia grega para apoiar os banqueiros. 

Tsipras afirma também que a Alemanha deve à Grécia 160 biliões de euros em compensação por crimes de guerra nazis.
 
Mas as pessoas estão cada vez mais informadas e menos receptivas a medidas de empobrecimento e começam a exigir a abolição da escravidão da dívida.
 
Há quem afirme que a Alemanha está a procurar razões jurídicas para repudiar o acordo de Maastricht da União Europeia, pelas medidas tomadas pelo Banco Central Europeu. 

Assim, perante a lei ela poderia juntar-se aos BRICS, com a sua moeda baseada em ouro, como a Áustria, os Países Baixos e, possivelmente, a Finlândia.
 
Mas vamos ver agora a situação da elite da NWO, no mundo, e a sua constante perda de poder.

E aqui vou-me cingir ao último relatório do porta voz do Movimento de Resistência. 
 
Há guerras no Médio Oriente, na Líbia e na Ucrânia.

A situação no Médio Oriente e na Líbia, está sombria para os israelitas e para o seu exército mercenário ISIS. O que vemos em cada um destes lugares é a facção NWO a lutar desesperadamente pela sobrevivência. Eles estão a lutar para se apoderarem dos recursos petrolíferos necessários para evitar a falência.

Os anciãos da Ásia negaram-se a renegociar a dívida dos Estados Unidos, que se venceu já no passado dia 31 de Janeiro, de acordo com fontes do governo chinês. É por isso que o regime de Obama, além desta guerra no Médio Oriente que lhe pode trazer lucros a longo prazo, está também a tentar financiar-se com uma série de aumentos de impostos drásticos erroneamente chamados de "Obamacare".

Obama também anunciou os seus planos para se apoderar do dinheiro que as empresas norte-americanas adquiram ou mantenham no estrangeiro.


Mas como pode lucrar os EUA com esta guerra no Médio Oriente?

O que está a acontecer com o ISIS é uma guerra civil americana pelo poder. Por um lado, está o Pentágono a lutar contra o ISIS. Por outro lado, os recrutadores do ISIS capturados no Paquistão e em outros lugares estão a dizer que estão a ser financiados pelos Estados Unidos. Os combatentes do ISIS estão a ser tratados em hospitais israelitas e a propaganda ao ISIS está a ser enviada para o mundo através de Jerusalém, segundo apuraram os serviços secretos britânicos.
 
Portanto, temos aqui tropas do Pentágono a lutar contra mercenários financiados por norte americanos, que usam armas dos Estados Unidos e são capitaneados por um tal "El Bhaghdadi" que é um agente do Mossad chamado Simon Elliot.
 
Na Ucrânia, os nazis, além de quererem chegar ao gás, estão a lutar para criar uma nova pátria para si mesmos depois da expulsão que se espera de Israel e dos Estados Unidos.
É isto mesmo.
 
De acordo com os serviços secretos russos, o verdadeiro nome do presidente ucraniano Petro Poroshenko é Valshman. Os registos do tribunal de Nova York, dizem que ele é um cidadão com dupla nacionalidade, israelita e americano, de ascendência romena, que assumiu o nome da sua esposa para parecer ucraniano. Ele foi instalado no poder por um exército de mercenários nazis como parte de um projecto de uma facção de judeus Ashekenazi que buscam recuperar a sua terra natal Khazar.
 
Segundo o jornal The Times de Israel, "Uma equipe de académicos especializados, de instituições e museus de investigação acaba de publicar um relatório secreto para o governo, reconhecendo que os judeus europeus são na realidade, khazares."
 
De qualquer modo, o projecto de criação de um novo Khazaria não está a ir nada bem. Por um lado, os futuros khazares (que não devem ser confundidos com os cidadãos do moderno estado-nação do Khazakhistão) estão a usar mercenários estrangeiros não muito entusiastas para lutarem por eles, contra as pessoas que lutam para defender a sua pátria ancestral.
 
Por outro lado, as companhias petrolíferas ocidentais, que eram a fonte de grande parte do financiamento para o exército mercenário, estão a voltar atrás. A Chevron, a Exxon Mobil, a Marathon e a Eni anunciaram recentemente que estão a abandonar a região.
 
Benyamin Netanyahu está a preparar-se para ir aos Estados Unidos em Março, para discursar no Congresso e no Senado americano. Obama já avisou Netanyahu que ele não é bem-vindo. Fontes da CIA, por sua vez, estão convencidos que Netanyahu vai ser morto pelo seu próprio povo.
 
O Primeiro-ministro britânico, James Cameron tem estado ligado a negócios de armas desde o seu primeiro trabalho no Gabinete Central dos Conservadores, quando saiu de Oxford. Foi por seu intermédio, que se efectuou a compra de seis ogivas nucleares fabricadas num projecto conjunto sul-africano - israelita nas décadas de 1970 - 80 através de John Bredenkamp.
 
Netanyahu, de Israel, também tem sido amplamente apontado pelo Pentágono e outros, como estando envolvido em incidentes terroristas nucleares, incluindo o 11 – 3 – 11.
Estas pessoas em breve não terão onde se esconderem nem ninguém para as proteger.
 
A "suposta decapitação" (como a denominam várias notícias dos órgãos de informação norte americanos) de um jornalista japonês na semana passada pelo ISIS foi outro ponto de viragem. Os japoneses sabem quem está realmente por trás do ISIS e procuram vingança.
 
E para terminar, os judeus cabalistas dizem que o ataque ao jornal Charlie Hebdo foi uma mensagem secreta. Segundo eles, Hebdo significa sete (hepta em grego) e simboliza não só o sábado, mas também um descanso de sete em sete anos para o jubileu da terra ou o cancelamento da dívida e da redistribuição dos activos.
 
Do livro de Deuteronómio: "No final de cada sete anos, deverá celebrar-se o ano da remissão. A ideia do ano de remissão é que cada credor deve rescindir qualquer dívida contraída pelo seu vizinho e irmão quando chega ao ano de remissão de Deus.
 
Também falaram de que uma vez em cada sete vezes sete anos (49 anos de jubileu), não só se cancela a dívida como também se redistribui a terra. Parece que eles estão a tratar de negociar uma rendição.
 
Por Raposa*
______________________________________
 
*O que escrevo é o resumo da consulta de várias fontes,
principalmente o Russia Today (RT), Telesur, France 24, TVE, Hispan TV e outros noticiários televisivos nacionais (Portugal) e estrangeiros. Também são fontes fiáveis: o Espia digital, Fulford e Rafapal. No entanto, destes dois últimos, aproveito apenas o que pode ser confirmado como verídico (através das imagens das fontes televisivas) ou por qualquer outro método confiável.
 

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