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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A Aura e a energia sutil eletromagnética.

 
 
 
                         

A interface da energia sutil, o corpo bio eletrónico e biomagnético vibrante.
 
Não se pode falar de energia sutil sem se falar da aura. Todas as energias sutis das criaturas vivas podem ser basicamente consideradas parte de sua aura, embora, num sentido mais restrito, seja considerada como a energia que emana ou que está em torno dela.
 
O observador interage com aquilo que observa: em algum grau as ligações e ações recíprocas sempre existirão. Sua personalidade e seu carma sempre influenciarão sua perceção. Uma pessoa verdadeiramente feliz em seu interior tornará outras felizes apenas com sua presença, enquanto uma pessoa angustiada espalhará sua infelicidade por onde estiver, e provavelmente irá reclamar do fato de serem todos tão infelizes!
 
A grande compreensão dependerá do campo de energia ou vibração em que esteja fixada a atenção do observador, e poderá também depender do indivíduo, de como ele relata sua experiência. No domínio do sutil, a influência do observador a respeito da experiência é mais imediata do que ao nível grosseiro ou visível.
 
Essa modificação entre as pessoas ocorre continuamente nas relações humanas e é parte da adaptação que temos de fazer em qualquer relacionamento, de maneira consciente ou inconsciente.
 
Ocorre também que uma personalidade mais forte influencia a mais fraca. Uma entrará em ressonância com a outra. A força de caráter e, especialmente, a força espiritual refletem-se sempre na aura, em tamanho, qualidade e harmonia. Muita gente já pôde sentir o “clima” de pessoas e lugares, embora em geral os aspetos de energia desse fenômeno não sejam avaliados.
 
Sentar próximo a alguém agradável e pacífico irá “levantar” uma pessoa; por outro lado, estar perto de alguém enfurecido, em desarmonia e perturbação, irá empurrar a pessoa para baixo. Da mesma forma, um dia quente e agradável de primavera, quando as flores parecem brotar cintilando em cores e seu aroma enche o ar, também faz seu coração elevar-se com a energia da vida nova que explode na natureza.
 
A energia sutil torna-se quase visível. Se você fechar os olhos e entrar em sintonia com o mundo, poderá quase ver essa vida nova que surge.
 
Exatamente como as energias sutis são a impressão de energias menos sutis, nossos sentidos também são uma parte de um espectro vertical de sentidos que percebem o movimento e as diferenças entre energias ao longo desse espectro.
 
Ao “ler” as descrições de auras, elas são vistas, aparentemente com os olhos, embora algumas vezes isso ocorra até mesmo quando os olhos físicos estão fechados. Da mesma forma, numa experiência psíquica, astral e mística, a visão, o som, o tato, os aromas e o paladar estão todos envolvidos, mas em seus estados mais sutis.
 
Estar consciente da aura nada mais é do que ter consciência da energia em qualquer nível ou proporção vibratória que esteja sendo percebido naquele determinado aspeto da aura, através dos sentidos despertos àquele nível. Naturalmente é isso que nos permite compreender por que diferentes pessoas descrevem a aura de maneira tão diversificada e até conflituante.
 
Mesmo depois que a força da vida tenha partido, as matérias das plantas vivas naturais têm uma vibração mais agradável e harmoniosa que as substâncias artificiais. Compare, por exemplo, a madeira, o algodão e a lã, com o náilon, o poliéster, o vinil e outras matérias plásticas.
 
Nossa consciência ou alma está encerrada num mar de interconexões de energia que podemos perceber através de nossos cinco sentidos físicos. Todo o universo é apenas uma dança de energia em vibração.
 
Toda a matéria fisicamente percetível tem seu duplo mais sutil, mais refinado. Por sua ligação interior com a Grande Fonte, as energias sutis nas formas de vida são parte integrante de sua expressão nos campos de energia da criação.
 
Tais energias são avaliadas pelos órgãos sensoriais de natureza vibratória idêntica à energia que está sendo percebida. E assim que nossos cinco sentidos físicos grosseiros percebem a matéria física bruta.
 
No reino animal, tal consciência da vibração é quase uma segunda natureza. E um sexto sentido, um instinto (como dizemos), que adverte os animais do perigo ou que os leva em direção ao alimento. Sem dúvida, determinadas criaturas poderão ter outros sentidos grosseiros, capazes de perceber alterações no ambiente físico grosseiro. Não possuímos tais sentidos, mas os aspetos sutis parecem ter uma presença muito forte para qualquer pessoa que tenha o dom da observação.
 
Entre as culturas chamadas primitivas, quase extintas hoje em nosso planeta, a telepatia e a capacidade de sintonia entre as pessoas são parte da vida diária, Os aborígenes da Austrália falam de “confiar no vento”; os bosquímanos da África comunicam-se telepaticamente a distância (leia The lost world of the Kalahari, de Laurens van der Post). Os Kahunas do Hawaii e sacerdotes de outras culturas no Pacífico Sul têm uma capacidade psíquica desenvolvida naturalmente.
 
Entre as culturas mais avançadas do passado, os chineses, os indianos e os tibetanos desenvolveram formas de ioga e meditação, exercícios interiores para abrir a consciência mística, ou talvez apenas a psíquica. Os tibetanos, especialmente, são famosos por suas “botas-psíquicas-de-sete-léguas” — a capacidade de movimentar-se em alta velocidade por via terrestre com a manipulação de forças naturais. Alguns de seus mosteiros, construídos nos cumes de penhascos, só poderiam ter sido erigidos com o aproveitamento de forças naturais ainda não compreendidas e utilizadas pela física moderna.
 
Existem relatos comprovados de testemunhas modernas que assistiram a cerimônias nas quais imensos blocos de pedra foram movimentados através do ar até as bordas dos penhascos com o propósito de erigir construções. Existem círculos de pedras, vestígios de antigas culturas europeias, de que se comprovou que as pedras vieram de muito longe, por meios ainda desconhecidos.
 
Avançando-se a hipótese de um conhecimento das energias sutis, surgem inúmeras possibilidades e explicações novas. A esse respeito, hesita-se em mencionar as pirâmides do Egito, foco de todas as teorias possíveis e reivindicadas por quase todas as filosofias ocultas — o que só vem demonstrar quanto era indefinida sua finalidade e também o método de construção empregado.
 
Afinal de contas, movimentar um grande objeto pesado ou até mesmo o próprio corpo só é difícil por causa da força de gravidade. E o que é a gravidade? Matéria atrai matéria, e energia atrai energia, esta é uma das leis básicas da natureza. Mas, o que é sua natureza essencial e inata? O que vem a ser a gravidade? Ninguém pode dar uma resposta em terminologia científica que permita projetar um método para controlar essa força.
 
O mesmo acontece em relação à pesquisa moderna sobre a telepatia, por exemplo. Há muita gente em nossa era moderna que compreende e tem consciência de vibração e de atmosfera. Essas pessoas podem não ser inteiramente telepatas ou clarividentes, mas o são em parte.
 
Trata-se de um subproduto da meditação e de outras práticas que estimulam a consciência e o controle da energia sutil — a hata-yoga o tai-chi, Pulsors, Reiki, para mencionar algumas delas. Essas pessoas em geral quase não têm interesse em ajudar os cientistas pesquisadores a provar ou refutar a existência de tais energias sutis. Tratar-se-ia de homens com olhos em terra de cegos, trabalhando numa pesquisa cega, quer a visão realmente exista ou não!
 
E um conhecimento inútil para os cegos, mesmo supondo-se que eles fossem acreditar na possibilidade da visão (o que não ocorreria com a maioria). Eles iriam apenas atingir a sensibilidade dos que têm a visão. Sem dúvida alguma, os mágicos que houvessem entre eles logo mostrariam ser capazes, por subterfúgios, de fazer as mesmas coisas que os que têm essa visão, o que não provaria muita coisa, a não ser que uns poucos cegos fingissem ter olhos e fizessem alguns de seus vizinhos de bobos. . . Muito melhor seria que os que enxergassem se mantivessem quietos e procurassem a companhia de seus semelhantes.
 
E é isso o que acontece. Os seres humanos que já tiveram a oportunidade de desenvolver-se até esse ponto naturalmente relutam em passar horas preciosas de sua vida num laboratório tentando adivinhar números ou cartões.
 
E, na verdade, os cientistas envolvidos nesse gênero de trabalho muitas vezes também estão, eles próprios, em busca de uma realidade mais elevada. O trabalho e a pesquisa são apenas uma expressão exterior de sua busca interior. Isso inclui até mesmo os antagonistas — talvez especialmente estes. Amor e ódio, afinal, são os dois lados de uma moeda. Um peixe, uma vez fisgado no anzol, poderá vir à terra facilmente ou lutará contra isso. Mas, de qualquer maneira, não haverá escapatória para ele.
 
A aura molecular e a aura de calor
Temos assim todo um espectro de energias físicas, emocionais, mentais e outras mais elevadas — que se fazem presentes na aura humana, todas passíveis de perceção e muitas vezes confundidas entre si. Ao nível físico mais evidente há uma “aura” molecular que se estende a uma pequena distância do corpo, composta de partículas de ceratina (pele), minúsculos cristais de sal, amónia e outros materiais orgânicos e gases.
 
Há também a energia eletromagnética, na forma de radiação infravermelha — o calor. Equipamentos modernos de análise termográfica podem detetar a doença nos órgãos internos por uma análise dos padrões de infravermelho emitidos. Nesse invólucro de calor também há uma série de bactérias e micro-organismos que provavelmente se reproduzem ali. Correntes de ar quente são atraí- das em direção ao nariz e à boca e seus conteúdos são assim reintroduzidos no corpo. Além das vantagens mais evidentes, este fato sublinha a importância do banho regular e da limpeza geral para a manutenção da saúde.
 
O corpo elétrico
Há também um corpo elétrico em torno do corpo que se estende a pelo menos alguns centímetros de distância, Esse campo de puro potencial elétrico foi descoberto pelo professor Harold Saxton Burr em Yale na década de 30, sendo descrito em seu livro Blueprint for immortality.
 
Envolvendo todas as criaturas vivas num estágio inicial de seu desenvolvimento, provavelmente desde o momento da conceção, esse campo reflete mudanças em sua constituição física e Psicológica que se manifestam hoje ou que poderão ocorrer no futuro — uma tendência para essa constituição.
 
O professor Burr demonstrou que existem ligações entre esse campo e as variações eletromagnéticas no Sol — as manchas solares — como foi registrado por muitos anos em árvores do campus da universidade.
 
Ele descobriu também que ocorrem mudanças no potencial elétrico, na época da ovulação, durante o ciclo de fertilidade de uma mulher, observando diferenças no potencial elétrico de sementes que eram geneticamente destinadas a se tornar mais robustas ou a definhar.
 
O professor Burr realizou inúmeras experiências como essa por vários anos, indicando que esses potenciais refletem com precisão as condições do corpo e da mente, ajudando no diagnóstico do câncer.
 
Concluiu que tais padrões de potencial elétrico eram primários e, em sua natureza, um campo de controle. Isto é: mudanças nesse campo determinam mudanças no corpo — o campo não é um efeito secundário de alterações dentro do corpo; é nele que se geram tais mudanças. Além disso, descobriu ainda que esses potenciais respondiam aos estímulos eletromagnéticos do ambiente externo — tempestades magnéticas, manchas solares, variações do Sol e da Lua e assim por diante.
 
E importante explicar aqui que as manchas solares não são um acontecimento insignificante. Trata-se de ocorrências nucleares, mal compreendidas, com cerca de duzentos mil quilômetros de diâmetro (aproximadamente quinze vezes o diâmetro da Terra).
 
Elas emitem uma barreira de partículas e oscilações eletromagnéticas que nos alcançam na Terra em poucos minutos. São diretamente responsáveis por interferências nas emissões de rádio e por eventos eletromagnéticos na atmosfera da Terra — temporais acompanhados de relâmpagos, trovões e coisas assim.
 
O nível dos antecedentes da emissão de partículas solares, o vento solar, desempenha um papel integral no clima e nas condições atmosféricas da Terra, sendo também responsável pelas auroras boreais. A atividade das manchas solares correlaciona-se também a períodos de perturbação na história da Terra, num ciclo de onze anos. Esses acontecimentos são sociais (guerras, épocas de agitação, etc.), geológicos e meteorológicos.
 
O trabalho de Burr foi seguido nesses últimos anos por cientistas norte-americanos, especialmente o dr. Robert Becker, indicado em 1978 para o Prêmio Nobel por seu trabalho pioneiro a respeito dos efeitos das radiações elétrica e eletromagnética sobre os seres vivos.
 
A história tem muitas tramas, e o quadro geral não está muito claro, mas a narrativa inclui o trabalho de Burr e o do biólogo húngaro-americano Szent-Gyorgyi, que havia recebido um Nobel em 1937 por sua pesquisa sobre o metabolismo. Szent-Gyorgyi sugeria que os tecidos celulares e outros, vivos, poderiam ter propriedades semicondutoras, à maneira de componentes elétricos e eletrônicos.
 
A ideia da existência de uma atividade elétrica nas criaturas vivas tem sua base de sustentação em muitas correntes de evidência, entre elas as pesquisas sobre os mecanismos que fazem com que um pombo retorne a sua casa. Parece que esses pássaros tem certos sistemas de navegação.
 
Eles contam não apenas com uma prodigiosa linha e distância de amplitude de visão, que cobrem muitos quilômetros, mas utilizam também o Sol, as estrelas e o campo geomagnético da Terra como sistema de navegação alternativo.
 
Isso significa que eles são sensíveis a mínimas alterações e perturbações magnéticas. Experiências mais avançadas com pombos em túneis artificiais que tinham apenas pistas magnéticas para habilitá-los a encontrar o caminho em direção ao alimento revelaram que eles teriam condições de fazer isso, mas somente se pudessem bater e agitar as asas.
 
A resposta ao funcionamento do mecanismo de navegação geomagnética parece estar no fato de que as penas contêm a proteína ceratina, que se supõe ter propriedades piezelétricas; sendo necessário o movimento das asas do pombo para a geração de um impulso elétrico diretamente relacionado à natureza dos campos magnéticos, permitindo assim que eles façam a avaliação das forças e da direção do campo.
A ceratina também é encontrada no ar, nos chifres dos animais, em seus cascos, na pele, e nas unhas e nos bigodes dos gatos — esses órgãos muito sensíveis que não apenas os gatos, mas outras criaturas também possuem.
 
Faça uma comparação, por exemplo, com as antenas das mariposas e de outros insetos. Também se sabe que o efeito piezelétrico existe em ossos e outros tecidos, não por seu conteúdo iônico mineral, mas por fenômenos eletrônicos em algumas moléculas de proteínas e provavelmente na própria estrutura celular. Sabe-se também que o DNA, o material genético cromossómico, tem propriedades piezelétricas.
 
E altamente provável, portanto, que o sistema nervoso do homem seja bem mais que um sistema de fios elétricos interno ampliado; trata-se, na verdade, de um sistema super bio eletrónico e biomagnético de campos e forças, correntes e cargas eletromagnéticas, com funções de reunir, armazenar e recuperar informações, um milhão de vezes mais avançado que qualquer um de nossos sistemas de computação mais modernos.
 
O trabalho de Robert Becker, por exemplo, incluiu a regeneração parcial de membros em ratos — com ossos, músculos e todos os outros tecidos — simplesmente através da aplicação correta de impulsos, potências e polaridades elétricas.
 
Dorothy Hali nos contou certa vez a história de uma jovem que sofria de ataques epiléticos. A garota tinha um cabelo compridíssimo — “uma juba”, como dizia seu namorado. Dorothy experimentou tudo e também a enviou para todos os tipos de médicos que ela imaginou pudessem ajudar, sem nada conseguir. Por fim a solução surgiu por acaso, num momento em que a paciente comentou que só uma vez na vida, quando usava o cabelo curto, havia tido certo alívio da epilepsia.
 
Claro, o namorado ficou furioso quando ela cortou o cabelo, mas isso curou a garota da doença. Gostaria muito de saber se a epilepsia teria alguma piora quando a jovem estivesse nas proximidades de aparelhos elétricos ou se haveria algum tipo de fios elétricos por trás da cabeceira de sua cama.
 
Seguindo a mesma linha de raciocínio, lembro que uma de minhas filhas resolveu frisar o cabelo duas vezes e as duas ocasiões foram seguidas por um período de desequilíbrio emocional. Se você alguma vez já viu no microscópio um fio de cabelo que tenha recebido uma permanente ou tenha sido tratado com certos produtos de beleza deve ter tido a sensação de estar assistindo a um filme de terror.
 
O cabelo se parece com ervas daninhas que foram tratadas com hormônios para exterminá-las — tem a estrutura toda emaranhada e retorcida, incapaz de desempenhar qualquer função equilibradora ou qualquer troca de energia que alguma vez se tenha podido esperar dele.
 
Se, como sugerimos, a função do cabelo é algo além de um controle térmico ou valor estético, pode-se compreender como suas propriedades elétricas, ligadas ao couro cabeludo e agindo como meio para a entrada de energia no cérebro, podem modular a função cerebral;  ou, quando ligadas ao corpo, atuar como um dos meios para o intercâmbio geral de energia com o meio ambiente, para alimentação e recolhimento de informações.
 
Existem muitos fenómenos registrados por pesquisadores que indicam respostas, de modo sutil e grosseiro, de parte das criaturas vivas a estímulos elétricos e magnéticos, muitas vezes de baixíssima intensidade. Em seu livro Electromagnetic fzelds and life, A. S. Presman sugere que essas respostas sejam devidas a alterações nos aspetos da manipulação de informações do sistema eletrônico corporal, pois os estímulos são pequenos demais para quaisquer mudanças mais evidentes na fisiologia e bioquímica dos tecidos.
 
Isso está perfeitamente de acordo com as pesquisas de Burr, Becker e outros ao postularem a existência de um aspeto controlador básico para o “corpo eletrónico” sutil. Se o plano controlador é modificado, pode resultar na degeneração ou regeneração de tecidos, dependendo da alteração efetuada.
 
Há uma série de aparelhos de terapia magnética e eletromagnética disponíveis no mercado, que ajudam um considerável número de pacientes. Ionizadores negativos de ar são bastante conhecidos e têm sido usados não apenas para “limpar” o ambiente mal ventilado — isso ocorre geralmente devido ao uso de ar-condicionado —mas também em clínicas para ferimentos e queimaduras, onde a carne cicatriza mais depressa.
 
Muita gente, com esses aparelhos no escritório, na sala ou quarto, sente grande benefício em relação à clareza mental, como se constatou em estudos de eficiência realizados em escritórios com ionização negativa.
 
Sabe-se que há também um alívio para asma, bronquite, febre do feno e outros problemas brônquicos. A estabilidade emocional é afetada pelo nível de ionização atmosférica negativa ou positiva, e esses ionizadores negativos podem minorar sintomas de depressão e enxaquecas.
 
Um dos primeiros biólogos a propor uma teoria que incorporasse os aspetos vibracionais ou oscilatórios dos materiais celulares foi George Lakhovsky, cujo livro The secret of life (“O segredo da vida”) foi publicado em tradução inglesa em 1939. Sua tese era de que o núcleo de cada célula tinha as características essenciais necessárias para manter um circuito elétrico oscilante.
 
Szent-Gyorgyi, já nos anos 50, também observou que a estrutura molecular de muitas partes de células vivas poderiam comportar-se como semicondutores, basicamente com a mesma natureza dos cristais.
 
A semi-condução é um fenômeno que ocorre em materiais com matriz altamente molecular e atómica, permitindo que os eletrões se movimentem de uma molécula para outra normalmente, quando determinado limite de voltagem é atingido, o que dá a estes energia suficiente para “saltar”. Szent-Gyorgyj percebeu que as proteínas teriam tal capacidade, e como já dissemos, estudos sobre ceratina e colagénio (encontrado em muitos tecidos do corpo) mostraram que ele estava certo. Além do mais, nesses últimos vinte anos, pesquisas de microscopia do elétron mostraram que as células possuem estruturas altamente complexas e ordenadas. A ideia de SzentGyorgyi de que as proteínas pudessem estar ligadas por todo o corpo em longas cadeias de informação eletronicamente codificadas recebeu, assim, algum suporte experimental.
 
O conceito de informação codificada em ondas eletromagnéticas oscilantes veio à luz pela primeira vez com o advento das transmissões de rádio. Lakhovsky, Szent-Gyorgyi e outros estavam apenas aplicando ao corpo humano princípios recentemente descobertos pelos físicos.
 
Hoje em dia, com toda a tecnologia de computação e informática que utiliza as propriedades cristalinas, semi-condutivas e químico-eletrónicas de substâncias como o quartzo, a sílica, o silicone, os arsenitos de gálio e outras, torna-se mais fácil imaginarmos que o corpo tenha capacidades semelhantes de armazenagem e processamento de informação.
 
Muitos biólogos sabem muito bem que fenômenos “descobertos” por físicos e químicos são mais tarde encontrados em uso na natureza, universalmente ou em determinadas espécies. Pense apenas no morcego e seu radar, no pombo e sua bússola interna, no peixe-elétrico e em muitos outros animais.
 
O mesmo se aplica em relação a nosso conceito de corpo humano. Muitas vezes “descobrimos” coisas no organismo quando “descobrimos” antes um paralelo externo. Não existe um único artefacto humano aparente que não tenha um paralelo biológico em nosso próprio corpo. Os mecanismos básicos de rearranjo de padrão de energia encontram-se todos nas células e nos organismos vivos. Consciente ou inconscientemente, os artefactos humanos apenas imitam determinados aspetos da natureza.
 
Dê um passeio imaginativo pela imensa quantidade de fatos desconhecidos que se encontram nos processos da vida. Nenhuma “descoberta” científica faz mais do que proporcionar uma descrição detalhada de acontecimentos segundo certas teorias ou conceitos.
 
Esse género de conhecimento apenas arranhou a superfície dos detalhes em potencial passíveis de observação. Mesmo se permitindo margem a restrições inerentes da ciência como um meio para compreender as grandes questões, ela até agora tocou apenas a superfície de suas possibilidades.
E a surpresa, a inércia, o preconceito ou o antagonismo que saúdam uma nova “descoberta” são uma característica do progresso humano através dos tempos. A história nos fala de nossos erros, mas sempre fazemos a mesma coisa com novo disfarce, sem percebê-lo!
 
Devemos proceder a uma revisão e a uma re-visualização de conceitos do que é o nosso corpo e do que somos nós, em essência. A realidade é que ninguém sabe (com exceção de um místico) nem ao menos como se dobra um dedo. Quantos mecanismos complexos, energias físicas e mentais estão envolvidos numa operação aparentemente tão simples!
 
Lakhovsky e seu oscilador multiondas, como também o dr. Becker (mais recentemente) e todos os pesquisadores que usam o magnetismo, já registraram sua capacidade de influenciar processos metabólicos ou mesmo o humor, para o bem ou para o mal.
 
Os circuitos elétricos oscilantes de Lakhovsky foram capazes de estimular o crescimento de plantas e livrar gerânios de cânceres injetados.
 
Burr pôde monitorar alterações fisiológicas e anatômicas medindo os potenciais de campo V (campo de vida). Becker conseguiu estimular a regeneração de tecidos em membros amputados e induzir uma soldagem de ossos que estava se mostrando problemática.
 
Pesquisadores suecos vêm tratando o câncer com pequenas correntes elétricas. A aplicação de lâminas imantadas ou pequenos ímãs em ferimentos resultantes de eventos esportivos e em problemas artríticos ou reumáticos nas juntas trouxe considerável alívio às pessoas que sofriam desses males, acelerando os processos de cura.
 
A eletro-acupuntura, o uso de ressonâncias acústicas (que é a terapia cimática), os Pulsors, ionizadores de ar, ímãs e muitos outros aparelhos, invenções e métodos apontam inevitavelmente para uma única direção, quer se compreenda ou não.
 
Naturalmente, está bem claro que para tudo existe o aspeto positivo e o negativo. A eletricidade e a radiação eletromagnética também poderão ter poderosos efeitos negativos, como falamos antes.
 
Sabendo-se que os fenômenos elétricos se relacionam muito proximamente com os efeitos na energia sutil, percebemos o surgimento de um padrão e um mecanismo, O complexo padrão de energia do corpo bioeletrónico e biomagnético é uma precipitação (OU descida) das energias sutis mais interiores.
 
Isso fica bem claro a partir de nosso trabalho com os Pulsors como equilibradores de energia sutil perturbada por fatores desarmonizantes, biomagnéticos e de outros tipos. Também fica evidente se levarmos em conta os novos equipamentos para acupuntura disponíveis.
 
A acupuntura é a harmonização das energias sutis que os chineses conhecem como chi. Os campos de energia sutil que a acupuntura manipula fluem ao longo de meridianos OU canais com pontos específicos em que o tratamento é aplicado por meio de uma agulha ou de calor, queimando-se uma erva — a moxa. Os pontos e meridianos relacionam.se por reflexo com órgãos, sistemas e equilíbrio de energia geral do corpo.
 
Sabe-se também que esses pontos de acupuntura distinguem- se das áreas circundantes por uma queda na resistência elétrica da pele que vai de um milhão de ohms a um mínimo de dois mil ohms. Alguns aparelhos e a eletroacupuntura são capazes de detetar esses pontos e estimulá-los eletricamente — e nesse caso não é necessário recorrer ao USO de agulhas, ou calor — ou, no caso do shiatsu (a acupressão), podem fazê-lo por meio de massagem com o dedo.
 
Existe também um método de aplicação de pequenos ímãs a esses pontos para o qual seus praticantes reivindicam um grande sucesso. O dr. Hiroshi Motoyama, do Japão, aprofundou-se nesse processo e projetou um sistema de análise dos pontos de acupuntura por computador. Ligando-se um eletrodo ao terminal de cada um dos vinte e oito meridianos, o fluxo corrente em cada um deles é medido e analisado minuciosamente. O computador imprime então uma análise do sistema de energia elétrica do organismo, indicando os pontos em que se deve aplicar um tratamento para restaurar o equilíbrio natural.
 
A medição da resposta elétrica da pele como reflexo do estado de chi foi também utilizada pelo dr. Pat Flanagan em suas pesquisas sobre a energia das pirâmides, quando ele demonstrou claramente que estas têm um efeito de equilíbrio sobre as energias sutis".
 
Autor: John Davidson
 
Fonte:

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