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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Noticias do Mundo

 
Não gosto de prever datas, até porque as poucas que previ falharam (e muitas vezes falham sem quase sabermos porquê).
 
As notícias que recebi fazem previsões de datas muito optimistas, mas eu não quero ir por aí. No entanto tudo parece indicar que o actual sistema financeiro está a chegar ao fim, entrando em colapso dentro de muito pouco tempo.
 
O sistema bancário americano e europeu está numa grave crise e tanto o Federal Reserve como o Banco Central Europeu resolveram adiar a sua morte através de uma injecção de notas falsas, com o pretexto de estarem a ajudar a economia dos países.
 
A elite da NWO está a perder em todos os campos e a entrar em desespero, tentando acordos fictícios com a Resistência (que não são aceites), recorrendo a ataques, fazendo ameaças e atentados e a ver se consegue ainda despoletar uma guerra mundial que hipoteticamente vire a situação a seu favor. Mas isso é já completamente impossível.
 
A NWO está definitivamente derrotada e até mesmo alguns países da Europa que estavam com ela, começam seriamente a pensar em se afastar, embora fazendo segredo disso com medo das consequências que daí podem advir.
 
Assim, o Ocidente (Estados Unidos e Europa) continuam a afirmar os benefícios da austeridade, que tem levado à pobreza as suas populações e a um maior endividamento dos países. No entanto continuam com belos discursos e a fazerem crer que tudo vai bem e que finalmente estamos no caminho do sucesso. Mas para quem sabe ver, a realidade é bem diferente. 
   
Passos Coelho, Primeiro Ministro de Portugal, falando sobre o estado do país, diz que o seu governo tirou Portugal da crise e que está agora em condições de finalmente começar com as iniciativas apropriadas para o seu “desenvolvimento económico e social”. Mas, claro que isso só será visível em 2016.

 Muito apropriadamente, só acontecerá depois das eleições de 2015.
 


Aliás, ouvimos este mesmo discurso ao primeiro ministro cessante da Grécia, Andonis Samarás, da Nova Democracia, que antes das eleições dizia ao povo grego que agora o país estava finalmente em condições de tratar do seu “desenvolvimento económico e social” e apelava ao voto no seu partido para que todos estes anos de sacrifício não se perdessem.
 
Apelo que repetiu já depois de ter perdido as eleições. Uma questão de marketing, que não funcionou dado o conhecimento da situação real da Grécia e do seu martirizado povo.
 
O mesmo discurso, a mesma intenção. Só com uma diferença: os gregos tinham uma alternativa e aproveitaram-na, mas os portugueses ainda não a têm.
 
Mas a eleição na Grécia de Alexis Tsipras, líder do Syriza, pode ser o despoletar de toda a mudança na Europa.
O indigitado Ministro das Finanças de Tsipras vai tentar renegociar a dívida, ou até renegá-la, dando prioridade ao desenvolvimento do seu pais, mesmo que isso vá contra as regras que a União Europeia está a tentar impor aos países sob resgate.
 
No entanto a Grécia tem todos os trunfos guardados para levar para as conversações que certamente vai iniciar com os seus parceiros europeus. A Rússia, a União Euro-asiática (sob o comando russo) e o Bloco BRICS, já fizeram ver ao novo governo grego que estão dispostos a aceitar a Grécia de braços abertos. Os russos ofereceram enviar o gás com destino à Europa, através da Grécia, (pagando aos gregos as taxas de transbordo) e comprando produtos gregos. E se eles passarem a emitir a sua própria moeda, não há dúvida que as exportações passarão a aumentar exponencialmente e o turismo aumentará na mesma proporção. Seria realmente este o caminho da recuperação grega.
 
Aliás, ainda mesmo antes de se realizarem as eleições gregas, já Angela Merkel tinha anunciado a sua intenção de aceitar um acordo de livre comércio com a União Euro-asiática. Ora isto, o mesmo é dizer que é uma aliança com os BRICS, distanciando-se dos Estados Unidos. Também aproveitou a morte, na semana passada, do rei Abdullah da Arábia Saudita, para se negar a vender mais armas aquele país. Ao rei Abdullah sucedeu o senil Salman, mas este regime, que igualmente como o anterior, é um dos principais financiadores do terrorismo mundial, está fadado ao fracasso.
 
Se sair a Alemanha, a Holanda e a França o que resta da Europa? A Itália e a Espanha já têm namorado os BRICS, mas ainda não se decidiram abertamente.

 Portugal de “brandos costumes”e os restantes países da Europa continuam a ser uma incógnita. Depois dos Estados Unidos, qual será o último reduto da NWO?
 


Mas também nos Estados Unidos os discursos não são muito diferentes.

 O Presidente Barack Obama, há dias no seu discurso anual sobre o estado da nação, gabou-se de serem os EUA que continuam a liderar o mundo.

 E desde então tem feito uma campanha destinada a fazer crer que assim é realmente.

 Tentou antes Cuba e agora a Índia. E mais se seguirão certamente. Mas Cuba está ligada há muito aos BRICS e a Índia é, como sabemos, um dos promotores do BRICS.


Má tentativa, que não engana ninguém. Ou talvez engane um ou outro menos avisado.

 O mal deste mundo é que há sempre muitos a acreditarem nos políticos de carreira.

 E Obama foi dizendo que o sucesso disto foi ter aliado o seu poder militar com uma diplomacia forte, destinada a formar alianças.


Adiantou ainda que conseguiu fazer uma frente comum contra a Rússia, defendendo que uma nação mais poderosa não pode intimidar as mais pequenas. Por isso apoiou a Ucrânia e outros aliados da OTAN, assegurando importantes avanços nas relações com Cuba e com o Irão (que contrariamente a Obama, já declarou há dias que ia deixar de usar o dólar em todos os seus negócios). Os EUA também contiveram, ainda no dizer de Obama, a ofensiva do Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

 Ora, sabemos que quem está a conter os regimes árabe e israelita, está a ser a Turquia (os novos aliados da Rússia), juntamente com os Iranianos e Iraquianos e ajudados por elementos do Pentágono que já deixaram de obedecer ao Governo dos EUA.
 


Acabou afirmando que o esforço americano para isolar a Rússia, foi um êxito, pois este país presentemente está só e com uma economia em ruínas.
 
Foi um discurso bonito, sem dúvida. Mas verdadeiro? Vai haver quem diga que sim.
 
O Vice Primeiro Ministro russo, Dmitri Rogozin, sem dar grande importância a estas declarações de Obama, disse apenas que ele era um sonhador, mas já o Ministro da Relações Exteriores, Serguéi Lavrov, disse que Obama apenas evidenciou o ponto de vista dos EUA, o que era habitual nele: apelar ao patriotismo americano. E referiu depois que actualmente a Rússia é reconhecida pela maior parte dos países do mundo como a nação militarmente mais poderosa (a única capaz de sozinha fazer frente à OTAN) e estar no caminho para emparceirar, dentro de pouco tempo, com as maiores economias mundiais.

 Por fim o Presidente do Comité da Duma de Assuntos Internacionais, Alexéi Pushkov, disse que Obama no seu discurso se tinha esquecido de referir os 4.800 civis assassinados por Kiev no Leste da Ucrânia, mais mortes do que o Estado Islâmico fez até hoje.
 


E realmente os russos não tiveram qualquer receio de mais sanções nem represálias ao cortarem há poucas semanas o gás para a Ucrânia e finalmente fazerem uma ofensiva contra o exército de mercenários estrangeiros no Leste da Ucrânia, depois de terem surpreendido elementos a falarem inglês sem terem qualquer conhecimento da língua ucraniana e sem feições típicas dos seus naturais, mas fardados com a farda do exército ucraniano. 

 E para comprovarem a veracidade disto, passaram no noticiário do Russia Today um vídeo mostrando soldados tipicamente mercenários integrados no exército ucraniano.
A queda do regime fantoche da NWO e da cabala saudita no Iémen, na semana passada, também marcou um ponto de inflexão. Os iemenitas têm considerado os seus vizinhos sauditas, como pastores de camelos sem sofisticação e rudes, que simplesmente tiveram a sorte de encontrar petróleo. Mas isto está prestes a mudar.
 
A queda dos preços do petróleo e os exércitos que se aproximam, são ambos precursores da desgraça para este regime satânico.
 
Os serviços secretos britânicos e franceses informaram que o regime israelita de Netanyahu, está a perder grande parte da renda do petróleo do Médio Oriente que roubou do Iraque, devido às perdas militares que o exército do ISIS/Arábia, criado pelos israelitas, está a ter. Por essa razão, de acordo com um agente francês, "O ministro da Defesa francês esteve em Riyadh, em 4 de Janeiro de 2015 e confirmou que a Líbia será invadida, no prazo de 3 meses com a finalidade de garantir petróleo para Israel".
 
Tanto a França como Israel são dirigidos, em segredo, pela família Rothschild. Aliás este é o verdadeiro dono do Charlie Hebdo que há muito vinha a apelar a um atentado pela intenção de François Hollande de se integrar nos BRICS. Portanto, o que realmente está a acontecer é um esforço para evitar a falência dos Rothschilds mediante o roubo de petróleo do Médio Oriente e de gás da Ucrânia.
 
E já agora que estamos a falar de falências, algumas das vítimas bancárias da recente queda nos preços do petróleo estão a começar a aparecer. De acordo com fontes do MI5, a "Standard and Chartered" está à procura de um novo chefe, como resultado do mau desempenho das commodities e do petróleo; a JP Morgan fez uma exposição para produzir petróleo de grau não válido com investimento e divida de gás de 99,9 biliões de dólares, a divida do Wells Fargo é de 98 biliões e a do Bank of America de 58,7 biliões de dólares. "
 
Mas isto é apenas a ponta do iceberg. A enorme desvalorização do Euro também, com certeza, condenou muitos bancos.

 Podem ter certeza de que já estão a ser preparados planos, neste exacto momento, para aproveitar as contas bancárias das pessoas comuns, a fim de salvar os banqueiros e os bancos.
 
Por Raposa*
______________________________________
 
*O que escrevo é o resumo da consulta de várias fontes, principalmente o Russia Today (RT), Telesur, France 24, TVE, Hispan TV e outros noticiários televisivos nacionais (Portugal) e estrangeiros.
Também são fontes fiáveis: o Espia digital, Fulford e Rafapal. No entanto, destes dois últimos, aproveito apenas o que pode ser confirmado como verídico (através das imagens das fontes televisivas) ou por qualquer outro método confiável.

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