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domingo, 8 de dezembro de 2013

O ASPETO FEMININO DE DEUS OU O RETORNO DA DEUSA MÃE



 
Esconder deliberadamente o aspeto feminino de Deus foi algo que deu um enorme poder material a uma elite pouco numerosa composta por políticos, casas reais e religiões instituídas.
 
Esta situação iniciou-se há mais de 13.000 anos desde o tempo da Atlântida. Já nessa altura as elites sacerdotais e do poder temporal eram corruptas e se apoderaram de todo o conhecimento mantendo o povo num estado escravizado e ignorante.
A saúde e o conhecimento tecnológico eram reservados a alguns e não a todos, como deveria ser.
Lembro-me de, numa dessas vidas, morrer a lutar contra essa situação. Pertencia à “Resistência” e roubámos, com a ajuda de um cientista dissidente, um pouco desse conhecimento. Infelizmente fomos “apanhados” e as coisas continuaram na mesma. :(
 
Nesta nova oportunidade de Ascensão, a situação é outra devido a dispensa dos Seres da Hierarquia Espiritual mais elevada, encarnando em massa, a partir da segunda guerra mundial, aqueles e sobretudo aquelas a que Eles chamam de Curadoras.
 
 

As Curadoras são mulheres que vêm de diferentes lugares e têm diferentes atributos/competências, embora também haja um novo tipo de homem (Curador) que está muito mais em contacto com o seu lado feminino e que realmente ama e gosta de mulheres.
Estes homens têm um enraizado dever de proteger e ajudar a desenvolver o poder feminino.
Todos estes homens e mulheres estão a acordar. Têm acordado milhões ao longo destes últimos anos sobretudo desde os anos sessenta.
 

 

A “nossa” guerra de África (independência das ex-colónias portuguesas em África) e a guerra do Vietnam quase que destruiu muitos desses jovens, mas mesmo assim a Missão de Resgate da Terra tem sido cumprida pois assim que um ser especial sucumbe outro toma lugar nas fileiras.
Outro tanto para estas guerras do Afeganistão, do Iraque e esta última instabilidade no norte de Africa e Médio Oriente. O objetivo sempre foi o mesmo, as forças materialistas a tentarem destruir o potencial humano da Luz e retomarem o poder e o controle da Terra.
O desvio resultante deste poder para o lado masculino da Força primordial, desequilibrou a Terra e as mulheres foram e continuam a ser perseguidas, porque são elas que detêm a chave para o aspeto feminino de Deus.
Já disse isto mas repito, porque é importante, enquanto as mulheres não forem reabilitadas como iguais ao género e atributos masculinos, a Terra não será curada.
Felizmente, o poder até agora conquistado pelos homens e mulheres, no que diz respeito aos atributos femininos, nunca mais vai ser revertido e, neste momento, cresce exponencialmente devido a vários fatores, especialmente ao contributo de vários Seres que chegam de todas as partes do Universo, a cada minuto que falamos.
 

 

Porque a chave para o futuro está sempre no passado vou falar-vos um pouco da Gnose (palavra que significa conhecimento), um movimento que ganhou má fama sobretudo no séc.III d. C., mas tem uma origem antediluviana já que se baseia, entre outros, nos livros de Enoch, um patriarca bíblico que foi avô de Noé.  
Estes e outros livros eram estudados e guardados pelos Essénios. Atendendo a que Jesus era Essénio e Cristo ensinou algumas destas coisas a um grupo escolhido de pessoas que o seguiam, este não é um “conhecimento” a desprezar. J 
Infelizmente estes livros que ainda existem estão confinados a poucos desde o concilio de Niceia, no séc.III, época em que passaram a fazer parte dos livros apócrifos.
 


 

Faz parte da Gnose um livro intitulado Pístis Sophia, em que se descreve a Cosmogonia de todos os séculos, ou seja, o princípio e o fim de Tudo.
Em todos estes livros existe uma escatologia, ou seja, a descrição do Final dos Tempos.
No livro de Enoch, ficamos a saber que o Altíssimo é um Demiurgo, provavelmente Jeová, que é o comandante de uma nave espacial, “estacionada” perto da Terra mas oriunda dos confins do Universo. Estes textos têm sido estudados por cientistas e teologistas Israelitas que têm provado isso mesmo.
Esse comandante escolhe Enoch para o levar numa viagem espacial sobre a qual este último irá escrever mais tarde durante 40 dias, com outros cinco companheiros, todos os detalhes. Outras informações serão divulgadas num total de 96 livros.
No entanto, Enoch foi avisado que não devia divulgar todos esses livros, alguns deviam ser reservados a algumas pessoas apenas.
No Pístis Sophia, fica claro o que são as emanações de Deus e o que É o próprio Deus. 
No princípio, o Espírito, aspeto feminino de Deus movia-se entre as Águas. O Espírito dá à Luz Cristo e Sophia (sabedoria) mas, durante o parto, Cristo sobe aos planos superiores e Sophia cai e nessa queda cria o universo material. 
Sophia para governar esse universo cria os Arcontes e estes acabam por tomar o gosto pelo poder subjugando Sophia e a Humanidade. 

 
Presentemente, ainda estamos nessa situação, em que Sophia procura Cristo como seu par cósmico, a sua Sizígia, até ao final dos tempos e por isso é chamada de “perdida” entre outros epítetos impróprios. Neste momento os próprios Arcontes (senhores do universo) estão a capitular nas suas tentativas de controlar o mundo material. 
A escatologia deste livro, Pístis Sophia, alerta-nos para algo que o próprio Cristo disse e sempre tem dito, tudo o que é impuro está dividido entre si e vai acabar por se destruir a si próprio.
Cristo vem resgatar Sophia e, com ela toda a Humanidade mas, para isso o universo material vai ter um fim também, porque a própria Sophia o vai destruir na sua Ascensão.
Aproximamo-nos desse Tempo, aliás ele já começou em 1990, data indicada na Bíblia para o início do fim dos Tempos.
Este enredo está patente na mitologia Suméria e Babilónia. Sabemos que os judeus estiveram na Babilónia há sensivelmente 2500 anos. O próprio Abraão era de uma cidade em Ur na Caldeia.
As mesmas terras do Crescente Fértil (vale do Tigre e do Eufrates), agora são o Iraque, Irão e Arménia foram ocupadas sucessivamente por Sumérios (que não escondem a sua origem extraterrestre), a civilização Arcádia, os Caldeus, a grande Babilónia, os Citas e os Persas de quem os árabes descendem.
Se formos verificar todos estes povos, incluindo os judeus, têm a mesma origem semita e a mesma origem estelar. Vêm da constelação de Touro…Baal, o bezerro de ouro do Êxodo.

 

Babel, a cidade antiga fundada por uma rainha com o nome de Pomba Maravilhosa (Semíramis), que era mãe de Tamuz (o símbolo dele é a cruz e Semíramis é frequentemente representada como a Virgem Mãe com o Menino ao colo), viúva do rei Nemrod, foi a primeira a dar origem a uma religião, para seu próprio beneficio,  baseada numa trindade formada pela sua própria família.
É essa religião materialista que prevalece por muitos esforços que Moisés e Cristo tenham feito. Todos os seus ensinamentos espirituais de um Deus único e compassivo foram e são deturpados ainda.
Moisés deu-nos uma lei para governar materialmente, Jesus não quis fazê-lo e disse apenas que a única Lei É O Amor, mas outros deturparam a seu belo prazer todas as escrituras que lhe dessem jeito para instituir e manter o Poder material.
O povo ocidental é herdeiro destes erros que tem propagado no mundo inteiro.
O povo oriental está habituado a ver o seu Deus e a Deusa correspondente abraçados, no mais apertado dos abraços mas, nem assim compreende o Significado Cósmico desse Abraço, como vemos à luz dos últimos acontecimentos e do papel rebaixado e humilhante que a mulher tem nessas sociedades, também não compreende que o masculino e o feminino são apenas duas faces da mesma moeda.
 

 

A Deusa MÃE da Bíblia
As traduções, as adaptações e escolhas dos textos que viriam a fazer parte deste grande livro, cujo Antigo Testamento é a história do Povo Israelita, simplesmente aboliram o Aspeto Materno de DEUS, embora ainda se consiga encontrar algumas evidências nestas últimas versões.
Como em Isaías 42:14 “Fiquei muito tempo em silêncio, e me contive, calado. Mas agora, como mulher em trabalho de parto, eu grito, gemo e respiro ofegante.”
Isaías 66:9 diz “Acaso faço chegar a hora do parto e não faço nascer?”, diz o Senhor. “Acaso fecho o ventre, sendo que eu faço dar à luz?”, pergunta o seu Deus.”
Oseias 11:4 está repleto de simbologia feminina antiga: as pombas da Assíria (antigo símbolo feminino do tempo de Semíramis) e referências ao leite materno “Eu os conduzi com laços de bondade humana e de amor; tirei do seu pescoço o jugo e me inclinei para alimentá-los.”
Se tivermos acesso aos originais e soubermos ler grego e hebraico, verificaremos mais exemplos, mais concludentes que estes anteriores.
 
O Talmude diz que o aspeto feminino de Deus é Shechinah:
 
-"O humilde fará com que a Shechinah acabe vindo morar na Terra. O maligno torna a Terra impura e provoca a partida de Shechinah."
 

 
A Deusa Mãe Universal
Tudo o que era relativo à Deusa foi considerado paganismo ou escondido em símbolos de origem Babilónica nos sucessivos Concílios Ecuménicos.
Estes Concílios permitiram estabelecer as bases de uma Igreja material fixando Dogmas e Artigos de Fé que terão tido o seu mérito mas quão diferentes, no essencial, seriam da doutrina de Cristo?
Ficará esclarecido na segunda vinda d’Ele…
A ideia da Deusa nunca foi perdida, veja-se o exemplo de Nª Sr.ª, Mãe de Jesus Cristo. A igreja aliás desistiu de lutar contra o Povo e instituiu mais um Dogma num dos Concílios.
Mas quem é esta Deusa?
No Paganismo, Ela é Criadora deste Universo. Digo mais: todos os Deuses Criadores são na realidade Deusas.
Esta Deusa “reinou” entre o período de tempo que corresponde ao Paleolítico, que vai de cerca de 2,5 milhões a.C. a 10000 a.C..

Isto coincide com o fim da última Idade do Gelo e o início de uma nova era e de uma nova raça: a raça Ária.
Estes povos eram, e são ainda, caçadores de temperamento guerreiro. O terreno propício e as sementes apropriadas deram início a uma sociedade patriarcal por oposição à sociedade matriarcal de então.
A deusa começou a ser substituída por deuses guerreiros e a expansão da religião Católica a partir do Séc. III erradicou quase completamente os vestígios da Deusa.
A idade média durante mais de 500 anos foi uma era de superstições e do cultivo do medo em que as mulheres em contacto com a Deusa eram perseguidas e mortas.
Mais tarde, na era industrial a Humanidade deu início à maior experiência de separação da Natureza e praticou um viver artificial e doentio.
Este modo de vida já está a ser denunciado pelas sociedades mais industrializadas mas propaga-se ainda a outros países do terceiro mundo.
Neste momento neste planeta existe de tudo: os que retornaram à Deusa e experimentam a riqueza da União com Ela e o conhecimento tecnológico adquirido numa sociedade moderna (Europa e América); os que sempre viveram junto da Deusa e não têm o conhecimento tecnológico antes um conhecimento instintivo e milenar (povos remotos do 3º Mundo); os que estão a perder ainda esta união e a enveredar pela sociedade de consumo (novos países de África sobretudo); os que sabem o que fazem e não querem perder os benefícios materiais que erradamente julgam não ter ao viver numa sociedade ligada à Grande Mãe (líderes mundiais na sombra que retêm o poder económico) e os que estão a dormir e são usados por estes últimos (os testas de ferro deste últimos que são sobretudo os políticos).
O ideal seria uma sociedade avançada tecnologicamente que respeitasse a Natureza e a Humanidade. Penso que é para isso que caminhamos porque a liberalização da educação a partir do século passado levou a isso…foi um erro cometido pelos Senhores do Mundo…;)))
 
Os Cátaros e a Deusa Mãe
                          
 

"[...]Os Cátaros medievais não conheciam muitos dos textos ‘apócrifos’, como os de Nag Hammadi, para embasar sua doutrina, e mesmo assim a expuseram, como diria César, ab imo pectoram – das profundezas do peito. Hoje, o estudo e formulação da doutrina Cátara, e a compilação de um Cânon mais completo, são possíveis devido à gigantesca quantidade de informação que os Perfecti não tinham acesso – e que, no entanto, eles defenderam com a própria vida, numa sincronia com todos os movimentos gnósticos anteriores que só pode ser atribuída aos Khairé (palavra grega que significa bom dia, N. C64), o plano de deslocamento e ação das forças supraterrenas da Luz (enquanto as forças das trevas preferem agir em Kronos (deus grego, pai de Zeus, significa tempo também N. C64), na História).

 

[...]Um hino muito apreciado entre os gnósticos maniqueus e ofitas, do Egito e Síria antigos, o Hino da Pérola; o hino, na sua forma musicada, sobreviveu aos séculos, e é apreciado mesmo nas comunidades ortodoxas e cópticas de hoje.
Quando eu era apenas uma criança
Morando no reino e lar de meu pai
Com as riquezas e luxos dos meus tutores
A vida era doce e fácil.
Da nossa casa no Leste,
Findas todas as preparações,
Meus parentes me enviaram.
[...]
Então fizeram comigo um pacto
Inscrito em meu coração: que eu não o esqueça!
“Desça à terra do Egito
E traga aquela Pérola
Que está no centro do mar
Cercada pela serpente sibilante,
E então ponha seus paramentos cintilantes,
E a sua toga sobre eles.
E com seu irmão, nosso segundo em comando,
Você será herdeiro em nosso reino.
[...]
Fui direto à serpente,
E próximo dela me ocultei
Até que a serpente adormecesse
E eu pudesse me apossar da pérola.
Então eu fiquei só e solitário,
Para todos um estranho
[...]
E de alguma forma,
Perceberam que eu era um forasteiro.
Então armaram um engano contra mim,
Me fizeram comer de sua comida.
Eu esqueci que era filho de reis,
E servi o rei daquele país.
Eu esqueci a pérola,
Para a qual me enviaram meus pais.
Por causa do peso de suas exortações,
Caí num sono profundo.
Mas por tudo isso se enlutaram meus pais
[...]
E escreveram uma carta para mim,
E cada nobre assinou nela seu nome.
“De seu pai, Rei dos Reis,
E de sua mãe, governadora do leste,
E de seu irmão, o segundo em comando,
Para nosso filho no Egito, paz.
Desperta e levanta do teu sono,
Escute nossas palavras.
Lembra que és filho de reis
Considera sua escravidão atual.
Lembre-se da pérola,
Pela qual foste enviado ao Egito.
Pense em sua futura glória,
Lembre sua toga esplêndida,
Que irás vestir quando seu nome
For chamado do livro dos combatentes,
E com seu irmão, o vice-rei,
Com ele, serás em nosso reino”.
[...]
Eu lembrei que era um filho de reis,
E meu ser livre ansiou por seu estado natural.
Eu lembrei da Pérola
Pela qual fui enviado ao Egito.
Então eu comecei a encantar
A formidável, sibilante serpente,
E fiz com que adormecesse,
Pois cantei para ela o nome de meu pai,
E o nome de nosso segundo em comando,
E de minha mãe, Rainha do Leste.
Então agarrei a pérola,
E retornei à casa de meu pai.
E a roupa imunda que me deram,
Eu tirei e deixei naquele país.
[...]
E meus paramentos gloriosos que eu deixei,
E minha toga que os embrulhava,
Nos altos da Hircânia,
Meus pais os enviaram ali,
Nas mãos de seus arautos,
Que por serem fiéis foram confiados a mim.
[...]
Eu me vesti e comecei a ascender,
Para o palácio do culto e da paz.
Eu me curvei e o reverenciei,
O brilho de meu pai que me enviara.
Porque cumpri seus comandos,
Ele cumpriu sua promessa.
E no palácio de seus escribas,
Debati com seus professores,
Porque ele se alegrou comigo e me acolheu,
E eu fui com ele em seu reino. [...]

 
Excerto retirado de:
 
Os Cátaros medievais viveram entre outras regiões, em Aragão, até penso que a nossa Rainha Santa Isabel era uma Iniciada Cátara.

São os dignos herdeiros dos Essénios no que diz respeito à Gnose.
 
Este hino é claramente iniciático e salienta que através da nossa ligação à Mãe Divina podemos lembrar-nos de Quem Somos.

Eles tentaram o regresso ao Amor e por isso foram chacinados mas o seu Espírito nunca morrerá!

Deusa dominadora da Serpente, penteada ao estilo Sumério com 12 estrelas no cabelo, tal como relatado no Apocalipse de S. João.
 
Antes de irmos até ao Oriente, queria recomendar um blog que fala extensivamente da Deusa e suas expressões desde Ísis até Atenas:

http://sagrado-feminino.blogspot.pt/2009/12/creta-nos-tempos-da-mae.html
 
e uma página no FB:

https://www.facebook.com/OCaminhodaSerpente

Prefiro chamar à atenção para Psique e a semelhança da sua estória, em certos pontos, à de Pístis Sophia.


A Deusa Mãe na Índia - Radha

" [...] Quando as pessoas veem uma gravura como a que está reproduzida em cima, elas costumam perguntar, “Quem é a mocinha que está com Krishna?”. A resposta é que Ela é Srimati Radharani, a potência de prazer de Krishna. Os devotos do movimento da consciência de Krishna tentam humildemente glorificar a Srimati Radharani porque, com Sua misericórdia, pode-se avançar muitíssimo em consciência de Krishna.

O Que é a Potência de Prazer?

Naturalmente, todos desejam sentir prazer, mas ninguém é totalmente independente para obter satisfação. Para satisfazer nossos desejos, necessitamos da associação às outras pessoas. Costumamos usar a expressão “sentir prazer consigo próprio”, mas nossa satisfação é maior quando estamos em boa companhia. Na verdade, a maioria das pessoas acharia a solidão prolongada praticamente insuportável.

 Entretanto, Krishna, o Senhor Supremo, por ser a fonte de tudo, é totalmente independente. Ele é independente em Sua existência, Seu conhecimento e Seu prazer, pois tudo é sustentado por Ele, assim como as pérolas estão ensartadas num cordão.

Por esta razão, Krishna não precisa de coisa alguma ou de alguém. De certa forma, como Ele é tudo, ninguém existe fora d’Ele. Consequentemente, quando Krishna deseja ter prazer, Ele expande sua potência ou energia interna que Lhe traz satisfação. Esta potência é uma pessoa. Seu nome é Srimati Radharani.

Radharani não é uma pessoa diferente de Krishna ou, de outra forma, Ela é igual e diferente d’Ele. Como duas pessoas poderiam ser uma, ou como uma poderia ser duas?

Um exemplo simples ilustra como isto é possível. O sol não pode existir sem a luz solar, nem esta última pode existir sem o sol. Podemos dizer “O sol está em meu quarto” – mesmo que o sol esteja há milhões de quilômetros de distância - porque o sol aparece sob a forma de sua energia.

Pela mesma razão, a energia (o brilho solar) e o energético (o sol) são simultaneamente um e diferentes. Da mesma forma, Radha e Krishna são iguais e diferentes ao mesmo tempo. Krishna, o Senhor auto-refulgente, é a Personalidade Suprema de Deus, enquanto que Srimati Radharani é Sua energia suprema de prazer. Juntos, eles formam a Verdade Absoluta completa. [...]

Excerto retirado de:
http://pt.krishna.com/quem-%C3%A9-mocinha-que-est%C3%A1-com-Krishna

Radha é portanto uma via para chegar a Krishna tal como Maria é para Deus ou para Jesus... :)

Ou melhor dizendo os atributos femininos da Deusa permitem-nos chegar a Deus e ascender.

                                     

A Deusa Mãe na China - Kuan Yin

"Há cerca de seis ou sete mil anos havia um mito universal de que todos os seres eram provenientes do útero de uma Mãe Cósmica; tal mito da criação universal teve lugar durante uma fase informe do mundo, aonde nada podia ainda ser identificado. Inicialmente cultuada na Índia, como Kali, a Mãe Informe, recebeu depois o nome de Tiamat (Babilónia), Nu Kua (China), Temut (Egito), Têmis (Grécia pré-helénica) e Tehom (Síria e Canaã) - este último foi o termo usado mais tarde pelos escritores bíblicos para Abismo.



                                            - Tiamat a deusa serpente -

As mais antigas noções de criação se originavam da ideia básica do nascimento, que consistia na única origem possível das coisas e esta condição prévia do caos primordial foi extraída diretamente da teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. Acreditava-se que a partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este sangue, surgissem os "frutos", a própria maternidade.

Essa é uma das razões pelas quais as danças das mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais. Muitas tradições referiram o princípio do coração materno que detém todo o poder da criação. Este coração materno, "uma energia capaz de coagular o caos espumoso" - veja-se também mito de Afrodite, N. C64  - organizou, separou e definiu os elementos que compõem e produzem o cosmos; a esta energia organizadora os gregos deram o nome de Diakosmos, a Determinação da Deusa. Os egípcios, nos hieróglifos, chamaram este coração de 'ab' e os hebreus foram os primeiros a chamar de Pai - Abba, N. C64 - (ainda que masculinizassem, a ideia fundamental de família e continuidade da vida não era patriarcal)."

Excerto de http://pt.wikipedia.org/wiki/Kuan_Yin#cite_note-3

Resta-me dizer que Kuan Yin é a Deusa da Misericórdia, é um bodhisattva da compaixão do Budismo e por isso é adorada em toda a Ásia Oriental.

E, por isso e, porque temos no Ocidente uma Entidade correspondente à Grande Mãe, e ainda porque hoje é um dos seus dias (dia 8 de Dezembro é o dia da Imaculada Conceição) fiz questão que este artigo fosse concluído nesta data.

E por último, porque lhe devo muito, por toda a sua proteção e Amor dedico-lhe todo este texto. Levei cerca de um mês a pesquisar e sobretudo a meditar sobre a Sua Essência Universal.

Ave Maria, Rainha dos Céus!

Nota: 8-12 é um número que significa manifestação da Casa de Deus (a nossa Casa). A Própria!




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