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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Algumas verdades - parte I

Hoje vou contar umas verdades ... inacreditáveis.

Os EUA dispõe de grandes bases subterrâneas, preparadas para receberem as elites norte americanas. Estas bases foram construídas com máquinas nucleares e lá dentro são autênticas cidades, cada uma com capacidade para cerca de 60.000 pessoas, com rios, lagos, jardins, pássaros e com tudo o que se encontram nas cidades da superfície como lojas, laboratórios científicos, fábricas e até estufas para servir legumes frescos. São servidas por uma tecnologia muito avançada que este nosso mundo ainda não tem nem conhece.
Todas as cidades estão ligadas entre si por túneis onde transitam comboios eletromagnéticos de alta velocidade.
Outras bases são consideradas militares e albergam armas nucleares de grande potência preparadas para serem lançadas no mais curto espaço de tempo.

Sei que parece que estou a falar num qualquer filme de ficção, mas infelizmente não é.
O engenheiro militar Philip Schneider, geólogo, trabalhou para o Governo dos EUA durante 17 anos, na construção de imensas bases subterrâneas que deveriam servir de abrigo para as elites constituídas por banqueiros, empresários, militares, espiões, cientistas e técnicos, numa guerra nuclear que destruiria todo o planeta.
Ele e um seu companheiro de nome Ron Runmel, iam tomando notas e apontamentos para posteriormente publicarem em livro todas as informações sobre as cidades subterrâneas.

Schneider, primeiro trabalhou na base de Tulsa que é considerada a mais funda, com 12 quilómetros de altura de subterrâneo e 7 níveis, e segundo ele, este é o lugar mais misterioso do mundo. Localizada em Oklahoma, em 1977 ocorreram lá uma série de incidentes que fizeram com que uma parte da base explodisse, tendo sido por isso desativada.
Schneider passou nessa altura para a tão falada base da “área 51”, tendo mantido segredo de tudo isto durante 14 anos.
Mas o seu colega de trabalho, Ron Rumnel, foi encontrado morto em casa tendo a polícia declarado suicídio, o que era declaradamente falso.
Isto fez com que em 1996 Schneider se resolvesse a contar toda a verdade.
Uma semana depois de o começar a fazer, foi encontrado morto em sua casa, tendo a investigação policial chegado à conclusão de que, também ele, se tinha suicidado.

Um ex oficial do exército do Canadá afirma que desde 1946 até aos nossos dias, mais de 3.000 pessoas foram mortas por tentarem falar neste mundo de cidades subterrâneas, que não estão localizadas só nos EUA mas em diversos outros países e destinadas todas ao mesmo fim.

Entretanto, um jornalista norte americano, David Wilcock, passou vários anos a estudar as bases subterrâneas, tendo encontrado e falado com pessoas que tinham visitado estas cidades, chegando a resultados verdadeiramente sensacionais.
Mais tarde juntou-se a Benjamin Fulford, filho de um diplomata do Canadá, que ainda com 17 anos se começou a interessar por estudar a estrutura da sociedade ocidental, mas que em seguida teve de acompanhar os seus pais para o Japão, onde cursou a universidade.
Mais tarde, como jornalista e editor chefe da revista Forbes, Ásia e Pacífico, foi proibido pelo editor de publicar um escândalo que ele tinha investigado, tendo por isso pedido a sua demissão.
Começou então a investigar uma teia de controle financeiro a nível mundial nas mãos dos Rockefellers e Rothschilds, bem como a SARS e outras realidades biológicas capazes de matar pessoas, com ligações a fações poderosas no Japão, Taiwan e China.

Mas sentiu-se ameaçado e em 2007, foi abordado por uma sociedade secreta japonesa que o convidou a fazer parte de um grupo de sociedades que dispunha de 6 milhões de membros distribuídos por diversos países, sendo o primeiro ocidental em 500 anos a ter acesso a estas sociedades secretas, dispondo assim de segurança e proteção para poder continuar com as pesquisas. Assim enviou um aviso a esta elite dizendo:
“Reconheçam que o vosso tempo se esgotou. Deixem prosperar o mundo ou, de contrário, terão de afrontar as consequências de enfrentarem 100.000 assassinos profissionais.”

Estava assim oficializado um movimento destinado a fazer frente à elite preponderante.
Finalmente o movimento passava a ser um movimento de resistência.

Rapidamente a ele começaram a aderir não só entidades independentes, militares e cientistas dos EUA e da Europa como até diversos países através dos seus próprios governos.

Entretanto, já várias famílias do governo de Taiwan estavam em discussão com o banco emissor dos EUA, o Federal Reserve (Fed).
Em causa estava todo o ouro chinês do Kuomintang, que em 1938 tinha sido transferido para os EUA, ficando à guarda do Fed, para que durante a guerra as forças japoneses não se pudessem apoderar dele, tendo este ouro sido substituído por títulos do governo americano a 60 anos. Assim em 1998, aquelas entidades pediram ao Fed a devolução do ouro.

No entanto, os americanos argumentaram que Nixon tinha dado o ouro para a China comunista na década de 1970, pelo que eles não estavam obrigados a devolvê-lo.
Assim, estas famílias apresentaram uma ação judicial contra os proprietários da Federal Reserve (Fed), que perderam a acção tendo sido condenados a devolver o ouro a partir do dia 12 de Setembro de 2001, o que não aconteceu.

Em vez disso, o que aconteceu foi o ataque ao edifício World Trade Center, encenando um golpe terrorista nos Estados Unidos de modo a fazer esquecer a devolução a que estavam obrigados e declarando uma guerra sem fim contra o terrorismo, seguindo-se a invasão, os saques e os assassinatos em massa no Iraque e no Afeganistão.

Mas agora que a China resolveu entrar numa economia de mercado, pondo de parte as políticas comunistas (embora não abolindo ainda o partido), emparceirou com as antigas famílias chinesas de Taiwan, e pôs-se também ao lado dos países que já tinham aderido ao movimento de resistência.



Também Putin, em 2007, numa célebre palestra que fez na conferência sobre problemas de segurança internacionais, que anualmente se realiza em Munique, perante políticos, militares, empresários e especialistas de mais de 40 nações, com destaque para a Chanceler alemã, Angela Merkel, foi mais longe e denunciou os poderes e os propósitos dessa elite, que era formar um mundo unipolar, termo que ele disse ter embelezado, mas que se referia a um centro de autoridade, um centro de força, um centro de tomada de decisões. Era o mundo em que havia um só mestre, um só soberano.

E avisou que o modelo unipolar não só era inaceitável, mas também impossível no mundo de hoje pois estes lideres individuais hoje – e precisamente no mundo de hoje – não têm recursos militares, nem políticos, nem tão pouco económicos suficientes, para suportarem tal situação.

Finalmente disse que a segurança internacional compreende muito mais que as simples questões relacionadas com a estabilidade política e militar. Envolve a estabilidade da economia global, a irradicação da pobreza a nível mundial, a segurança económica e o desenvolvimento do diálogo entre civilizações.

Com isto ele criou os verdadeiros propósitos do movimento.

As aderências ao movimento continuaram com mais alguns países africanos, da América do Sul e asiáticos, bem como de diversas personalidades dos EUA (fala-se em altos comandos das Forças Armadas e do próprio Obama, que recebeu já várias ameaças de morte se interferisse na política seguida por essa elite) e de diversos países europeus, havendo quem diga que a Alemanha, a Grã Bretanha e a França estão a ponderar aderir aos BRICS, saindo assim da alçada da elite dos Estados Unidos.

Desta maneira, o movimento de resistência ganha novos contornos e alento de dia para dia, e passou a ser uma séria ameaça para as elites que se ficou a saber estarem a serem orientadas por diversas famílias conhecidas, como os Bushes, Rockefellers, Mellon, Morgans, os Warburg, os Rothschild, etc. senhores do Federal Reserve, sendo o seu propósito criar um governo único mundial, conhecido pelas siglas NWO, de New World Order (Nova Ordem Mundial).

Do seu programa constava a eliminação de cerca de 90% da população mundial ficando assim reduzida para cerca de 500 milhões de pessoas, que seriam distribuídas por castas, ficando uns poucos como senhores e os restantes como escravos.
Para isso seria desencadeada uma terceira guerra mundial, com armas nucleares de tal potência que provocaria a destruição completa da maior parte da população deste mundo.

Mas toda a resistência teve de ser feita com muito cuidado e paciência, pois o mais leve deslize provocaria a guerra que a maior parte não desejava.
Estamos neste momento a assistir ao final da NWO, ainda muito controverso, ainda com muita agressividade, mas sem o perigo de acontecer uma guerra a nível mundial, pois foram já atacadas, ocupadas e desativadas várias bases militares com as armas nucleares mais perigosas que estavam preparadas para começarem uma terceira guerra mundial.

Sei que muitas pessoas (senão mesmo todas) não vão acreditar em tudo o que eu disse. Paciência! Um dia isto tudo, e muito mais, se vai saber.

Mas parte do que disse consta de um programa de 3 horas, feito pela United Media, de origem ucraniana, que conta ao pormenor e documenta tudo o que se está a passar neste mundo e que os órgãos de comunicação dos EUA e Europa têm escondido.

Mas amanhã ou depois há mais verdades ... inacreditáveis.
 
Ben Fulford and David Wilckock on Russian TV:
 

 
 
In case the CC Button doesn’t come up just start the video and it will. Then click upon it and choose your language and click ok.
 
                     *******************

por Raposa
 
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