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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A TERCEIRA VISÃO







Não quero colar-me a tudo o que se tem escrito e dito sobre a terceira visão, no entanto, tenho consciência de que não é tarefa fácil escrever sobre este assunto.

Por isso mesmo, vou restringir-me ao que aprendi e experimentei ao longo dos anos, com a minha própria 3ª visão e livros que estudei.

Pela tradição Tibetana, amplamente divulgada por Madame Blavatsky e pelo uso do registo Akashico, sabemos que os Lemurianos usavam esta visão o tempo todo e por isso a sua percepção do universo era muito diferente da nossa.

Ver a descrição de raças raiz segundo a Sociedade Teosófica, fundada por Madame Blavatsky:


Como o seu 6º chakra era muito desenvolvido e mesmo predominante em relação aos outros chakras, possuíam uma visão à distância não apenas espacial como também temporal.

Se a palavra "televisão", visão à distância, não fosse associada ao aparelho de TV e à função que todos conhecemos, seria assim que designaria esta capacidade Lemuriana.

Eles viam o futuro e o passado da mesma forma e viajavam pelo Universo todo apenas com a sua visão especial.

Por isso é comum considerar que as pessoas que actualmente possuem essa capacidade desenvolvida de alguma maneira, ou seja, desenvolvida em qualquer das suas extensas vertentes, devam ter estado reencarnadas na Terra por essa altura.

E por essa altura refiro-me a um período anterior a 45.000 até centenas de milhares de anos atrás.

Veja aqui mais sobre os Lemurianos ou nascido do Ovo:


Considerem duas raças antes desta que é a raça Ariana ou Árias. Depois dos Lemurianos e antes de nós, os Arianos, temos os Atlantes cuja civilização foi destruída à cerca de 12.000 anos.

As datas que estão na wikipédia não concordam com as minhas mas a história é esta. As verdadeiras datas devem ser descobertas e confirmadas em breve com evidências fósseis.





Nós somos a primeira raça que está a evoluir sem haver uma destruição de quase toda a civilização com o auxílio de um cataclismo.

Nesse tempo havia dilúvios e outros cataclismos, temos testemunhos disso mesmo com a quase extinção da última raça, os Atlantes, acompanhados de mudança violenta de rotação do eixo da Terra. 

Esta última caracteristica da mudança para outra raça é uma constante e tem vindo a verificar-se mesmo no nosso tempo embora com mais suavidade.

Apesar das mudanças violentas na crosta terrestre, ficavam sempre alguns vestígios tanto de restos fósseis como de construções e até de seres vivos.

Por este motivo, durante a época da Atlântida ainda restavam Lemurianos e durante a mudança para a raça Ariana ainda existiam Atlantes.

No tempo dos Lemurianos e dos Atlantes, estes viviam muitos anos, sendo o período de rotação do eixo da Terra maior e consequentes dias maiores.

A força da gravidade também era mais fraca e assim eles eram maiores e mais fortes.

Estas duas raças antes de nós, deixaram um rasto de lendas  nos povos de que são ascendentes.
E algo que é recorrente nessas lendas é a tecnologia muito avançada que possuíam.

Mesmo mentalmente eram superiores pois sabiam usar a terceira visão e outras capacidades que hoje em dia ainda não são comuns.
Todavia na última Era, usaram estes dons em proveito próprio e não para ajudar os outros.

A evolução deles tornou-se muito mais técnica e materialista do que seria desejável e cada vez menos espiritual usando cada vez menos essas capacidades.

E foi isso que os nossos antepassados nos deixaram: a lembrança da perda do melhor que tinham e a herança genética de capacidades mentais e espirituais latentes.




Existem vestígios credíveis para os Lemurianos na formação das pedras de Nazca e nos desenhos das pedras de Ica, ambas no Peru, América do Sul.



Em Nazca temos linhas apenas visíveis do ar e incompreensíveis a partir do solo:








Em Ica, temos um conjunto de milhares de pedras, cuja patine pós-desenho indica uma idade superior a 80.000 anos, em que se descrevem continentes que não existem mais, como um grande continente no oceano Pacífico que se crê ser MU, antiga Lemúria.

Também se descrevem operações de transplantes de coração que se fazem há relativamente pouco tempo e até transplantes de cérebros...





Fonte: 






O Museu de Paracas, Peru, que fica na região de Nazca e Ica podem ver-se os famosos crânios alongados com uma capacidade maior que a nossa, que é um indicativo de grande altura a julgar pela base do crânio.
















Crânios Alongados: este vídeo que explica como seria o tipo de ser com tal crânio.






Por coincidência, Machu Picchu também fica no Peru.










" Zona sagrada, é esta estrutura conhecida como Templo Principal.
É chamado assim este conjunto de construções dispostas em torno de um pátio quadrado. Todas as evidências indicam que o lugar estava destinado a diferentes rituais.
Inclui dois dos melhores edifícios de Machu Picchu, que são formados por rochas trabalhadas de grade tamanho: O Templo das Três Janelas, cujos muros de grandes blocos poligonais foram colocados como um quebra-cabeças, e o Templo Principal, de blocos mais regulares, que se crê que foi o principal recinto cerimonial da cidade.
Junto com este último está a chamada casa do sacerdote, ou câmara dos ornamentos. Há indícios que sugerem que o conjunto geral não terminou de ser construído."






Kryon fala em Machu Picchu, na viagem do kundalini em 2012:





Machu Picchu é famosa não só por ser o último local onde viveu um rei Inca, mas também por nesse local o lugar mais sagrado ser um de proporções supra-humanas, não só pelo tamanho das pedras, mas também, pelo tipo de construção que foi efectuado como um puzzle.

Cada pedra encaixa nas outras, sem praticamente espaço nenhum entre as juntas.


Outro exemplo, ainda no Peru, é Ollantaytambo:


Imagem Ollantaytambo





Vídeo sobre construções antediluvianas, 2ª parte:




Existem mais lugares assim, espalhados pelo mundo e se procurarem vão ver que o tipo de construção tem essas duas características. Tamanho supra-humano, adaptado à altura dos seres de então e o uso de tecnologia avançada para o construirem.

O que nos leva aos nossos livros ocidentais mais sagrados, como a Bíblia, em que a altura de alguns seres de então seria de mais de três metros.




Gen 6:4 "Naqueles dias, havia Nefilins (gigantes) na terra, e também posteriormente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos. "

Uma das religiões modernas, que mais estudos tem sobre esta época antediluviana, é a dos Adventistas do Sétimo Dia que sem pestanejar, dizem-nos a altura dos nossos antepassados, o peso e até a força física.






Em África:







Na Etiópia, no rio Gona, em 1997, descobriram 3.000 objectos, ferramentas trabalhadas em pedra que parecem ser as mais antigas de fabricação humana já encontradas. São objectos surpreendentemente sofisticados,que teriam 2,5 milhões de anos.

Na década de 80, foi encontrado no Egypto um dedo mumificado, com 38 cm :












Uma pegada pouco conhecida em África, na Swuazilândia:










Anansi o deus Aranha Africano. Antes de Anansi chegar não havia sonhos, depois todos os sonhos são dele. É dono do arco-íris, tem fama de se vestir com todas as cores e inventou a música.



Na Europa:

As três irmãs cegas na mitologia grega, as Moiras, que teciam a teia do destino.








Os Ciclopes na mitologia grega: a guerra dos Deuses. 

É uma tradição Mundial esta guerra e os Ciclopes são muito parecidos com a descrição dos Nefilim.

Além de trabalharem no interior das montanhas, fabricarem as armas de Zeus e Poseidon às ordens de Hefesto.










Ainda outras provas encontradas na Grécia, na gruta de Teopetra, a 350 km de Atenas:







Na Índia:





O Ramayana, o Mahabarata e outros textos falam da guerra horrível que aconteceu, há uns vinte e cinco mil anos atrás entre a Atlântida (os gigantes Daityas) e o reino de Bharata, comandado por Rama e o uso de armas de destruição em massa (Artefatos nucleares, raios laser) que não poderiam ser imaginados por leitores até a segunda metade do século XX.




Um ponto de vista mais tradicional:




6º CHAKRA (3º OLHO) = AJNA



Localiza-se no centro da testa entre as sobrancelhas. É conhecido como 3º olho ou 3ª visão. A cor associada a este chakra é o azul índigo (azul escuro). O elemento associado é a luz. Rege a glândula pituitária, o olho esquerdo, o nariz e orelhas. 

Está associado a telepatia, clarividência, intuição e desenvolvimento mental. Dá visão interior, intuição e a habilidade de se conhecer a si próprio. Vitaliza o baixo cérebro (cerebelo) e o sistema nervoso central. Responsável pela visão. Os minerais e gemas associados a ele são o lápis lazuli, azurite, sodalite, cristal de quartzo puro, safira, turmalina. Os alimentos que lhe são benéficos são os da côr azul ou púrpura, frutas e vegetais.



Este chakra indica como qualidades e lições a aprender: realização da alma, intuição, "insight", imaginação; clarividência, concentração, paz de espírito; sabedoria, devoção, percepção para além da dualidade.

Pode manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, as seguintes características: falta de concentração, medo, cinismo, tensão, dor de cabeça, problemas nos olhos, pesadelos e demasiado deslocamento deste mundo.

Cerimónia tibetana para aumentar a 3ª visão:



Estes dois links são muito interessantes:






Morfologia dos olhos



Os cones e os bastonetes: o olho humano





A estrutura celular da retina. À direita, um cone entre dois grupos de bastonetes.



Os Cones são as células do olho humano que tem a capacidade de reconhecer as cores. Já os bastonetes, outro tipo de célula do olho humano, tem a capacidade de reconhecer a luminosidade. Existem aproximadamente 6 milhões em cada olho humano concentrados na região fóvea. A ausência ou deficiência nos cones dá origem ao daltonismo.


Os bastonetes são células fotoreceptoras da retina que conseguem funcionar com níveis de luminosidade baixos. São basicamente responsáveis pela visão nocturna. Têm este nome derivado à sua forma alongada e cilíndrica. São também usados na visão periférica.


Estas células estão concentradas mais externamente na retina e existem, na retina dos humanos, cerca de 100 milhões de bastonetes.


Servem para quando uma pessoa vai a um ambiente mais escuro, os bastonetes trabalham de forma a que os objectos fiquem mais perceptíveis e quando se vai para um lugar mais claro se vejam de forma melhor. Estão localizadas na região fóvea.


São 100 vezes mais sensíveis à luz que os cones, mas detectam apenas tons de cinza.

A activação de um bastonete, ocorre por meio de um processo chamado hiperpolarização.




Daltonismo:







Pode saber aqui se é daltónico(a):






Comparando os olhos de um animal especialmente dotado para ver luzes fracas como as da aura, o gato, com um ser humano normal, os gatos têm 180º de visão periférica e vêem apenas 3 cores: amarelo, verde e azul mas à noite a visão deles é 6 vezes melhor que a nossa.

Sacrificam a cor pela luz, comparando connosco, mas embora a nossa visão periférica seja maior, 200º, devido aos olhos serem ao mesmo nível e estarem o mesmo plano temos uma visão diferente dos felinos, apenas partilhada com outros primatas.

Eu vejo auras e não sou daltónica, embora veja mais cores e tons que as pessoas que não veêm auras e com quem me comparei.

Vejo bem com menos luz também comparando com outras pessoas e por isso penso que talvez possua mais cones e bastonetes que o comum...será?

Ou talvez saiba usar melhor os meus olhos...habitualmente não vejo auras, isto é não vejo o tempo todo.

Tenho de desfocar a visão de modo a deixar de ver o objecto a observar e ver ao redor desse objecto; colocar-me um pouquinho de lado (ver pelo cantinho do olho) de modo a usar os bastonetes e já está...

A visualização das cores correctas da aura, é importante também, por isso devemos ter alguma luz indirecta (nem muita, nem pouca) e um fundo branco opaco ou negro opaco, sem nenhum brilho portanto.

Se conseguirem ver algo vão praticando e lembrem-se dos Atlantes, usem sempre esse dom para o serviço aos outros. 
Senão o fizerem, em breve, vão perder essa capacidade e acumularão karma.




Dizem que a história se repete.

Provavelmente o nosso futuro, vai ser igual ao nosso passado, em que o arquétipo da perfeição de Adam Kadmon - do qual se fala na Cabalah - se vai repetir, pois o nosso caminho é de volta para Deus e para a imortalidade.



Dedico este post ao Povo Peruano do passado, presente e futuro, porque acredito que nesta região da Terra, estão as provas de tudo isto que aqui falo e em breve além de se descobrir mais artefactos vamos conseguir interpretá-los.





Paz e Amor
Curadora64

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2 comentários:

dharma dhannyael disse...

Bom dia amiga, gostei muito do seu blog, lindo . Agradeço a oportunidade
esta meditação é divina. grata dharmadhannya

curadora64 disse...

Obrigada querida Dharma.

Inspirei-me em si como sabe...

beijinhos,

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